<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355</id><updated>2012-01-24T16:44:38.364Z</updated><category term='Técnicas'/><category term='Cultura Táctica'/><category term='Nations Cup 2011'/><category term='Jogos-Teste'/><category term='Ranking IRB'/><category term='Tabelas'/><category term='Tri Nations'/><category term='Desenhos'/><category term='Europeu das Nações'/><category term='6 Nações'/><category term='Da Realidade'/><category term='Jogos'/><category term='Arbitragem'/><category term='Resultados'/><category term='Ouvido ou lido'/><category term='Código do Rugby'/><category term='Nations  Cup 2011'/><category term='Cultura Táctica; Tri Nations'/><category term='Treinadores'/><category term='Mundial 2011'/><category term='Campeonatos Nacionais'/><category term='Sevens'/><category term='Artigos publicados'/><category term='Notas e Comentários'/><category term='Rugby e Inclusão'/><category term='Estórias da História'/><category term='Citações'/><category term='Ética'/><category term='Conceitos'/><category term='Fotografia'/><category term='Leis do Jogo'/><title type='text'>XV CONTRA XV</title><subtitle type='html'>O Rugby é um desporto colectivo de combate organizado para a conquista de terreno.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>268</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7210546460130360334</id><published>2012-01-22T23:30:00.001Z</published><updated>2012-01-22T23:42:37.795Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sevens'/><title type='text'>A IRB E O SEVENS OLÍMPICO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De acordo com a publicidade da IRB - in Impact - a contribuição maior da presença dos Sevens nos Jogos Olímpicos será:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Aumentar o número de países pote&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;nciais ganhadores de medalhas no quadro de uma competição que será um verdadeiro campeonato do mundo."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No início tudo eram rosas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A publicidade garantia uma maior oportunidade de medalhas para mais países - subliminiarmente dizia-se: interessem-se que aqui podem ganhar medalhas que não ganharão em mais lado algum - mostrando ao mundo a versão do jogo que cresce com maior rapidez: o Sevens. Pelo sim, pelo não lembrava-se também as 32 equipas que participaram no Mundial de Sevens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A pouco e pouco a crueza da realidade impôs-se: afinal eram os Jogos Olimpícos e eram da responsabilidade do Comité Olímpico Internacional - que obviamente tem as suas regras próprias. Das muitas equipas mantiveram-se bastantes - 24. Mas divididas por género: 12 masculinas; 12 femininas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E como é tradicional, com um lugar ocupado pelo país organizador e outros cinco, pelo menos, a garantir a presença dos continentes que os anéis olímpicos representam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Arrefecidos os desejos, chegou-se à eleição do presidente da IRB. Duas voltas para um mesmo resultado: 13-13. Na ultima mudança de cidade alguém também se mudou e vitória de Lapasset, 14-12.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por trás do résvés, dois conceitos: os apoiantes de Lapasset garantindo que os Sevens representam uma enorme vantagem para o desenvolvimento e internacionalização do Rugby; os apoiantes de Bill Beaumont afirmando que o Sevens irá destruir o XV, impedindo o seu desenvolvimento, uma vez que os países emergentes apenas apostarão na variante olímpica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Situação tão óbvia que levou - segundo o Midol - um "membro do clã Lapasset" a afirmar: &lt;i&gt;"Temos pensado no assunto. Vamos encontrar alternativas para evitar a total alteração da hierarquia do rugby mundial. Deveremos, por exemplo, exigir que cada equipa qualificada para o torneio olímpico do Rio possua uma selecção nacional de XV que preencha um determinado caderno de encargos."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Está visto... o problema existe mesmo (para além da dificuldade de distribuição das vagas pelos cinco continentes) e as qualificações olímpicas não serão lineares. A procura do equilíbrio competitivo num mundo oval desequilibrado - quantas equipas do melhor nível de Sevens estão na Oceania? - e com os interesses suficientes para não se deixarem de fora em Jogos Olímpicos, vai criar amargos de boca por muito lado. É a vida, dizem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7210546460130360334?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7210546460130360334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7210546460130360334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2012/01/irb-e-o-sevens-olimpico.html' title='A IRB E O SEVENS OLÍMPICO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6364703076615660569</id><published>2012-01-21T02:27:00.001Z</published><updated>2012-01-23T02:38:52.647Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resultados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Campeonatos Nacionais'/><title type='text'>SEM SURPRESA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://photo.blogpressapp.com/show_photo.php?p=12/01/20/2676.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://photo.blogpressapp.com/photos/12/01/20/s_2676.jpg" style="margin: 5px;" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;Terminou a Fase de Apuramento da divisão principal do rugby português sem surpresas. Apesar da Académica ter aparecido nos quatro primeiros apurados - coisa sabida desde há muito - nada melhorou em relação ao que se previa desde o início: o desequilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação de pontos entre as quatro piores equipas e as quatro melhores pouco difere do anteriormente conhecido: 32% à 9ª jornada (&lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/coisas-que-ligam-coisas.html"&gt;ver&lt;/a&gt;); 34% na última jornada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste contexto de baixa ou desiquilibrada competição a pergunta é pertinente: será esta a melhor maneira de dar condições de preparação aos jogadores internacionais portugueses que vão competir no Seis Nações B dentro de duas semanas e onde apenas a Ucrânia (32º) é pior qualificada no ranking IRB que Portugal (24º)?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6364703076615660569?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6364703076615660569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6364703076615660569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2012/01/sem-surpresa.html' title='SEM SURPRESA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3494035022850834262</id><published>2012-01-09T19:54:00.000Z</published><updated>2012-01-24T16:44:38.371Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Realidade'/><title type='text'>RUGBY EM SAMOA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Rugby em Samoa: um desporto popular&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sLCQHjjg3BI/TwtEnhfJGoI/AAAAAAAABLk/_yc7eUrL7X8/s1600/Rugby+Samoa2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="271" rea="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-sLCQHjjg3BI/TwtEnhfJGoI/AAAAAAAABLk/_yc7eUrL7X8/s400/Rugby+Samoa2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;in Fugas (7/1/2012) foto de Sara Wong&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;O XV de Samoa encontra-se qualificado em 11º lugar no ranking IRB e o VII em 8º lugar da tabela do HSBC World Series. Para uma população de 193 161 habitantes, Samoa tem 23 372 jogadores inscritos (7 690 seniores masculinos) na federação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3494035022850834262?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3494035022850834262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3494035022850834262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2012/01/rugby-em-samoa.html' title='RUGBY EM SAMOA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-sLCQHjjg3BI/TwtEnhfJGoI/AAAAAAAABLk/_yc7eUrL7X8/s72-c/Rugby+Samoa2.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2953163668752874613</id><published>2012-01-01T20:24:00.001Z</published><updated>2012-01-23T02:27:03.725Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenhos'/><title type='text'>BOAS ENTRADAS</title><content type='html'>﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-ZV4R-hPV5bY/TwCxPi20O5I/AAAAAAAABLM/5BuUl5KVAeI/s640/blogger-image--127473417.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="https://lh3.googleusercontent.com/-ZV4R-hPV5bY/TwCxPi20O5I/AAAAAAAABLM/5BuUl5KVAeI/s400/blogger-image--127473417.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;desenho iPad&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2953163668752874613?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2953163668752874613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2953163668752874613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2012/01/boas-entradas.html' title='BOAS ENTRADAS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-ZV4R-hPV5bY/TwCxPi20O5I/AAAAAAAABLM/5BuUl5KVAeI/s72-c/blogger-image--127473417.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5169948831546691276</id><published>2011-12-29T20:41:00.001Z</published><updated>2011-12-29T20:41:52.373Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ouvido ou lido'/><title type='text'>JOGADOR PORTUGUÊS DO ANO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sl5bUUONwjU/TvzObY2dNDI/AAAAAAAABLE/Y7F3bjZZvB8/s1600/0001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-sl5bUUONwjU/TvzObY2dNDI/AAAAAAAABLE/Y7F3bjZZvB8/s640/0001.jpg" width="435" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O português Julien Bardy foi considerado pelo &lt;em&gt;Midol&lt;/em&gt; uma das&amp;nbsp;revelações do início da época 2011/2012. Já recuperado de uma lesão que se pensou mais prolongada, Bardy será um dos internacionais com que Portugal conta para a próxima época internacional.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5169948831546691276?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5169948831546691276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5169948831546691276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/12/jogador-portugues-do-ano.html' title='JOGADOR PORTUGUÊS DO ANO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sl5bUUONwjU/TvzObY2dNDI/AAAAAAAABLE/Y7F3bjZZvB8/s72-c/0001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5999374748395788403</id><published>2011-12-24T12:26:00.001Z</published><updated>2011-12-24T12:36:58.663Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenhos'/><title type='text'>NATAL 2011</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;a href="http://photo.blogpressapp.com/show_photo.php?p=11/12/24/606.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://photo.blogpressapp.com/photos/11/12/24/s_606.jpg" style="margin: 5px;" width="476" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5999374748395788403?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5999374748395788403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5999374748395788403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/12/natal-2011_24.html' title='NATAL 2011'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5144119896017424002</id><published>2011-12-04T21:09:00.001Z</published><updated>2011-12-05T09:25:28.938Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estórias da História'/><title type='text'>MOMENTOS INESQUECÍVEIS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href='http://photo.blogpressapp.com/show_photo.php?p=11/12/04/2398.jpg'&gt;&lt;img src='http://photo.blogpressapp.com/photos/11/12/04/s_2398.jpg' border='0' width='217' height='281' align='right' style='margin:5px'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A capa da última revista Exame trazia o médico dentista Paulo Maló e &lt;br /&gt;relacionava-o com o tema "A ANGÚSTIA DE GERIR EM CRISE" - lá dentro outros dois amigos, António Afonso Cardoso Pinto e Artur Santos Silva e ainda o algesino António Câmara. Mas, para este caso, o importante é o Maló.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Paulo Maló foi jogador de rugby da Académica e foi internacional. Numa das vezes em que fui treinador-seleccionador do XV principal de Portugal pude contar com ele - julgo que as suas internacionalizações foram todas da minha responsabilidade - e foi sempre uma mais-valia para a equipa: era um ponta rápido, poderoso e fazia muitas vezes a diferença sobre as defesas adversárias. Um dia - 13 de Abril de 1986, em Jesi - jogamos contra a Itália. E fomos com pretensões de vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito próximo do final do jogo, dois ou três minutos, perdíamos por 26-24. Conseguimos colocar-nos dentro do meio-campo deles e muito próximo da linha de 22. Aprendido do basquetebol tínhamos, como eles, uma "jogada combinada" bem treinada e só para ocasiões desta natureza: resultado próximo e sobre o final do jogo. A jogada envolvia o ponto forte Maló que, depois dos iscos atirados à defesa, receberia a bola sobre o intervalo criado e só tinha que, lançado, correr para a linha de ensaio, evitando a pior das hipóteses de um último defensor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bola a circular, tudo a correr bem, auto-estrada aberta, Maló lançado no tempo exacto, bola passada e agarrada e, no banco, a vitória estava garantida. Maló isolado, colocou a bola no chão a seguir ao risco: ensaio! Mas não ouvimos o apito nem vimos o gesto do árbitro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponta Maló fez tudo bem feito, viu um risco e colocou a bola no chão - só que o risco era da pequena área do futebol e estava um metro antes da linha de ensaio. Fosse pelo que fosse Maló confundiu as linhas... E os italianos ganharam o jogo por dois pontos. Vidas!...&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5144119896017424002?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5144119896017424002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5144119896017424002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/12/momentos-inesqueciveis.html' title='MOMENTOS INESQUECÍVEIS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2023334963147007929</id><published>2011-11-29T00:13:00.001Z</published><updated>2011-11-29T01:06:19.747Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tabelas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Realidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ranking IRB'/><title type='text'>COISAS QUE LIGAM COISAS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-M6VoQR8NQkU/TtQjdYgbG9I/AAAAAAAABIs/-L8eysExrvo/s1600/RankIRB+Nov2011web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="275" src="http://2.bp.blogspot.com/-M6VoQR8NQkU/TtQjdYgbG9I/AAAAAAAABIs/-L8eysExrvo/s400/RankIRB+Nov2011web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: Ranking&amp;nbsp;IRB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portugal foi a equipa - entre os nossos adversários próximos - que mais lugares perdeu no pós-Mundial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zKrqsvTzdiI/TtQj5iuM9MI/AAAAAAAABI0/jBbjgrSSZWw/s1600/Jogadores+seniores+web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="275" src="http://4.bp.blogspot.com/-zKrqsvTzdiI/TtQj5iuM9MI/AAAAAAAABI0/jBbjgrSSZWw/s400/Jogadores+seniores+web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Fonte: IRB&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Portugal,&amp;nbsp;ao contrário do que o mito da&lt;em&gt; regra&lt;/em&gt; impõe, tem companhia&amp;nbsp;na relação entre o número de jogadores totais federados e o número de jogadores seniores masculinos. Ou seja: não andamos longe de outros adversários e as razões do nosso posicionamento não estarão aqui.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dvynrNpVITs/TtQkDA6qlmI/AAAAAAAABI8/G3ytfz3qGls/s1600/9JorCN2011web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="275" src="http://3.bp.blogspot.com/-dvynrNpVITs/TtQkDA6qlmI/AAAAAAAABI8/G3ytfz3qGls/s400/9JorCN2011web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: jornais portugueses&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;À nona jornada do Nacional da I Divisão a diferença entre os quatro primeiros e os quatro últimos começa a justificar as cada vez maiores dúvidas sobre a competitividade interna - criando preocupações para a próxima época internacional. Como iremos ultrapassar o &lt;em&gt;gap&lt;/em&gt; entre os hábitos competitivos internos e as necessidades internacionais? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;"Possui a nossa estratégia, juntamente com os recursos e capacidades que a suportam, uma razoável hipótese de sucesso?. Estamos apenas a jogar o jogo pelo&amp;nbsp;jogo ou temos aquilo que é preciso para ganhar?" &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;The Right to Win&lt;/em&gt;, Cesare Mainardi e Art Kleiner&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em que estratégia vamos - se é que queremos - assentar para criar hipóteses de vitória: na crença da &lt;em&gt;armada estrangeira&lt;/em&gt;? e internamente resistiremos? e faremos futuro sem readaptações da formação&amp;nbsp;à modernidade do jogo? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Os tempos de pensar e de agir podem ser quase simultâneos - desde que, ao contrário da maravilhosa&amp;nbsp;Alice, se saiba para onde se quer ir. Construindo o caminho adequado.&lt;/div&gt;&lt;div align="left" style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2023334963147007929?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2023334963147007929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2023334963147007929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/coisas-que-ligam-coisas.html' title='COISAS QUE LIGAM COISAS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-M6VoQR8NQkU/TtQjdYgbG9I/AAAAAAAABIs/-L8eysExrvo/s72-c/RankIRB+Nov2011web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6344698912572295976</id><published>2011-11-21T01:16:00.001Z</published><updated>2012-01-23T02:23:46.289Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ouvido ou lido'/><title type='text'>LIÇÃO DE VIDA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;strong&gt;"Os seres humanos, quando o eu se transforma em nós e trabalham em equipa, quando há um objectivo comum que a todos recompensa de igual forma, são capazes de suportar coisas à partida insuportáveis e de fazer coisas incríveis."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;strong&gt;"O medo paralisa. O medo é para atravessar. É para ter coragem para atravessar. O medo prende-te. O que interessa é a acção, é a única coisa que produz resultados. Por isso se diz que de boas intenções está o inferno cheio. Mas não de acções, apenas de intenções. Os animais quando têm medo fazem duas coisas: atacam ou fogem. O homem inventou uma terceira reacção que não é natural, é apenas mental: ficar quieto."&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;strong&gt;Gustavo Zerbino&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;presidente da União Uruguaia de Rugby&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;jogador dos Old Christians e um dos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;sobreviventes do desastre de aviação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;nos Andes em 1972&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;(in A Bola)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6344698912572295976?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6344698912572295976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6344698912572295976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/licao-de-vida.html' title='LIÇÃO DE VIDA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-233135922540307764</id><published>2011-11-18T13:15:00.001Z</published><updated>2011-11-18T14:11:21.665Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rugby e Inclusão'/><title type='text'>ESCOLINHA DA GALIZA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ontem estive no jantar&amp;nbsp;em favor da Escolinha de Rugby da Galiza. Para além da recolha de fundos a que se destinava - e deve ter havido resultados aceitáveis pela solidariedade evidenciada - devem ser relevados dois aspectos que tornaram a cor da&amp;nbsp;festa mais viva:&amp;nbsp;o compromisso do Presidente da Câmara de Cascais, Carlos Carreiras, da construção de um campo para o desenvolvimento do plano desportivo da Escolinha de Rugby da Galiza e&amp;nbsp;a extensão à Damaia da Escolinha e dos seus princípios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O&amp;nbsp;compromisso do campo&amp;nbsp;representa a garantia de que o projecto Escolinha tem melhores condições para continuar o notável trabalho que a incansável Maria Gaivão - sonho e vontade inabaláveis -&amp;nbsp;tem vindo a realizar, conseguindo criar sinergias e envolvimentos onde pareceria impossível chegar. Das vontades que permitiram a Escolinha chegar onde já está - vai haver um salto, delicado mas corajoso, para o rugby de XV -&amp;nbsp;espero a melhor atenção para o &lt;em&gt;ponto crítico &lt;/em&gt;que os transportes representarão nesta nova fase de desenovlimento do projecto da ATL da Misericórdia de Cascais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;extensão à Damaia&amp;nbsp;constitui uma excelente novidade. O Desporto, onde apenas contam as cores das diferentes camisolas, onde o mérito e o talento tem óbvio reconhecimento e onde se aprende a transformar o erro em experiência com a derrota e a vitória a pertencerem à mesma moeda, tem características únicas de inserção social; o Rugby, em particular, com os valores que lhe são próprios - e que encabeçam o rótulo desta página - apresenta condições ideias para integrar e abrir horizontes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gostaria ainda que&amp;nbsp;este exemplo de continuidade, desenvolvimento e clareza de objectivos que a Escolinha de Rugby da Galiza nos mostra,&amp;nbsp;desse as forças necessárias e possibilitasse a mesma continuidade ao programa "Desperta no Desporto&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;"&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://finisterrasuave.blogspot.com/2011/06/desperta-no-desporto.html"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;[ver aqui]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; - apontado a jovens que habitam&amp;nbsp;bairros problemáticos e com os mesmos&amp;nbsp;objectivos de insersão social&amp;nbsp;e abertura de horizontes - que foi lançado em Março de 2010 pelo Governo Civil de Lisboa&amp;nbsp;e Câmara de Loures no âmbito do &lt;em&gt;Contrato Local de Segurança&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(e que, então, era&amp;nbsp;coordenado pelo Rafael Lucas Pereira e que tem a componente Rugby no seu espaço)&amp;nbsp;e que não tem -&amp;nbsp;a crise afecta tudo -&amp;nbsp;passado os melhores dos dias...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;À Maria Gaivão e a todos os seus colaboradores, um grande abraço. O Rugby é mais do que um jogo!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-233135922540307764?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/233135922540307764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/233135922540307764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/escolinha-da-galiza.html' title='ESCOLINHA DA GALIZA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3665750761399326154</id><published>2011-11-15T19:30:00.001Z</published><updated>2011-11-18T13:14:18.923Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Realidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jogos-Teste'/><title type='text'>EXIGÊNCIA: APRENDER DEPRESSA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;“O falhado é um homem que errou mas não é capaz &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;de converter o seu erro em experiência.” &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Elbert Hubbard, escritor&amp;nbsp;(1856-1915)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pode parecer anedota mas é a dura realidade dos factos: o rugby português perdeu mexendo-se, mais do que tinha ganho estando quieto. Não participando no último Mundial, Portugal subiu, à custa da Rússia, um lugar e recuperou a vigésima posição no ranking da IRB ; jogando, em casa e contra equipa pior qualificada, perdeu quatro posições e encontra-se já atrás da Espanha. Pior: saindo da casa dos sessenta pontos deixou alargar o fosso para os adversários habituais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Mandava a lógica que Portugal vencesse o Uruguai que hoje, pelos resultados que tem vindo a conseguir, já não é a besta-negra – eu que o diga… - de outras alturas. Pelo contrário, a equipa uruguaia é fraca. As suas recentes derrotas – inesperada contra Chile e com banhos de dezenas de pontos contra a Argentina e Jaguares – mostram que o Uruguai está, com as evoluções que se vão percebendo, cada vez mais longe das equipas candidatas a lugares em próximos mundiais. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Com praticamente o mesmo número de jogadores seniores que Portugal, o Uruguai só mostrou uma capacidade: a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;formação-ordenada&lt;/i&gt; que fez gato-sapato da nossa. E a razoabilidade defensiva foi-o apenas por falta de teste eficaz. Quanto ao resto…um chutador sofrível, um jogo de passes sem qualidade, um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;alinhamento&lt;/i&gt; abaixo do nível internacional. Pouco, muito pouco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Esta selecção portuguesa não utilizou “estrangeiros” e a prata-da-casa mostrou-se no degrau da incapacidade internacional. E o pior que pode traduzir esta derrota será criar uma qualquer secreta convicção que, se presentes, o problema da incapacidade competitiva será resolvido. Porque o real significado da derrota traduz – basta assistir aos jogos - a mediocridade e o desequilíbrio do nosso nível competitivo interno que esta selecção realmente representou. Encontrando-se, como se viu, furos abaixo do internacionalmente exigível, a actual competição não se mostra capaz ou sequer suficiente para treinar jogadores para o nível internacional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Mas o confronto alertou para mais: mostrou que neste desequilíbrio interno o combate das &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;formações-ordenadas&lt;/i&gt; é uma não-existência que cria, não sendo tomadas as medidas necessárias, um obstáculo impeditivo de qualquer eficácia internacional. Já se sabe nas poucas certezas que o rugby define: sem &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cinco-da-frente&lt;/i&gt; não se ganham jogos. Mais: sem &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cinco-da-frente&lt;/i&gt; a carreira internacional não é possível (o Japão que o diga). E o jogo mostrou à evidência uma total incapacidade da &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;formação-ordenada&lt;/i&gt; portuguesa. O que só é resolúvel, é bom de ver, com um nivelamento por cima da competição interna, possibilitando aos jogadores intervenientes as condições tão próximas quanto possíveis da realidade do combate internacional – é por isso, por esta necessidade, que uma grande maioria dos países mais avançados na modalidade disputam competições que ultrapassam as suas fronteiras (as excepções são a Inglaterra e a França cujo número de jogadores lhes permite tal luxo)&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Apostar nos “estrangeiros” para resolver a falta de capacidade interna é uma falsa solução e não promoverá o salto qualitativo do rugby português. O seu recurso tem que ser integrado – para garantir a sustentabilidade internacional necessária – num ambiente interno competitivamente capaz e desportivamente eficaz. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A questão a resolver é simples de enunciar: se a pretensão do rugby português é a sua qualificação para o Mundial de 2015 – e julgo que será – é preciso mudar, criando as condições competitivas internas que permitam o desenvolvimento dos jogadores, criando-lhes hábitos que lhes permitam a constância da aproximação às cada vez maiores exigências técnicas, tácticas e estratégicas internacionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Deixando correr o marfim, continuando uma competição interna cada vez mais desqualificada, dificilmente a sorte dos deuses nos iluminará. Mude-se então. E quanto antes. Porque, mais à frente, já será tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;“Se é preciso mudar, a melhor altura é agora.” &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Raul Bessa, presidente da EDP (1983-1988)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3665750761399326154?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3665750761399326154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3665750761399326154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/exigencia-aprender-depressa.html' title='EXIGÊNCIA: APRENDER DEPRESSA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-59989788446004760</id><published>2011-11-08T19:48:00.000Z</published><updated>2011-11-08T19:48:44.735Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>VENCEDORES E PERDEDORES PARCELARES</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O&amp;nbsp;único resultado que importa - que é verdadeiramente importante -&amp;nbsp;num Mundial é ganhá-lo. Ser Campeão do Mundo. Foi o que conseguiram os All-Blacks e por isso serão lembrados. Dos outros, dos lugares conseguidos, dos resultados obtidos, lembrar-se-ão os próprios e poucos mais. Mundial é o campeão, o campeão mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas há vencedores parcelares. Equipas que fizeram o que não se esperava e que foram capazes de superar as mais optimistas expectativas. E vale a pena lembrá-los.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3D0bXPoacZU/TrYFuLOVMxI/AAAAAAAABHs/HXfC1Cl9jbg/s1600/Photo+06-11-11+03+47+39.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" ida="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-3D0bXPoacZU/TrYFuLOVMxI/AAAAAAAABHs/HXfC1Cl9jbg/s400/Photo+06-11-11+03+47+39.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O primeiro de todos, a equipa que conseguiu melhores vantagens pela disputa do Mundial foi Tonga que subiu três posições no ranking IRB.&amp;nbsp;Com&amp;nbsp;pouco mais de 100 mil habitantes, 82 clubes e&amp;nbsp;3 mil jogadores seniores masculinos, o rugby de Tonga iniciou o Mundial&amp;nbsp;no 12º lugar do ranking para terminar em 9º lugar atingindo, pela primeira vez&amp;nbsp;um lugar entre os dez primeiros, e juntando mais 4,15 pontos aos seus pontos de ranking. Um feito!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda equipa, pelo inesperado,&amp;nbsp;nestes ganhos parcelares foi o nosso adversário directo Geórgia. Com pouco mais do que 4,5 milhões de habitantes, 46 clubes e 878 jogadores seniores masculinos, a Geórgia subiu do 16º lugar de entrada no Mundial para o 14º, acrescentando 79 centésimas de ponto aos seus pontos de ranking e consolidando de forma muito segura a posição de sétima equipa europeia e com, ao que se vê, uma rectaguarda&amp;nbsp;segura&amp;nbsp;- apurados (com a Russia) em Sub-19 para o Junior World Trophy 2012 e em sub-18 (com Portugal) para o europeu 2012&amp;nbsp;- Troféu Justin Bridou. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quer a Argentina, quer a Irlanda conquistaram duas posições; os Estados Unidos, a Namíbia, o Canadá e a França conquistaram uma posição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do lado dos perdedores, embora a Escócia, perdendo três posições, seja a que maiores custos teve com a presença no Mundial, é Gales o grande perdedor ao&amp;nbsp;descer duas posições no ranking da IRB - entrou como sexto e terminou em oitavo -&amp;nbsp;quando fez figura de potencial finalista. Com esta descida Gales perdeu a possibilidade de ser cabeça-de-série em 2015 - chegou a estar assim qualificado antes do jogo das meias-finais&amp;nbsp;com a França - e surge - pelo que mostrou em jogo - como uma espécie de injustiçado&amp;nbsp;pela lógica implacável das regras que estruturam o ranking. O Japão (com 53 mil jogadores seniores masculinos!), sempre a prometer mais do que aquilo que atinge, perdeu também duas posições e deixou-se ultrapassar pelo Canadá (cerca de 9 mil jogadores seniores masculinos)&amp;nbsp;e Geórgia. A Russia, perdendo também duas posições, caiu fora dos vinte primeiros lugares do ranking, posição que há&amp;nbsp;muito desconhecia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Perdedores foram também a África do Sul, Samoa, Itália, Fiji e Roménia&amp;nbsp;que perderam uma posição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas há ainda um vencedor extra-competição. Por mais&amp;nbsp;paradoxal que pareça - primou pela ausência - Portugal foi um dos beneficiados do conjunto de resultados (e da formação dos grupos) que resultaram deste Mundial. Pode mesmo dizer-se que a sua não qualificação - por erros diversos e demasiado elementares na disputa dos jogos de qualificação - possibilitou melhor resultado do que a sua presença permitiria. Não estando, não jogando, não&amp;nbsp;ganhando mas também não perdendo, Portugal conseguiu o melhor resultado com o mínimo esforço: subiu um lugar e encontra-se na vigésima posição do ranking. Sortes da vida...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Destes reposicionamentos, um dado: a capacidade e eficácia do rendimento desportivo das equipas de rugby por esse mundo fora é bastante mais complexa do que as receitas triviais e fáceis do aumento de número de praticantes e alargamentos das participações. Pelo que se observa,&amp;nbsp;a formação e o nível da competição permanente que moldam os jogadores parecem ter uma palavra mais importante a dizer.&amp;nbsp;A anotar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-59989788446004760?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/59989788446004760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/59989788446004760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/vencedores-e-perdedores-parcelares.html' title='VENCEDORES E PERDEDORES PARCELARES'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3D0bXPoacZU/TrYFuLOVMxI/AAAAAAAABHs/HXfC1Cl9jbg/s72-c/Photo+06-11-11+03+47+39.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7290522564465735977</id><published>2011-11-06T01:41:00.001Z</published><updated>2011-11-06T01:41:29.356Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>DOR DE COTOVELO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Era expectável: a &lt;em&gt;dor de cotovelo&lt;/em&gt; inglesa - 49 milhões de habitantes, com 1900 clubes e 166 762 jogadores seniores masculinos - convive muito mal com o título mundial dos neozelandeses - pouco mais de 4 milhões de habitantes para 562 clubes e 27 374 jogadores seniores masculinos. E para esquecer amarguras e agruras e minorar despeitos trataram de colocar&amp;nbsp;a vitória, defendendo a equipa francesa&amp;nbsp;porque mais fácil de&amp;nbsp;engolir (mais de 65 milhões, 1630 clubes com 110 270 jogadores seniores masculinos, na final como um brinde da arbitragem tendenciosa do sul-africano Craig Joubert. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Considerado por todos como um dos melhores - se não o melhor - árbitros mundiais viu&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;crescer uma campanha contra ele após a vitória final dos All-Blacks. Vídeos com montagem dos "pontos críticos", análises disto e daquilo e a sempre apetecível ataque ao &lt;em&gt;proteccionismo permanente&lt;/em&gt; ao faltoso Richie McCaw - ataque que, por recorrente, já faz parte das lendas e narrativas rugbísticas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;[&lt;em&gt;como curiosidade: McCaw começou a jogar num pequeno clube, o Kurow, que, como pequeno clube que era, nem sempre conseguia quinze jogadores para os jogos e McCaw, sempre presente, fazia, sozinho, o papel de toda a terceira-linha. Provavelmente esta a razão porque está sempre nos sítios e momentos decisivos...&lt;/em&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Agora que se soube que Joubert irá apitar o Gales-França do próximo Seis Nações, também em França, não vá o diabo de Cardiff tecê-las, se começou a falar - naquilo que a moda gosta de designar por jogos psicológicos - do prejuízo causado pela arbitragem do sul-africano na final do Mundial.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;É claro que terá havido erros. Mas é tão fácil percebê-los sentados em casa e a vê-los na repetição televisiva - falta! foi falta! - grita-se com indignação! Mas no campo a coisa é diferente e se os adeptos mais fanáticos vêem sempre e em cada movimento faltas a favor da sua equipa, o facto é que é muito difícil arbitrar com a equidade devida um jogo de rugby.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;O que leva a pensar ser necessário clarificar o jogo no chão por forma a não deixar que as dúvidas ultrapassem a equidade necessária ao jogo. Para mim, na leitura que as Leis do Jogo permitem - e pela igualdade de oportunidades que exigem - julgo ser absolutamente necessário definir a sequência de procedimentos: o jogador portador da bola, logo que placado* deve, como primeira obrigação, largar a bola; após este largar de bola é que o jogador placador passa a ter obrigação de largar o placado (de outra forma, ao largá-lo antes, permitiria que o portador continuasse na posse da bola e, até, renovasse o seu movimento anterior). Colocado assim, sendo mais fácil interpretar o jogo no chão, o uso subsequente da bola - continuidade ou recuperação - ficará dependente da melhor organização e eficácia do apoio na oposição defesa/ataque como deve ser, aliás, num desporto colectivo. E como também deve ser: que sejam os jogadores - e não o árbitro - a afirmar o resultado do jogo.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;Voltando à final. Os franceses só se podem queixar se si próprios... Em vez de procurar jogar, definindo posições e marcando pontos, decidiram ficar à espera da falta e entregaram-se ao critério do árbitro que não lhes terá dado voz.Mas foi sua a escolha estratégica. E poderiam ter, no mapa táctico das escolhas, escolhido outro caminho. Que, dependendo apenas de si e da relação de forças com o adversário directo, não entregaria os seus interesses a uma terceira via incontrolável. Escolhas, portanto.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;* para o que basta que o portador da bola tenha qualquer &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;parte &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;do corpo &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;- excepto os pés - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;em contacto com o chão quando tocado por um adversário.&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: PT;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7290522564465735977?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7290522564465735977'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7290522564465735977'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/11/dor-de-cotovelo.html' title='DOR DE COTOVELO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-9215445343514937784</id><published>2011-10-25T02:11:00.002+01:00</published><updated>2011-11-02T14:19:26.344Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>O MUNDO É ALL-BLACK</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="citation-fin"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;&lt;em&gt;"Car, chez le rugbyman, si le collectif est l'alpha, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;l'élégance &lt;/span&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;n'est pas loin d'être l'oméga.&amp;nbsp;Po&lt;/span&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;ur&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;&lt;em&gt;être bien joué, le rugby doit être beau."&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span lang="FR" style="font-family: Arial; mso-ansi-language: FR;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;anúncio da roupa da selecção francesa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZIpuuQSqKZg/TqYJAsZf4nI/AAAAAAAABHU/1XHI_cpHa5U/s1600/Haka+final.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="225" ida="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZIpuuQSqKZg/TqYJAsZf4nI/AAAAAAAABHU/1XHI_cpHa5U/s400/Haka+final.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;Official RWC2011&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Nova Zelândia, através dos All-Blacks, é campeã mundial. Ainda bem: é justo e bom para o jogo. Justo porque ao longo dos anos tem sido – com excepção dos anteriores mundiais – a melhor equipa como demonstra a sua quase permanente ocupação do primeiro lugar no ranking IRB; bom, porque sendo uma equipa que faz um bom uso da bola, utiliza a alternância como forma de desequilibrar e surpreender as defesas é ainda capaz de dar ao rugby a emoção e elgância do espectáculo. É ainda&amp;nbsp;bom porque pode ser dado como exemplo de que o rugby de ataque pode ganhar. E&amp;nbsp;é bem mais agradável de ver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Não é que a final fosse um bom jogo – bem melhor do que 2007, no entanto. Foi um jogo mais interessante pela incerteza do resultado do que por qualquer outra coisa. Culpas? dos franceses em primeiro lugar: porque se limitaram a organizar-se defensivamente, sem correr qualquer risco mantiveram a posse da bola à espera do erro adversário - assim marcaram um ensaio. E com um bom pontapeador, poderia resultar… estiveram quase lá. Por um só ponto...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A cultura neozelandesa – que é muito bem representada no &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;agarrem-me senão eu mato-o &lt;/i&gt;que o &lt;em&gt;haka&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;embora manifestação de inteligência segundo Sun Tzu, traduz&amp;nbsp;e que sempre os paralisou nos momentos-chave dos jogos decisivos dos campeonatos anteriores – esteve quase a pregar nova partida na última meia-hora da final. Valeu-lhes a espera francesa por uma penalidade que não caiu do céu em vez da coragem do risco total nos últimos cinco minutos: perdido por cem…E entre uma coisa e outra foi passando o tempo sem que a chama - para além do ensaio neozelandês - pegasse fogo à relva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A vitória dos neozelandeses tem outra vantagem: constituem um óptimo exemplo para, na formação dos futuros jogadores adultos, recorrer ao conceito do ensino e uso dos princípios básicos com que se fundamenta uma capacidade técnica e táctica individuais que, mais tarde, permitam a melhor expressão colectiva. Os novos campeões do mundo são – depois de alguns anos de &lt;em&gt;rugby-percentagem&lt;/em&gt; – um bom exemplo. Porque o rugby, o rugby agradável de ver, trata de usar a bola e usar o campo. Com criatividade e imaginação. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-9215445343514937784?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9215445343514937784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9215445343514937784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/o-mundo-e-all-black.html' title='O MUNDO É ALL-BLACK'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZIpuuQSqKZg/TqYJAsZf4nI/AAAAAAAABHU/1XHI_cpHa5U/s72-c/Haka+final.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3665980667239580092</id><published>2011-10-23T02:42:00.000+01:00</published><updated>2011-10-25T01:36:55.037+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>O DIABO NOS PORMENORES</title><content type='html'>O Cisne Negro - que Nassim Taleb caracteriza como inesperado, catastrófico e posteriormente previsível, mesmo facilmente explicável - de Gales foi aquele falhanço, aquela escorregadela, de James Hook que não transformou um pénalti contra a França. O aviso vem do corolário da Lei de Murphy - &lt;i&gt;quando a pressão aumenta, shit happens&lt;/i&gt; - e o homem mostrou, com os outros falhanços, não ter perfil psicológico para toda a areia que a camioneta de chutador exige. E como é fácil perceber e explicá-lo depois: porque não consegue a concentração exigível, porque a linha de corrida é desequilibrada, porque a esquina é demasiado prolongada. Fácil mas factual: foram os pontapés que impediram que Gales estivesse na final. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque no resto estiveram bem (vá lá, excepto quando os dois centros galeses se deixaram enganar pelo &lt;i&gt;isco&lt;/i&gt; do aparecimento de O'Connor e abriram uma auto-estrada de bandeira para o ensaio de Barnes). &amp;nbsp; O diabo está nos pormenores, diz-se. Os pormenores, em jogos de bota-fora&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;(1)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;, são o diabo. E foram, se tivermos - como tenho - o ponto de vista galês. E pormenor foi também o facto de bola ter sido passada para a frente no ensaio de Shane Williams (que raio de pormenor aquela tentativa de ressalto...). Foi passada para a frente mas só é visível quer pela televisão - fácil, facílimo - quer por um observador parado na linha de passe. Acontece que tudo estava em movimento: árbitro, árbitro auxiliar vulgo juíz-de-linha, jogador receptor e mais importante de tudo, o portador da bola quando parou, derrubado por adversários, já se encontrava á frente da linha de recepção - impossível de ver no momento. Um simples erro de paralaxe (já agora: no outro momento parecido e da responsabilidade australiana não, era fácil de verificar, não havia movimento do passador ou do árbitro).&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nível elevado do alto rendimento onde o rugby do mundial se encontra é preciso, para vencer, garantir que os chutadores da equipa serão capazes de transformar em pontos as faltas adversárias - e é preciso que a equipa adversária reconheça isso e que tenha dúvidas sobre as vantagens das suas faltas. Só assim as defesas serão obrigadas, não podendo arriscar em demasia defensivamente, a deixar os intervalos por onde será possível perfurar para impor o jogo entre-linhas. Não ter um chutador capaz no alto nível é queimar baterias sem fazer a máquina avançar.E foi por isso que, entre aqueles galeses que não puderam estar presentes no jogo das meias-finais e do terceiro/quarto lugar, o maior ausente foi o jovem e notável &lt;i&gt;abertura&lt;/i&gt; Rhys Priestland. A falta que ele fez... &amp;nbsp; No jogo da final se for verdade que o melhor ataque é a defesa, os neozelandeses vão sofrer muito para serem campeões do mundo. A França ainda não sabe bem como pode entrar em campo para disputar a final: nunca jogou grande coisa e teve a sorte dos números que fazem a chave da vitória. E uma coisa é certa: para aquele grupo de experientes jogadores, moldados num campeonato onde a derrota pesa muito mais do que a falta de pontos, estar na final é um euromilhões - e oportunidades, eles sabem, não se deitam fora. &amp;nbsp; E se os All-Blacks jogarem? se acharem que precisam da bola, que precisam de conquistar e manter território e que, no final do dia, o que contam são os pontos marcados - garantem ter aprendido a lição de 2007 quando na meia-final deixaram os pontapés de ressalto no balneário - a experiência dos franceses apenas servirá para limitar os prejuízos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os All-Blacks terãoque jogar bem e muito... o que é bom para o jogo e para nós, espectadores.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(1) - a forma popular que conheço desde sempre para designar jogos a eliminar &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;é &lt;i&gt;bota-fora&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;e nunca o &lt;i&gt;mata&lt;/i&gt; não sei quantos que, para além do mau gosto, é pouco desportivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3665980667239580092?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3665980667239580092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3665980667239580092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/o-diabo-nos-pormenores.html' title='O DIABO NOS PORMENORES'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5161590875878973183</id><published>2011-10-16T13:40:00.000+01:00</published><updated>2011-10-16T13:41:39.599+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>QUE JOGO!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iYVj2ucre9o/TprPUYPJhHI/AAAAAAAABHM/dojDFmOhtPM/s1600/allblacks+web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="225" oda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-iYVj2ucre9o/TprPUYPJhHI/AAAAAAAABHM/dojDFmOhtPM/s400/allblacks+web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Avançar com apoio para garantir a continuidade e exercer a pressão que desorganiza a defesa&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que jogo! Do primeiro ao último minuto o jogo fez-se, quer do lado neozelandês dos vencedores, quer do lado dos australianos, de acordo com a estratégia e as tácticas que definem o rugby como um jogo de ataque. Para voltar a ver e para mostrar – tal como o outro jogo de grande nível deste Mundial, o Gales-Irlanda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A simplicidade do jogo traduz-se nisto: o seu objectivo é fazer chegar, tão rápido quanto possível, o portador de bola á área de ensaio adversário. Tudo o resto – passes, chutos, corridas, fases, tempos e ritmos – são instrumentos colectivos a utilizar para desequilibrar e desorganizar a oposição permanente ataque/defesa. Utilizando sempre a vantagem da posse da bola – o ataque age e a defesa reage – para procurar surpreender a defesa. Aliás, se assim não fosse – se a prevalência fosse inexoravelmente da defesa, qual destino inibidor, qual seria o gozo do jogo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para que seja possível o objectivo – chegar à área adversária com a bola ou converter as faltas que as defesas fizeram para o evitar – é necessário saber aplicar em cada momento os &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Princípios Fundamentais &lt;/b&gt;ou Básicos do Rugby: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Avançar sempre!; Apoio; Continuidade; Pressão. &lt;/b&gt;A que se devem acrescentar os &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;3 Pês&lt;/b&gt; de que fala Saxton (no &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ABC&lt;/i&gt; agora reeditado): &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Possesion&lt;/b&gt; (posse da bola); &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Position&lt;/b&gt; (ocupação do terreno); &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Pace&lt;/b&gt; (velocidade). E, já agora, que se junte a trilogia de recomendações dos desportos colectivos: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Play Hard; Play Together; Play Smart&lt;/b&gt; – joguem no máximo, joguem juntos e joguem com inteligência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E foram estas as preocupações que se viram em ambas as equipas num jogo de grande qualidade competitiva.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os All-Blacks começando de forma superior – Piri Weepu hoje atacou a bola nos reagrupamentos com outra velocidade sendo, embora perdendo pontos nos pontapés aos postes, muito mais decisivo na dinâmica da sua equipa – não deram espaço aos australianos que nunca – muito por graça do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;três-de-trás&lt;/i&gt; neozelandês que esteve soberbo no jogo aéreo - &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;conseguiram a conquista territorial que lhes permitisse a posição para basear o lançamento dos seus ataques. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E houve jogadores, mais negros que amarelos, que tiveram participações excelentes. De entre os quais saliento Conrad Smith – que notável jogador na discrição da sua participação: está sempre no sítio certo, usa a bola com oportunidade e adequadamente, defende o seu corredor com determinação e eficácia. Grande nº13. Notável. Gostaria sempre de poder contar com ele numa equipa minha…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E de novo se constatou um velho preceito rugbístico: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;os avançados ganham os jogos; os três-quartos dizem por quanto&lt;/i&gt;. O bloco avançado All-Black – o seu &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cinco-da-frente&lt;/i&gt; - &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;dominou completamente e nas diversas fases do jogo os seus adversários e a partir daí estava lançada a plataforma que sustentaria a vitória. Sempre com base no avanço, conquistando centímetros ou metros, e no lançamento de jogadores em movimento – numa lição a reter e a transportar para o campo da formação de jogadores. Porque não se joga assim porque se nasceu assim: é porque se aprendeu a jogar assim!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Curiosamente no final do jogo, respondendo ao como preparar a final, Graham Henry declarou: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;trabalhando o básico!&lt;/i&gt; E são eles a melhor equipa do mundo…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O rugby é um jogo de ataque e desenvolve a sua eficácia colectiva em torno de princípios estratégicos que exigem a adequação e subordinação das tácticas utilizadas. Atacando e defendendo, uma equipa de rugby, para ser vitoriosa ao nível mais elevado, tem que saber ser eficaz em ambos os departamentos. Mas é o ataque que ganha jogos e a defesa que o garante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;[em relação ao cartão vermelho mostrado a Sam Warburton: de facto e lendo&amp;nbsp;o esclarecimento &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;da IRB,&amp;nbsp;quando um jogador, forçado pelo placador,&amp;nbsp;atinge o solo com a cabeça ou &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;parte superior &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;do corpo e os seus pés ainda estão no ar é considerado jogo perigoso e está sujeito a um &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;cartão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;vermelho. Foi o que aconteceu]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5161590875878973183?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5161590875878973183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5161590875878973183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/que-jogo.html' title='QUE JOGO!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-iYVj2ucre9o/TprPUYPJhHI/AAAAAAAABHM/dojDFmOhtPM/s72-c/allblacks+web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7237014597062021037</id><published>2011-10-16T01:02:00.000+01:00</published><updated>2011-10-16T01:02:14.906+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Realidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resultados'/><title type='text'>ESTRATÉGIA GALESA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Apesar da derrota na meia-final, o XV de Gales - uma das equipas mais novas, senão mesmo a mais nova, do Mundial - mostrou-se um notável conjunto capaz de exprimir um rugby positivo de conteúdos adequados aos princípios fundamentais&amp;nbsp;que formatam o jogo desde a sua criação e que mantêm a sua pertinência no actual modelo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas estes resultados não surgem por obra e graça de um qualquer dote. A capacidade dos jogadores galeses resulta de uma boa e adequada formação, da criação de competição de níveis elevados e mais próximos da competição internacional e de uma&amp;nbsp;organização que suporta o rugby galês num quadro de alinhamento com os objectivos de elevadas prestações competitivas internacionais. Ou seja, o rugby galês tem uma estratégia e tem, pelo seu acerto, resultados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A este propósito e com as diversas explicações o&amp;nbsp;Raul Patrício Álvares, meu amigo e parceiro destas coisas rugbísticas - estivemos os dois, e&amp;nbsp;também António Coelho,&amp;nbsp;na equipa técnica da Selecção Nacional - escreveu o texto (em itálico)&amp;nbsp;que transcrevo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: center;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;O País de Gales e nós&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;A presença da selecção do País de Gales nas meias-finais do Campeonato do Mundo, para mais com forte hipótese de chegar á final, deveria fazer pensar os dirigentes do râguebi português (dirigentes em sentido lato: clubes, federação, etc.).&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Com efeito é espantoso como uma “região” com pouco mais de 3 milhões de habitantes, consegue produzir uma equipa de elite que não é mais do que o produto final de um sistema que engloba todas as etapas necessárias ao aproveitamento total do potencial disponível.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Quando observamos esta equipa, temos a sensação que não há um único jogador, que alguma vez tenha demonstrado poder&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;fazer parte dela, que não esteja lá.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Os dirigentes do râguebi galês, sabem o que querem, e o que é mais importante, sabem como lá chegar. São evidentes os princípios em que se baseia toda a “governance ”: competência, atitude e organização.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Competência para saber escolher modelos de formação, quadro competitivos , treinadores e técnicos.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Atitude em saber definir o que é realmente importante quando se trata de competição e não ter receio de “olhar para o alto”.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Organização que passou por uma impensável fusão de clubes antiquíssimos (mas em que os dirigentes têm mais amor ao râguebi do que ás camisolas), de modo a permitir que os melhores jogadores se batam com os melhores, numa competição profissional impossível de montar nos seus limites territoriais, em vez de se limitarem a exportar jogadores, método que por si só não garante uma profundidade suficiente para haver consistência competitiva.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Mesmo no “sete”, quando se tratou do Campeonato do Mundo, a aposta foi forte e teve como resultado a vitória. Nunca se preocuparam em serem campeões da Europa “que não joga râguebi”…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Que diferença para o que se passa em Portugal!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Será que os nossos dirigentes ainda não perceberam que não é preciso inventar nada? Basta aprender e adaptar. Lógico que as realidades são diferentes, mas os princípios não mudam, é só necessário fazê-los compaginar.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;E escusam de vir com a conversa da aposta no “sete” porque também aí não passamos da mediania, só que não se nota tanto…&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Um bocadinho de humildade talvez fizesse bem a quem manda no râguebi português, em vez de permanentemente estarem a tentar “vender” uma competência que não existe.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;No desporto, como na vida, só no confronto se vê quem é capaz. A auto-satisfação dá sempre mau resultado.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vale a pena reflectir para encontrar o caminho - a estratégia - que nos permita a frequência dos grandes momentos da modalidade. De forma sustentada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7237014597062021037?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7237014597062021037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7237014597062021037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/estrategia-galesa.html' title='ESTRATÉGIA GALESA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2317141366230114921</id><published>2011-10-15T11:59:00.000+01:00</published><updated>2011-10-16T13:40:59.096+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>OPORTUNIDADE JOGADA FORA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jJTe4zLKxyk/TpnqtMMCZ0I/AAAAAAAABHE/NDQ4vsFxtbA/s1600/JPB+gales.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" oda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-jJTe4zLKxyk/TpnqtMMCZ0I/AAAAAAAABHE/NDQ4vsFxtbA/s320/JPB+gales.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Concedo: a defesa ganhou o jogo. A passiva e quase incapaz França vê-se na final do Mundial graças à sua experiência - &lt;i&gt;náo armes em campeão que a gente não se aguenta&lt;/i&gt; - e ao jogo de "&lt;i&gt;tocaia&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;" que soube fazer. Também concedo: é preciso alguma qualidade para o conseguir... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para contentamento dos negativistas contentinhos - género &lt;i&gt;eu não disse?&lt;/i&gt; - da escola &lt;i&gt;a defesa é que ganha&lt;/i&gt; o momento é de felicidade com a folha de estatísticas na mão: França com 126 placagens contra apenas 56 de Gales. Como se isso dissesse alguma coisa do jogo para além da demonstração óbvia de que &lt;i&gt;a defesa ganha, quando o ataque dos outros&amp;nbsp;é incapaz&lt;/i&gt; (claro que a má defesa não deixa ganhar jogos ... mas isso é outra estória...) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A realidade: a defesa francesa ganhou o jogo porque o ataque galês o perdeu: nos dois pontapés imperdíveis falhados (contra uma defesa que faz o seu papel não se pode falhar a conversão das faltas ou o terreno que possa proporcionar); na &lt;i&gt;cabeçada&lt;/i&gt; do centro Davies quando a auto-estrada o levava para o &lt;i&gt;pátio do castelo&lt;/i&gt; adversário; no &lt;i&gt;adiantado&lt;/i&gt; do excelente North de intervalo aberto na última linha defensiva francesa. E nas bolas perdidas em alinhamentos próprios. Ou, ainda, na incapacidade de jogar adequadamente as continuidades do jogo - sem criatividade e de acordo com as expectativas da defesa não criando quaisquer desequilíbrios que provocassem faltas ou abrissem &lt;i&gt;buracos&lt;/i&gt; - de que foi exemplo a nulidade das 20 fases do final do jogo (que diabo, não haveria ninguém para tentar um &lt;i&gt;pontapé de ressalto&lt;/i&gt; no período de domínio territorial após o ensaio?) Ou ainda - questão central - no disparate do jovem capitão Warburton que se deixou expulsar (embora o cartão devesse ser amarelo e se perceba mal a rigidez da atitude do árbitro) de forma gratuita e irresponsável e com absoluto prejuízo da sua equipa, quiçá com a carga de responsável primeiro pela derrota. Para não falar no único momento de azar: a saída do pilar Adam Jones. Ou da impossibilidade do importante abertura Priestland. A sorte não andou por ali mas também foi mal procurada. Sortes... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A justificação do resultado: a juventude galesa rendeu-se aos braços da ratice dos experimentados franceses e jogou fora a oportunidade de uma vida. Sortes... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A França - não jogando - está final do Mundial, no que não deixa de ser um belo feito para uma equipa dada como &lt;em&gt;liquidada&lt;/em&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas o futuro está com Gales - mesmo que o consolo seja pouco e o sentimento de oportunidade jogada fora se sobreponha. Cardiff estará inconsolável... até ao jogo de disputa do terceiro lugar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;[a lucidez do&amp;nbsp;francês Médard no final do jogo: &lt;em&gt;os deuses do rugby estiveram connosco&lt;/em&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2317141366230114921?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2317141366230114921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2317141366230114921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/oportunidade-deitada-fora.html' title='OPORTUNIDADE JOGADA FORA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-jJTe4zLKxyk/TpnqtMMCZ0I/AAAAAAAABHE/NDQ4vsFxtbA/s72-c/JPB+gales.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7947534674968384198</id><published>2011-10-09T22:40:00.003+01:00</published><updated>2011-10-09T22:44:24.610+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>FUNCIONAMENTO DA LEI 60/20</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao contrário das expectativas, a vitória dos All-Blacks sobre a Argentina não foi brilhante e viveu da lei dos mais fortes -&amp;nbsp;cumprindo-se a&amp;nbsp;lei 60/20&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/lei-6020.html"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;ver aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;e distanciando-se apenas no final do jogo. Mas se o jogo teve alguma coisa interessante, foi a resistência argentina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A defesa argentina, ao não se deixar empenhar em demasia em cada movimento conseguiu sempre manter jogadores livres para intervirem em ajuda – e foram muito bons a cortar as linhas de passe, impedindo assim que o apoio neozelandês tirasse qualquer partido dos desequilibradores &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;passes-em-carga&lt;/i&gt; (off-loads). Para evitar esta vantagem argentina seria preciso que às paragens das cargas neozelandesas correspondessem libertações muito rápidas da bola. Nada disso aconteceu, pelo contrário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O formação Piri Weepu – considerado melhor jogador em campo – &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;man of the match&lt;/i&gt; – se foi o melhor marcador de pontos – 7 pontapés de penalidade – da equipa, foi também o maior &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;enterra&lt;/i&gt; dos movimentos da sua equipa: levou sempre horas a tirar a bola dos reagrupamentos e nunca utilizou formas surpreendentes de continuidade – horas para reiniciar sempre o mesmo. Facilitando a vida à defesa argentina que, mesmo tendo alguma responsabilidade no atraso da saída da bola, teve sempre a possibilidade de se reposicionar e conseguiu assim respirar mais tempo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sem Carter os All-Blacks são outra equipa e os adversários, sabendo disso, não precisam de organizar a defesa tão profundamente – o que lhes permite dobras mais prontas e mais eficazes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Argentina, embora com menor qualidade do que em 2007, mostrou de novo que a sua política exportadora – apenas dois jogadores pertencem a clubes argentinos – paga dividendos e mostra-se como um bom exemplo para quem pretender subir na cena internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Surpreendente mesmo foi o facto de um grupo de jogadores formados dentro de uma cultura táctica individual e colectiva de elevados níveis – uma das suas bases está no ABC do Râguebi de C.K. Saxton que Pinto de Magalhães, “o engenheiro”, traduziu e que a família agora republicou e que deve ser lido por quem se interessa pelo jogo – não tenha sido capaz de fazer a separação dos níveis muito mais cedo. Dentro de oito dias, a meia-final com a Austrália não permitirá esta pouco eficaz utilização da bola.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7947534674968384198?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7947534674968384198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7947534674968384198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/funcionamento-da-lei-6020.html' title='FUNCIONAMENTO DA LEI 60/20'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3363815111385908696</id><published>2011-10-09T08:28:00.003+01:00</published><updated>2011-10-09T09:16:42.469+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>OS PORMENORES SÃO O DIABO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os dados do jogo são irrefutáveis: a África do Sul perdeu o jogo – teve tudo para o ganhar. Teve o domínio territorial de 76% com 12’ 30” dentro dos 22 metros adversários; teve o domínio da posse da bola com 56% do tempo total – o que obrigou a Austrália a 147 placagens! A África do Sul conseguiu conquistar – o que é obra! - cinco dos oito alinhamentos australianos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O mérito australiano esteve na pressão e desmultiplicação defensiva de jogadores conseguindo 9 turnovers, a maior parte em momentos decisivos…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;… mas não se pode perder um jogo com tanto domínio, pensarão jogadores, treinadores e adeptos. O sonho do terceiro título mundial, perdeu-se; o sonho do próximo em 2015 começou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diabo está nos pormenores, diz-se. E foi nos pormenores que a&amp;nbsp;ainda campeã mundial&amp;nbsp;África do Sul se perdeu – um atraso mínimo no apoio, uma incapacidade de soltar a bola no milésimo antes de ir ao chão; um passe que se adianta na precipitação final do receptor, uma continuidade que se desperdiça. Mas o jogo que a África do Sul hoje mostrou foi bastante mais interessante do que o habitual: território sim mas com o objectivo de criar condições de concentração defensiva para explorar espaços. E o seu domínio reduziu a expressão australiana ao quase nada. Australianos que mostraram um ponto fraco desconhecido – a sua desagregação se sujeitos a níveis de pressão elevados. E a exploração deste factor vai ser ponto de partida dos próximos adversários. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Duas concepções de rugby – a organização e critério sul-africanos contra a australiana exploração dos espaços numa espécie de organização permanente do caos – estiveram frente-a-frente. O rugby ganhou e os espectadores também. Neste Mundial joga-se mais e melhor do que em 2007. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;[apenas 10 penalidades nuns quartos-de-final de um mundial.&amp;nbsp;Não é&amp;nbsp;bonito?]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3363815111385908696?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3363815111385908696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3363815111385908696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/os-pormenores-sao-o-diabo.html' title='OS PORMENORES SÃO O DIABO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-9047225873953269116</id><published>2011-10-08T11:20:00.000+01:00</published><updated>2011-10-09T01:25:44.323+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>O DOM DO PEDROTO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A inesperada vitória da França liquidou, felizmente, um fantasma: a possibilidade de repetição da final de 2007 entre a Inglaterra e a África do Sul. E embora não tivesse sido um jogo de grande qualidade – bastantes furos abaixo do Gales-Irlanda – o quinze francês melhorou alguma coisa e, principalmente, soube tirar o melhor partido dos erros e deficiências inglesas – má organização defensiva quer pelo uso de dois aberturas no meio-campo, quer pela preocupação de demasiada pressão defensiva de que resultou subidas defensivas demasiado rápidas e apressadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É, a-propósito, interessante notar que a subida demasiado rápida – se não for colectivamente objectiva e subordinada a plano táctico de recuperação da bola – só serve para auto-fixar os defensores (os atacantes capazes agradecem) e libertar mais espaço para o ataque. Para uma linha como a francesa a subida defensiva moderada e capaz de deslizar é, mesmo se cedendo algum espaço, a mais indicada -&amp;nbsp;situação, aliás,&amp;nbsp;aplicada posteriormente pelos defensores ingleses mas já com o desastre consumado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os erros defensivos ingleses foram tais e de tal ingenuidade - como é possível mudar de estratégia nuns quartos-de-final sem a experimentação adequada? - que rapidamente os franceses se viram na posição privilegiada de comando e não pude deixar de associar ao jogo o que conta o meu amigo João Mota sobre a resposta de José Maria Pedroto a impertinentes jornalistas depois de mais uma vitória sobre equipas inglesas: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;qual o meu dom? o meu dom é explorar sempre a estupidez das equipas inglesas.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Parece que os franceses terão&amp;nbsp;ouvido sobre&amp;nbsp;este dom do Zé do Boné... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-9047225873953269116?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9047225873953269116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9047225873953269116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/o-dom-do-pedroto.html' title='O DOM DO PEDROTO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3945953237876117051</id><published>2011-10-08T08:30:00.000+01:00</published><updated>2011-10-09T01:06:24.028+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenhos'/><title type='text'>NA MEIA-FINAL!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YQWv31LzGb4/To_6hugvJfI/AAAAAAAABG8/znyBHzOPlSg/s1600/Gales.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-YQWv31LzGb4/To_6hugvJfI/AAAAAAAABG8/znyBHzOPlSg/s320/Gales.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A defesa galesa - de novo elogios para Shaun Edwards - ganhou o jogo porque o seu ataque marcou os pontos necessários para garantir a vitória. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Excelente jogo num elogio ao rugby de movimento e&amp;nbsp;a mostrar que no Hemisfério Norte há equipas que sabem jogar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Falta só um jogo para Gales atingir a final! CYMRU!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3945953237876117051?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3945953237876117051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3945953237876117051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/na-meia-final.html' title='NA MEIA-FINAL!!!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-YQWv31LzGb4/To_6hugvJfI/AAAAAAAABG8/znyBHzOPlSg/s72-c/Gales.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5383701986132226366</id><published>2011-10-05T02:59:00.000+01:00</published><updated>2011-10-05T03:16:21.600+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>SESSENTA E SEIS SECOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para além dos habituais crentes de fé inabalável quem é que esperaria uma vitória galesa sobre Fiji de sessenta e seis secos? E a jogar bem: ataque aos intervalos, descoberta e criação&amp;nbsp;de espaços livres para lançar jogadores determinados a bater a defesa e conquistar terreno. E a defesa numa aposta de que &lt;em&gt;não nos marcarão&lt;/em&gt;? -&amp;nbsp;Shaun Edwards&amp;nbsp;é provavelmente o melhor treinador defensivo actual e soube, de maneira soberba, traduzir e adaptar as tácticas defensivas do XIII a uma consistente defesa do quinze galês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em termos de beleza de jogo, não vejo melhor exemplo: as diferentes formas possíveis aplicam-se de acordo com a leitura feita do movimento da defesa adversária - a adaptação que garante a sobrevivência (Darwin dixit) mostra-se a cada movimento galês. Está uma senhora equipa - incluindo&amp;nbsp;a capacidade de penetração que desequilibra defesas e&amp;nbsp;permite a exploração do espaço numa melhoria óbvia do seu jogo-entre-linhas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Talvez mais importante - zero pontos marcaram os adversários, lembra-se - foi o facto de Gales não ter feito faltas em zonas perigosas. Facto relevante e que significa disciplina, confiança e domínio. E que pode ser um plus&amp;nbsp;nos jogos que restam.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que Gales pode ir longe? Pode, muito longe até - e que jogo se prepara nos quartos-finais entre os primos celtas. Mas apostas são apostas: Gales ganha! nem que seja rés-vés.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Agora as más notícias: os analistas da IRB apostam no habitual - as vitórias, nesta altura de bota-fora,&amp;nbsp;vão pelo insuportável adágio de que &lt;em&gt;a&lt;/em&gt; &lt;em&gt;defesa é a melhor forma de defesa&lt;/em&gt; que,&amp;nbsp;somada a&amp;nbsp;um pontapeador capaz, ditará a vitória. O que significa o insuportável: África do Sul e Inglaterra&amp;nbsp;colocam-se no topo - um de cada lado - dos favoritos. Já se sabe, em provas compridas e compactas como este Mundial, uns e outros são capazes de repetir a sensaborona final de Paris.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para bem do rugby e do gosto pelo divertimento do jogo espero que haja - naqueles que usam a bola e que consideram que o jogo de passes - &lt;em&gt;o ataque é a melhor defesa&lt;/em&gt; - é o meio mais eficaz para chegar à vitória - quem garanta a vitória final. E que os que não gostam de jogar mas apenas de garantir resultados (franceses incluídos que ainda não concordaram na forma) viajem mais cedo para casa. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5383701986132226366?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5383701986132226366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5383701986132226366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/para-alem-dos-habituais-crentes-de-fe.html' title='SESSENTA E SEIS SECOS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5010912405084205495</id><published>2011-10-02T07:38:00.001+01:00</published><updated>2011-10-09T01:06:47.152+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>NOTÁVEL TONGA</title><content type='html'>A vitória de Tonga sobre a França será, até ver, o melhor resultado deste Mundial. Para além da conquista de lugares e pontos no ranking, Tonga conseguiu, desde já, a sua qualificação para o Mundial de 2015 e daí as expressões de alegria de toda a equipa - jogadores, treinadores, técnicos e dirigentes - no final do jogo. Chegados com ligeiro atraso ao grande concerto - o quarto lugar do TriNations vai ser ocupado pela Argentina - Tonga poderá, com a qualificação conseguida, preparar a sua participação sem sobressaltos e tornar-se um incómodo para alguns dos dez grandes esperando a oportunidade de novo alargamento da melhor competiçao do hemisfério sul.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5010912405084205495?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5010912405084205495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5010912405084205495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/10/notavel-tonga.html' title='NOTÁVEL TONGA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8594834013005491065</id><published>2011-09-28T01:08:00.000+01:00</published><updated>2011-10-09T01:07:54.817+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>JOGO DE MOVIMENTO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do amigo Pierre Villepreux -&amp;nbsp;francês&amp;nbsp;e antigo jogador e treinador internacional&amp;nbsp;(quem não se lembra, em 99 e em Cardiff, da vitória da inteligência&amp;nbsp;táctica da França sobre os All Blacks, 43-31, quando fazia&amp;nbsp;equipa com Skrella?) e uma das vozes mundiais mais respeitadas no campo do pensamento do jogo contemporâneo -&amp;nbsp;cito, de&amp;nbsp;crónica recente,&amp;nbsp;a visão ofensiva que traduz os objectivos do rugby de movimento:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oy2j1im1OHQ/ToJerdzbXFI/AAAAAAAABGs/NMgNOTYPiAc/s1600/Villepreux+jpb+web.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="232" kca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-oy2j1im1OHQ/ToJerdzbXFI/AAAAAAAABGs/NMgNOTYPiAc/s320/Villepreux+jpb+web.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Colecção: &lt;em&gt;À distância de um braço&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Em ataque: ser capaz de avançar à mão ou ao pé, impedindo a defesa de subir e criando assim uma relação de forças favorável; preservar no movimento sucessivo o desequilíbrio que este ganho de terreno proporcionou; conceder nessa continuidade o menor número possível de reagrupamentos e, quando o adversário nos contraria, libertar a bola rapidamente para continuar a dinâmica anterior.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Considerar a defesa como elemento táctico de&amp;nbsp;controlo também decisivo e que deve estar &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ligado&amp;nbsp;à &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;acção de ataque; ser capaz de avançar e exercer pressão eficaz para explorar as bolas recuperadas quer seja sobre os movimentos ofensivos à mão (turnover) quer sobre o jogo ao pé dos adversários (contra-ataque)."&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Tudo dito&amp;nbsp; e resumido: avançar, continuar, apoiar e exercer a pressão possível&amp;nbsp;a todo o momento.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8594834013005491065?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8594834013005491065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8594834013005491065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/jogo-de-movimento.html' title='JOGO DE MOVIMENTO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-oy2j1im1OHQ/ToJerdzbXFI/AAAAAAAABGs/NMgNOTYPiAc/s72-c/Villepreux+jpb+web.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1397629594718520228</id><published>2011-09-27T02:38:00.003+01:00</published><updated>2011-10-09T01:07:25.980+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>GALES SEMPRE!</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-SfAymwDAr3U/ToEnKQc9w_I/AAAAAAAABGo/ZO5qbFFCmIc/s1600/JPR_Williams.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="199" kca="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-SfAymwDAr3U/ToEnKQc9w_I/AAAAAAAABGo/ZO5qbFFCmIc/s320/JPR_Williams.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;JPR Williams em representação de todos os heróis do rugby galês&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gales fez o que lhe competia: ganhar, garantir o ponto de bónus e demonstrar de novo que a Lei 60/20 se aplica para distinguir a diferença entre escalões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E ainda por cima está a fazer um jogo interessante, de movimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Devendo agora vencer Fiji - coisa que nada terá de outro mundo - Gales prepara-se para um&amp;nbsp;6 Nações&amp;nbsp;do outro lado do mundo. E a mira da final está-lhe tão próxima como para qualquer outro. Ganhar à Irlanda ou à Inglaterra&amp;nbsp;e França não é impossível - pelo contrário! - e a ida à final está na mira de qualquer conversa de pub em Gales. Na minha também (acho que a minha avó&amp;nbsp;iria gostar) ... e seria uma excelente homenagem para os antigos jogadores galeses que enchem a minha memória de bom rugby e aos treinadores que me abriram o caminho para&amp;nbsp;muito do que sei. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O caminho é conhecido...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;entre parentesis: alguém acreditava na vitória de Gales no Mundial de Sevens?!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1397629594718520228?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1397629594718520228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1397629594718520228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/gales-sempre.html' title='GALES SEMPRE!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-SfAymwDAr3U/ToEnKQc9w_I/AAAAAAAABGo/ZO5qbFFCmIc/s72-c/JPR_Williams.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1413549034224237322</id><published>2011-09-26T13:56:00.001+01:00</published><updated>2011-09-26T13:56:19.070+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>RESPONSABILIDADE COLECTIVA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A propósito da importância e agrado da sua posição de Embaixador do &lt;em&gt;Keep Rugby Clean &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;cito, Felipe Contepomi, capitão da Argentina:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Enquanto jogadores temos a responsabilidade colectiva de educar a próxima geração de jogadores de Rugby em todos os aspectos” &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1413549034224237322?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1413549034224237322'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1413549034224237322'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/responsabilidade-colectiva.html' title='RESPONSABILIDADE COLECTIVA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6650904634873337606</id><published>2011-09-25T16:37:00.002+01:00</published><updated>2011-09-26T14:04:42.954+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>O DRAMA DO AFASTAMENTO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A chuva terá ajudado mas o jogo Escócia-Argentina só teve interesse pelo drama do afastamento que criou nos&amp;nbsp;três minutos finais momentos de grande intensidade emotiva dentro e fora das quatro linhas.&amp;nbsp;Quanto ao resto houve demasiado ping-pong de jogo ao pé quer na esperança do erro adversário, quer na tentativa de ocupação de território que garantisse espaço nas costas e minorasse os riscos do uso da bola - mas tudo muito desinteressante... embora pertencessem à Escócia os momentos de tentar jogar - para o que lhe faltou o talento e criatividade necessários. No fundo, a defesa Argentina, diga-se, pode sempre contar&amp;nbsp;com a incapacidade escocesa de&amp;nbsp;criação de desequilíbrios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De novo&amp;nbsp;veio à baila a eficácia do uso da bola: a Escócia - que deverá ter feito as malas -&amp;nbsp; deteve 54% da posse da bola em 50% de domínio territorial e mostrou-se incapaz de romper a defensiva argentina. Principalmente porque se deixou sempre dominar nos momentos de contacto não sendo capaz de: 1) atacar intervalos - o ataque&amp;nbsp;foi feito&amp;nbsp;à parede dos corpos argentinos (excepção de Lamont); 2) formar o apoio aos &lt;em&gt;pontos de quebra&lt;/em&gt; em tempo útil; 3) e como consequência bolas tardiamente disponíveis e já com a defesa argentina completamente organizada, em superioridade numérica e garantindo a boa cobertura dos corredores adjacentes aos &lt;em&gt;rucks&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Ponto interessante do jogo - para além da verificação&amp;nbsp;do notável espírito de combate por parte dos argentinos - foi a sua demonstração técnica de apoio ao placador para a recuperação da bola - e conseguiram algumas. A aproximação ao ponto de placagem do segundo defensor argentino com imediata cobertura (em pé!) do placado para lhe retirar a bola é sempre feita com grande contenção e de acordo com as Leis do Jogo - e com óbvias vantagens tácticas. Vale a pena rever estas fases para melhor compreender as possibilidades de exploração que permitem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6650904634873337606?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6650904634873337606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6650904634873337606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/o-drama-do-afastamento.html' title='O DRAMA DO AFASTAMENTO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1104993294964307360</id><published>2011-09-25T02:30:00.008+01:00</published><updated>2011-10-03T19:09:34.653+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>LOSANGO O ADN DO MOVIMENTO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Losango - o ADN do rugby de movimento -&amp;nbsp;é um conceito de sempre do rugby e é&amp;nbsp;constituido por quatro jogadores:&amp;nbsp;o&amp;nbsp;PORTADOR da bola, o&amp;nbsp;ATRELADO ou ASA&amp;nbsp;- aquele que acabou de fazer o passe ou que vem seguindo a bola e que apoia o interior do portador- , outro ASA - que apoia o exterior do portador - e o CAUDA que apoia nas costas do portador e que apoiará um ou outro lado de acordo com as decisões do portador. Há medida que este movimento vai tendo continuidade no jogo de passes, existe rotação - o cauda passa a asa, p.e. - e há novos jogadores a&amp;nbsp;integrarem o sistema.&amp;nbsp;Para que o &lt;em&gt;losango&lt;/em&gt; funcione eficazmente é necessário aceitar o comando absoluto do portador - é ele que, para o bem ou para o mal, toma as decisões que os outros companheiros têm que acompanhar e reagir.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="left" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xaIbmznKFT8/Tn549VybhZI/AAAAAAAABGY/o4s-natfPik/s1600/Losango+web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" height="312" src="http://3.bp.blogspot.com/-xaIbmznKFT8/Tn549VybhZI/AAAAAAAABGY/o4s-natfPik/s400/Losango+web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os All-Blacks em jogo recente contra a França não deixam os seus créditos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;APOIO &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;em mãos alheias&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-z3zTyYQH7Ok/Tn55UqrmsrI/AAAAAAAABGc/Zrgjue9mp0w/s1600/Losango+1973.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" height="307" src="http://1.bp.blogspot.com/-z3zTyYQH7Ok/Tn55UqrmsrI/AAAAAAAABGc/Zrgjue9mp0w/s400/Losango+1973.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No ensaio do século (ver &lt;em&gt;O Melhor&amp;nbsp;Ensaio de Sempre&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2009/12/o-melhor-ensaio-de-sempre.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;o &lt;em&gt;cauda&lt;/em&gt; Gareth Edwards &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;será o marcador&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿﻿&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uMgQszV_JUQ/Tn85lqWCkDI/AAAAAAAABGk/THsJr90tTpI/s1600/Losango+CDUL.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" height="232" src="http://1.bp.blogspot.com/-uMgQszV_JUQ/Tn85lqWCkDI/AAAAAAAABGk/THsJr90tTpI/s400/Losango+CDUL.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;A superioridade do CDUL (na foto: anos 70) que lhe permitiu &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;17 campeonatos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;baseou-se sempre no &lt;em&gt;rugby de movimento&lt;/em&gt; e o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;recurso &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ao &lt;em&gt;losango &lt;/em&gt;não era &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;desconhecido dos seus jogadores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta organização em &lt;em&gt;losango&lt;/em&gt;, conjugada com a técnica de &lt;em&gt;off-load&lt;/em&gt; - &lt;em&gt;passe-em-carga&lt;/em&gt; - constitui uma das ferramentas mais eficazes para romper a linha defensiva. Os All-Blacks e&amp;nbsp; Sonny Bill Williams são exemplos a reter.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1104993294964307360?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1104993294964307360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1104993294964307360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/losango-o-adn-do-movimento.html' title='LOSANGO O ADN DO MOVIMENTO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xaIbmznKFT8/Tn549VybhZI/AAAAAAAABGY/o4s-natfPik/s72-c/Losango+web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-9146414236583781604</id><published>2011-09-24T12:20:00.001+01:00</published><updated>2011-09-24T12:51:17.368+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>O USO É CONTINUIDADE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este Nova Zelândia-França colocou de novo a questão &lt;em&gt;&lt;strong&gt;posse da bola versus uso da bola&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; na ordem do dia. Quando os All-Blacks marcaram, aos 9 minutos,&amp;nbsp;o primeiro ensaio, o domínio da França era total: 70% de posse de bola; 85% de domínio territorial. No final do jogo, numa diferença de 5 para três ensaios, os All-Blacks tinham 51% de posse de bola e dividiam equitativamente o domínio territorial. E ganharam com ponto de bónus e por uma diferença bem superior àquela que as pontuações&amp;nbsp;do ranking admitem como normais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O jogo de rugby não é um jogo apenas de medição de forças e quem tem a bola tem que a saber utilizar e tirar partido da vantagem que a situação lhe dá. E neste domínio os neozelandeses foram muito superiores aos franceses. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois há ainda outro domínio do jogo que marca a diferença: a capacidade colectiva de organizar o caos – assim como pegar fogo à casa e saber retirar os pertences mais importantes. No fundo é disto que se trata, desiquilibrada a defesa por concentrações atacantes, há que saber continuar o movimento, explorando a desorganização...organizando-se primeiro. Que se aprende pelo treino aplicado, claro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os franceses mostraram as dificuldades que os mais avisados comentadores vêem notando com a sua organização competitiva interna: jogo de poucos riscos, baseado em provas de força, mais território que uso de bola&amp;nbsp;e com domínio do receio de perder sobre a vontade de ganhar. Para além de que, como refere o ex-internacional Alain Penaud, existe da parte dos treinadores franceses uma auto-suficiência prejudicial – olham para o Sul do alto da sua burra e não mostram compreender as transformações. No entanto, apesar de todas as debilidades que mostram – estão a jogar&amp;nbsp;poucochinho e só os seus jornalistas parecem acreditar que o problema é do treinador… – têm a sorte do calendário e a oportunidade de aparecer num bom lugar final. Mas não servirão de grande exemplo para quem queira construir futuro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Verdadeiramente, os franceses derem a mostra de absoluta incapacidade para uma equipa de pretensões – de que serve a super-máquina de treino de formações ordenadas, último grito da tecnologia? – e que se vê sempre como potencial vencedora. Para os adeptos servirá, para manterem a ilusão, a ideia que jogaram com uma equipa reserva, com um conjunto de médios de recurso, e que tacticamente a derrota era o melhor resultado – mas isto não retira as notórias deficiências de um jogo que raras vezes se mostra fluído nas ligações e acutilante na criação e exploração de desequilíbrios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do lado All-Black, mais uma lição da utilização do &lt;strong&gt;&lt;em&gt;losango&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - esse ADN do rugby de movimento - que, começando no gesto técnico de contacto de &lt;em&gt;dar as costas&lt;/em&gt;, é o instrumento de apoio e garante da continuidade do movimento que permite tornar eficaz o jogo de primeira fase e demonstrar – de novo – que o jogo de muitas fases é um mito de capacidade: muitas fases apenas demonstram incapacidade&amp;nbsp;para criar desequilíbrios e resultam sempre de uma relação negativa de oposição ataque-defesa. Afinal não é o ataque que tem o domínio do tempo e do modo? O controlo do momento da decisão?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Rugby é um jogo de ataque! e a maior parte das equipas que disputam este Mundial, pesem as maiores ou menores capacidades, têm mostrado gostar que assim seja. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;(e por ser assim, com jogos interessantes que se querem ver,&amp;nbsp;a difícil conjugação de horários neste lado de cá do mundo...)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em Tempo: a vitória da Inglaterra sobre a Roménia por 67-3 (10 ensaios a zero) construiu-se com 52% de posse de bola e 50% de domínio territorial por parte dos ingleses. Saber jogar, saber utilizar a bola - e neste saber estão incluídas as componentes técnicas e tácticas que permitem criar&amp;nbsp;desequilíbrios - faz a diferença&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-9146414236583781604?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9146414236583781604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9146414236583781604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/o-uso-e-continuidade.html' title='O USO É CONTINUIDADE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-4772657552907959150</id><published>2011-09-24T01:50:00.000+01:00</published><updated>2011-09-24T01:50:45.030+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>CURIOSIDADES E CRIATIVIDADE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Jogo entre a Austrália e os Estados Unidos mostrou - apesar do banho australiano de 11 ensaios contra um - algumas curiosidades estatísticas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por mais estranho que pareça a Austrália foi dominada quer em termos de posse de bola, quer&amp;nbsp;de conquista territorial. E no entanto ganhou com uma diferença de sessenta e dois pontos! Interessante e intrigante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os Estados Unidos conseguiram 54% de ocupação territorial e 53% da posse da bola, obrigando assim os australianos a realizarem 90 placagens contra 77 dos americanos. Mas marcaram onze ensaios...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Esta situação coloca de novo a questão da importância da &lt;strong&gt;posse&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;versus &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;capacidade de utilização&lt;/strong&gt;. E como demonstram os números: a capacidade de utilização eficaz da bola resulta em pontos, a posse nem sempre - como podemos ver no exemplo, ainda na 1ª parte do jogo, da&amp;nbsp;criação, por parte dos americanos, de 20 fases infrutíferas com a defesa australiana, com maiores ou menores dificuldades, a sobrepôr-se. O que vale mais? Defender bem&amp;nbsp;ou ter a posse da bola?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aqui chegados, temos outro ponto importante de discussão: que vantagens&amp;nbsp;proporciona&amp;nbsp;a posse da bola?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A&amp;nbsp;primeira e mais evidente: enquanto&amp;nbsp;de posse da bola o adversário não poderá marcar pontos - o que sendo uma forma de impedimento não evita, por si só e a julgar pelo jogo em causa, a derrota.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda e mais interessante: quem tem&amp;nbsp;a&amp;nbsp;posse da bola tem a possibilidade do controlo da situação, detendo o tempo e&amp;nbsp;o modo&amp;nbsp;da acção. O que é uma óbvia vantagem e permite explorar a situação defensiva atacando, com a força&amp;nbsp;surpreendente dos&amp;nbsp;argumentos ofensivos, os pontos fracos defensivos. Ou seja, quem tem a bola, tendo a&amp;nbsp;vantagem&amp;nbsp;da decisão, pode criar as surpresas necessárias ao desequilíbrio defensivo e marcar pontos. Para o que necessita de duas coisas:&amp;nbsp;dominar as técnicas e tácticas do uso da bola e ser capaz de impedir que o adversário antecipe a sua decisão. O que de novo nos leva até à formação dos jogadores e aos métodos a utilizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;...E mantém a criatividade como instrumento da manobra do&amp;nbsp;jogo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-4772657552907959150?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4772657552907959150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4772657552907959150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/curiosidades-e-criatividade.html' title='CURIOSIDADES E CRIATIVIDADE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8514962523040267137</id><published>2011-09-23T19:08:00.001+01:00</published><updated>2011-09-23T19:08:00.762+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>VERSÃO POPULAR DA LEI 60/20</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A versão popular da lei 60/20:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"é nos últimos vinte minutos que a porca torce o rabo"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;A observação dos jogos também permite perceber que:&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"à medida que o Mundial avança os sessenta diminuem e aumentam os vinte"&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;e portanto as diferenças entre escalões vão-se acentuando e o fosso entre&amp;nbsp;pontos de resultado vai-se abrindo mais cedo e sendo cada vez&amp;nbsp;maior.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8514962523040267137?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8514962523040267137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8514962523040267137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/versao-popular-da-lei-6020.html' title='VERSÃO POPULAR DA LEI 60/20'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8428993796775522214</id><published>2011-09-23T02:17:00.001+01:00</published><updated>2011-09-23T02:21:19.867+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>Lei 60/20</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os analistas da International Rugby Board, com base na leitura dos resultados e estatísticas dos 19 jogos iniciais do Mundial 2011, acreditam que há um aumento da competitividade em relação aos anteriores, devido principalmente à capacidade das equipas do 2º escalão em conseguirem manter um resultado de intervalo reduzido durante bastante tempo.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Tomando a hora (60’) como referência, 10 dos 19 jogos tinham então uma diferença de sete pontos – a distância que permite arrecadar um ponto de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;bónus defensivo&lt;/i&gt;. Embora ainda não seja questão de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ultrapassar&lt;/i&gt;, parece começar a haver capacidade de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;aguentar&lt;/i&gt; – o que significa que está a existir uma maior aproximação entre as equipas dos escalões contíguos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Aguentados sessenta minutos no mesmo intervalo competitivo, os restantes vinte minutos transformam-se no aumento de desequilíbrios que ampliam as diferenças de resultados e que os fazem aproximar do que seria esperado de acordo com a pontuação do ranking IRB. O que prova uma ideia já anteriormente configurada: é nos vinte minutos finais que se estabelece a diferença. Ou seja e para quem é espectador: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;há uma hora para aguentar e vinte minutos para separar.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De uma outra forma pode-se enunciar assim a Lei 60/20:&lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;"entre duas equipas de escalões contíguos o equilíbrio conseguido durante uma hora de jogo tende a desfazer-se, alargando o fosso do resultado, nos últimos vinte minutos”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FA-P5N87fUI/Tnvdti08AHI/AAAAAAAABGU/_Kq775sCsCE/s1600/lei+60+20web.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-FA-P5N87fUI/Tnvdti08AHI/AAAAAAAABGU/_Kq775sCsCE/s320/lei+60+20web.jpg" width="280" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E se o equilíbrio, acreditam os analistas da IRB, resulta de uma melhor &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;preparação&lt;/i&gt;, possível quer pelo empenho das federações emergentes, quer pelo apoio financeiro e técnico da federação internacional – que permite a aproximação de sistemas defensivos, níveis de condição física e capacidade de aguentar o trabalho exigido pelo jogo contemporâneo durante uma hora de jogo, como dizem – a diferença que se estabelece nos vinte minutos finais deve-se ao &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;profissionalismo&lt;/i&gt; das equipas e jogadores do nível superior. Que se traduz pela capacidade de dispor de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;bancos&lt;/i&gt; que permitem substituições de jogadores por outros do mesmo elevado nível técnico. Ou seja, os vinte minutos finais desagregam o equilíbrio porque as equipas do primeiro escalão têm um 22 mais equilibrado e mais poderoso enquanto que as equipas inferiores, baseadas ainda no melhor &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;quinze&lt;/i&gt;, não têm ainda essa capacidade de substituir sem retirar valor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Prevêem também os analistas que o desenvolvimento do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;profissionalismo&lt;/i&gt; – enquanto atitude, organização, competição - permitirá uma cada vez maior aproximação que terá a evidência da sua expressão no próximo Mundial de 2015 em Inglaterra e, espera-se, com uma maior igualdade entre as diversas equipas no Mundial de 2019 no Japão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E Portugal perante este quadro? Não estando presente neste Mundial perde a oportunidade de mostrar como se enquadra neste equilíbrio de sessenta minutos. Mas admitindo, por hipótese, que se enquadraria na &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;main stream&lt;/i&gt; estatística, falta saber como se poderá desenvolver o rugby interno para garantir a passagem dos vinte minutos finais sem a rendição que entrega pontos. Sendo o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;profissionalismo&lt;/i&gt; uma impossibilidade interna absoluta – não há receitas possíveis – que condições criar para desenvolver jogadores e colectivos que possam garantir resultados internacionais no nível mais elevado? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Formar a selecção nacional apenas com portugueses que jogam no estrangeiro com as possíveis consequências de desfasamento entre a comunidade rugbística interna e os&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;representativos internacionais? Conseguir os acordos necessários para colocar os melhores jogadores portugueses em boas equipas estrangeiras com a certeza da sua dispensa para os jogos internacionais? Misturar as duas anteriores hipóteses ou acordar, como primeiro passo para aumentar qualidades e hábitos competitivos, com a vizinha Espanha um campeonato ibérico com a presença de duas equipas formadas pelos melhores jogadores portugueses? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Descobrir a estratégia do melhor caminho é, se quisermos um rugby português com qualidade internacional, uma obrigação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seja como for e se pretendermos apanhar o comboio da frente do rugby internacional, o modelo tradicionalmente utilizado em Portugal é chão que já deu uvas. Só a mudança, só a criação de um novo modelo competitivo, só uma nova articulação da formação com a previsão técnica do futuro, podem permitir chegar ao estádio superior da competição internacional. É tempo de mudança e se ela é necessária, a melhor altura para mudar&amp;nbsp;é agora!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8428993796775522214?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8428993796775522214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8428993796775522214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/lei-6020.html' title='Lei 60/20'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FA-P5N87fUI/Tnvdti08AHI/AAAAAAAABGU/_Kq775sCsCE/s72-c/lei+60+20web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5598384155756897786</id><published>2011-09-21T02:30:00.000+01:00</published><updated>2011-09-21T02:30:13.967+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Código do Rugby'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leis do Jogo'/><title type='text'>NEM MÃO MORTA NEM LEI TORTA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma mania &lt;em&gt;justicialista&lt;/em&gt; no desporto – &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;fora e dentro do campo – que não pertence aos seus códigos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dH7tSDU7J5c/Tnk54D2ndII/AAAAAAAABGM/55iBCtHxY8o/s1600/Campo+der+Rugby+web.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="264" rba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-dH7tSDU7J5c/Tnk54D2ndII/AAAAAAAABGM/55iBCtHxY8o/s320/Campo+der+Rugby+web.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O desporto, e portanto o rugby, exigem, para a sua existência, uma suspensão temporária do quadro legal civil estabelecido e a sua substituição por regras comuns e previamente aceites entre os participantes – as Leis do Jogo – e que terão a duração temporal da competição em causa e que se repetirão tantas vezes quantas as desportivamente necessárias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;[diga-se a-propósito que esta suspensão apenas diz respeito aos intervenientes directos e, ao contrário do que parece julgar-se, não é extensível às bancadas dos espectadores – o que inclui, naturalmente, as &lt;/em&gt;claques&lt;em&gt; e os seus comportamentos deploráveis]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas a suspensão que o jogo desportivo exige não inclui a licença de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;justiça pelas próprias mãos&lt;/i&gt; – por isso ser a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;resposta a uma agressão &lt;/i&gt;também penalizada. Mas estes conceitos que parecem elementares são, bastas vezes, adulterados por jogadores, espectadores e, também, por comentadores a quem a distância deveria possibilitar a frieza&amp;nbsp;da análise correctora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portanto, seja qual for a falta que um jogador cometa ou esteja a cometer, não é permitido ao adversário&amp;nbsp;impor-lhe qualquer punição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas no rugby há, muitas vezes ou em muitos, uma visão marcadamente machista e&amp;nbsp;pretensiosamente ética que pretende admitir a existência e validar &lt;em&gt;correcções&lt;/em&gt;. É o &lt;em&gt;espírito do jogo&lt;/em&gt;, gostam de dizer. Mas não é: não há princípios ou valores do rugby que o suportem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No recente Gales-Samoa, um jogador samoano entreteve-se olimpicamente a pisar, trepando-lhe pelas costas,&amp;nbsp;um galês que, no chão, impedia a saída da bola. O árbitro marcou falta favorável a Gales e não mostrou – como deveria – o &lt;em&gt;cartão amarelo&lt;/em&gt; ao samoano agressor. O comentário televisivo defendeu de imediato&amp;nbsp;a legalidade do&amp;nbsp;consciente pisotear:&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; a lei permite pisar um jogador que esteja a impedir a saída da bola&lt;/i&gt;.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não permite! Não é verdade e não há qualquer cobertura legal no gesto. Cito as leis do jogo:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lei 16.3 – Rucking&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;(f) Os jogadores participando no ruck devem usar os seus pés para jogarem a bola - acção de rucking – e não para atingir os seus adversários no solo. Os jogadores efectuando o rucking com intenção de jogar a bola, devem tentar passar sobre os jogadores caídos no solo e não devem pisá-los intencionalmente. Os jogadores efectuando o rucking devem fazê-lo perto da bola. (P.P.)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;PENALIDADE:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pontapé de penalidade por Jogo Perigoso&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mais claro, não pode haver. O rugby é um jogo colectivo de combate&amp;nbsp;com regulamentos que lhe garantem a lealdade e o desportivismo - e não há qualquer&amp;nbsp;visão de &lt;em&gt;jogo de cavalheiros&lt;/em&gt; que os possa transformar em &lt;em&gt;justiceiros.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5598384155756897786?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5598384155756897786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5598384155756897786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/nem-mao-morta-nem-lei-torta.html' title='NEM MÃO MORTA NEM LEI TORTA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dH7tSDU7J5c/Tnk54D2ndII/AAAAAAAABGM/55iBCtHxY8o/s72-c/Campo+der+Rugby+web.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8273370562835670388</id><published>2011-09-20T02:42:00.000+01:00</published><updated>2011-09-20T02:42:49.577+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>SABER USAR A BOLA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sem se mexer, Portugal conquistou esta semana um lugar no ranking IRB – de 21º para 20º – graças à queda da Rússia, agora 21º, como resultado da sua derrota frente aos Estados Unidos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Mundial os pontos contam a dobrar e vitórias sobre equipas que tenham pontuação de ranking com menos de dez pontos de diferença valem bem o esforço. E se a vitória for do pior classificado o ganho de pontos é enorme e faz com que uma única vitória permita uma posição inesperada no ranking como é o caso do Canadá que foi a equipa que mais lugares subiu graças à sua vitória sobre Tonga – subiu de 14º para 11º a catorze centésimas da Itália, enquanto Tonga desceu os mesmos três lugares, colocando-se um pouco acima da Geórgia. A Irlanda com a vitória sobre a Austrália atingiu o 6º lugar, subindo 2 lugares. E ainda vai haver muita mexida com os jogos de qualificação que faltam…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há um bom conceito de rugby – a que poucas vezes, nomeadamente no treino, se dá a importância devida – para o desenvolvimento colectivo das equipas: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;blockquote class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“importa mais&amp;nbsp;a capacidade do&amp;nbsp;uso da bola que a sua posse ou a eficácia da conquista de território”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Neste último fim-de-semana, dois jogos demonstraram o conceito. No Inglaterra-Geórgia que terminou com a vitória folgada dos ingleses por 41-10, os georgianos tiveram a posse da bola durante 50% do tempo e o domínio territorial durante 57% do jogo – de pouco lhes valeu. No entanto, este resultado diz alguma coisa da actual capacidade georgiana – a 7ª equipa europeia - que&amp;nbsp; limitou a derrota a&amp;nbsp;30 po&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ntos de diferença. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;E Gales que venceu uma Samoa em progresso – era a 10ª mundial – não teve mais do que 45% de posse da bola ou de domínio territorial... mas soube-a usar para levar samoanos a cometer faltas para evitar sofrer ensaios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ganhar exige posse de bola. Para ganhar dá jeito dominar o terreno, conquistando território e garantindo espaço de reserva nas costas. Mas, essencialmente e para ganhar ao melhor nível, é preciso saber utilizar colectivamente a bola – o que exige formas de treino com constrangimentos adequados, nomeadamente oposição directa. Formas que devem, desde logo, ter presença constante na formação de jogadores, levando-os ao crescimento conjunto com os instrumentos que lhes possibilitarão uma maior eficiência e divertimento futuros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8273370562835670388?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8273370562835670388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8273370562835670388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/saber-usar-bola.html' title='SABER USAR A BOLA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3607780386719195777</id><published>2011-09-17T12:15:00.002+01:00</published><updated>2011-09-18T01:57:14.644+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>REVOLUÇÃO NO MUNDIAL</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que vitória!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Notável a vitória da Irlanda! A comunidade celta decidiu reunir os seus druidas que, de boca a orelha, encontraram a formula para revolucionar o Mundial – que quartos-de-final se preparam… e para Gales nasce uma nova esperança…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O diabo está nos pormenores, diz-se. E a vitória da Irlanda esteve no pormenor dos seus heróis da primeira-linha, esses quase ignorados jogadores fora da sua comunidade própria – que jogo! que lição de formação ordenada! Aqueles sorrisos, aquelas pancadinhas, mostravam tudo: a alegria, o agradecimento, o respeito, o sentido de equipa, o sentimento de pertença.. Toda a Irlanda se curva perante&amp;nbsp;a sua notável prestação e o respeito e a admiração estender-se-á à&amp;nbsp;comunidade rugbística internacional. Inesquecível!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Irlanda jogou muito bem &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;dentro-da-defesa&lt;/i&gt; adversária– e não é nada fácil fazê-lo contra a organização australiana – e teve na coragem das suas iniciativas, correndo os riscos que jogos deste nível exigem, a imposição do respeito necessário para que a dúvida se espalhasse e roesse a confiança australiana. Atitude foi a chave, coragem física e mental o meio, capacidade de utilizar a bola de acordo com as circunstâncias o&amp;nbsp;instrumento para uma vitória que marcará a história deste Mundial. Grande jogo! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Brian O’Driscoll – B.O.D. – &lt;em&gt;capitão&lt;/em&gt; irlandês e uma das maiores lendas vivas do rugby actual, tem todas as razões para estar exuberante com os seus companheiros: prestaram, mostrando que é sempre possível (dentro de um intervalo de proximidade competitiva, pois claro!) ganhar um jogo mesmo se a diferença for reconhecível, um enorme serviço ao rugby irlandês em particular e ao rugby internacional em geral: não há derrotados antecipados mesmo numa modalidade que dificilmente - a Irlanda entrou como 8ª equipa do &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; IRB e a Austrália&amp;nbsp;como&amp;nbsp;segunda -&amp;nbsp;deixa de impor as diferenças de lastro de cada equipa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Claro que a cultura que proporciona o reconhecimento do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fighting spirit&lt;/i&gt; irlandês teve a sua quota-parte na construção da atitude que proporcionou a vitória. Mas é bom lembrar que este resultado, esta vitória, resulta fundamentalmente da política desportiva da organização competitiva interna – formando duas das melhores equipas europeias onde se juntam os internacionais que assim competem todo o ano ao melhor nível. É um bom motivo de análise&amp;nbsp; e reflexão para o rugby português que daí pode – e deve - tirar as lições adequadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;…e o Mundial está mudado. As apostas vão ser outras… Graças aos jogadores irlandeses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3607780386719195777?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3607780386719195777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3607780386719195777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/revolucao-no-mundial.html' title='REVOLUÇÃO NO MUNDIAL'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5670105176545689414</id><published>2011-09-12T01:45:00.000+01:00</published><updated>2011-09-12T01:45:53.751+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>TRÊS DIAS DE MUNDIAL</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ia sendo uma manhã de domingo inesquecível mas tudo se estragou pela diferença de um ponto. Gales perdeu com a África do Sul no melhor jogo destes três primeiros dias do Mundial. Não teve a sorte do jogo dir-se-á, sorte essa que também lhe foi negada pelo sr. Barnes – um campeão de interferência no resultado final de Mundiais (foi assim em 2007 com a arbitragem do França-Nova Zelândia, foi também hoje ao ignorar a chamada&amp;nbsp;ao TMO para confirmar um não considerado pontapé aos postes de Hook – o sul-africano Steyn está convencido da sua validade – ou ainda a marcação de falta a Gales no final do jogo quando&amp;nbsp;a falta era de todos e o retorno à formação a solução de equidade ou também a constante falta de visão sobre os fora-de-jogo das defesa sul-africana). Como diz um amigo meu: Barnes é Barnes – e nunca percebemos a confiança que lhe atribuem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seja como for, a África do Sul veio mais uma vez demonstrar que é sempre um candidato poderoso … porque sabe aproveitar as oportunidades ao limite e apenas precisa&amp;nbsp;que a veterania dos seus jogadores aguente o peso físico do longo&amp;nbsp;campeonato. Gales mostrou que bem poderia ser um candidato às meias-finais – o jogo que mostrou constitui uma boa homenagem às tradições do seu rugby - se a sorte do jogo, na melhor das hipóteses, lhe não desse a Austrália, em vez da Irlanda (ou Itália)&amp;nbsp;como adversário...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O mundial começou com o Nova Zelândia-Tonga. Os All Blacks cumpriram os mínimos, vitória e ponto de bónus, e guardaram-se para novos desafios: não valeu o tempo. A Escócia, entretida a deixar passar o tempo, teve que puxar os galões para ganhar no final do jogo. A Roménia – atenção Portugal! – com um pack de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;franceses&lt;/i&gt; poderosíssimo, continua a mostrar grandes dificuldades para utilizar a bola sob pressão mas quando toca à proximidade da linha o seu &lt;em&gt;maul&lt;/em&gt; pode bater os melhores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dos outros jogos, o pior foi o Argentina-Inglaterra – se bem que o França-Japão também não tenha tido&amp;nbsp;qualquer interesse: a França jogou pessimamente a mostrar enormes dificuldades para se adaptar ao jogo contemporâneo - e é esse que&amp;nbsp;gostaria de&amp;nbsp;fazer - mas também sem as armas do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;outro&lt;/i&gt; jogo; o Japão fez o que foi autorizado sem chegar propriamente a assustar fosse quem fosse. Os argentinos mostraram-se, como se previa, a léguas de 2007 e embora tentando o mesmo tipo de jogo não convencem para que se aposte neles; a Inglaterra parece não saber jogar – e nem Wilkinson teve jogo-ao-pé capaz – mostra enormes dificuldades para ultrapassar a defesa adversária e para fugir ao jogo directo que apenas pede resistência às defesas. Com menos bola e mais território, defendendo bem (100 placagens) chegou ao fim e venceu. Como tem acontecido noutros Mundiais, jogando&amp;nbsp;um suficiente menos que no entanto lhe permite vencer – e por isso será também um candidato… mas só por tradição alguém acreditará neles…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Austrália resolveu jogar na segunda-parte e atirou os italianos para a sua menor dimensão. Há coisas - passes, linhas de corrida, ângulos, abertura de linhas, número de jogadores empenhados no jogo no chão, posicionamento para a sequência, etc.&amp;nbsp;-&amp;nbsp;nos movimentos australianos que deveriam levar os formadores a repensar o seu ensino – o futuro anda por ali.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Primeiros jogos, primeiras adaptações a climas, costumes, comidas, na segunda jornada de cada grupo a estória, embora já de dados lançados,&amp;nbsp;vai mostrar-se diferente. Cá ficaremos à espera apesar da dificuldade dos horários - consegue-se aguentar o mês e meio com esta falta de horas de sono?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5670105176545689414?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5670105176545689414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5670105176545689414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/tres-dias-de-mundial.html' title='TRÊS DIAS DE MUNDIAL'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-521885940902218387</id><published>2011-09-09T02:39:00.003+01:00</published><updated>2011-09-09T09:56:05.437+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>PRAG(A)MATISMO DOS CHATOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-zlnbG4aHObQ/TmltItMtpSI/AAAAAAAABGA/UTaj91iBxWk/s1600/Rugby+in%25C3%25ADcio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" nba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-zlnbG4aHObQ/TmltItMtpSI/AAAAAAAABGA/UTaj91iBxWk/s400/Rugby+in%25C3%25ADcio.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;“Todos gostam de marcar ensaios e jogar um jogo esteticamente bonito mas do que se trata é de chegar ao fim do dia com a vitória. Ninguém se lembra dos ensaios.”&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dick Muir, treinador adjunto da África do Sul&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O desporto de alto rendimento tem no resultado o seu objectivo principal. Mas ganhar com algum estilo não faz mal a ninguém e é a única forma de garantir adeptos fiéis... que pagam bilhetes, assinaturas de TV, compram jornais e se juntam em estádios para aplaudir os seus favoritos. A componente espectáculo - com a incerteza provocada pelo equilíbrio - faz parte do alto rendimento... é por isso que se paga, não para prestar qualquer homenagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;[Respondi ao inquérito do Portela13 sobre o Campeonato do Mundo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portela13.com/reportagens/3-treinador/344-o-rwc-sob-o-olhar-de-jpb-imperdival.html"&gt;&lt;span style="color: #8e7cc3; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-521885940902218387?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/521885940902218387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/521885940902218387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/o-pragamatismo-dos-chatos.html' title='PRAG(A)MATISMO DOS CHATOS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-zlnbG4aHObQ/TmltItMtpSI/AAAAAAAABGA/UTaj91iBxWk/s72-c/Rugby+in%25C3%25ADcio.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-4520901703688237372</id><published>2011-09-05T16:00:00.001+01:00</published><updated>2011-09-09T02:44:07.298+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mundial 2011'/><title type='text'>MUNDIAL 2011</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A dois passos da grande festa a agitação cresce no mundo oval. Se o Mundial de 2007 foi um enorme sucesso desportivo para a modalidade, para o Mundial de 2011 existem todas as condições para que o sucesso se repita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em relação ao anterior há uma maior aproximação entre os países concorrentes – em 2007 a diferença entre o melhor qualificado no Ranking IRB (Nova Zelândia) e o pior (Namíbia) era de 36,25 correspondente a 109 pontos (Portugal, naquele que foi o resultado mais desnivelado, perdeu com os All Blacks por uma diferença de 85 pontos); enquanto que, para 2011, à mesma diferença entre primeiro e último corresponde uma menor equivalência de 87 pontos. No caso dos oito primeiros qualificados e para a diferença de pontos de ranking, em 2007 correspondia uma equivalência de 34 pontos de jogo enquanto que para este Mundial a mesma diferença de posição no ranking equivale a 24 pontos (menos um ensaio transformado somado a um pontapé de penalidade ou de ressalto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dos cinco melhor posicionados no ranking, quatro deverão estar nas meias-finais – a luta decisiva deverá ser entre a França e a Inglaterra nuns previsíveis quartos-de-final de grande competitividade. Tudo isto, claro se a Argentina não ultrapassar a mediania que vem mostrando e se Gales, como prometem, não fizer uma surpresa logo na estreia contra os sul-africanos e se posicionar como candidato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do que se viu nos jogos-teste utilizados para preparação – com duas características interessante: a primeira, jogando entre iguais (no rugby as preparações não se fazem com o fundo da tabela para &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;levantar&lt;/i&gt; pretensas &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;morais&lt;/i&gt;); a segunda, mostrando a resiliência das equipas na tentativa permanente de virar resultados – as duas escolas apresentar-se-ão em força. Falta saber o que conseguirá mostrar a França que, desde há muito, não tem conseguido equilibrar o jogo directo com o movimento, vacilando entre ambos mesmo durante períodos distintos de um mesmo jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Provavelmente as duas recentes derrotas da Nova Zelândia terão sido o melhor que lhe poderia suceder – dados como vencedores inevitáveis, a chamada à razão aconteceu no melhor momento, ainda a tempo das necessárias correcções. A Austrália, vencedora do TriNations, veio afirmar que a procura do terceiro título é muito mais do que uma hipótese e, com aqueles dois médios (Will Genia e Quade Cooper), todo o sonho ganha reais hipóteses. Gales, ao contrário da Irlanda, entra na prova com enorme confiança podendo tornar-se numa surpresa interessante se o tempo de preparação lhe permitiu aumentar a capacidade de jogar &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;dentro da defesa&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A África do Sul e a Inglaterra são equipas poderosíssimas para este tipo de prova. Colocando na capacidade e poder físico dos seus avançados a força de seu jogo, irão procurar o confronto directo no sentido do desgaste do bloco adversário, impedindo assim a multiplicação de fases em movimento dos adversários por falta de apoio.Com o seu jogo ao pé sempre eficaz, conquistarão o terreno necessário para proteger as suas costas e imporão – na insistência do confronto directo – o erro adversário. Como tem acontecido serão e são sempre candidatas à vitória final. Basta, para isso, que nas equipas melhor apetrechadas para o rugby de movimento falhe – pela pressão envolvente de um Mundial – a coragem para assumir o risco que esse modelo impõe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ás restantes equipas caberá o desafio de garantir uma vitória que, quer por razões de orgulho que representará, quer pela vantagem de pontos de ranking que proporcionará, será o objectivo maior de quem não pode aspirar a mais altos voos. Mas estes jogos entre equipas equivalentes poderão ser muito interessantes e, alguns deles, para a maior atenção dos internacionais portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mês e meio do melhor rugby do mundo… só é pena ser tão longe…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-4520901703688237372?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4520901703688237372'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4520901703688237372'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/09/mundial-2011.html' title='MUNDIAL 2011'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5375911415140335088</id><published>2011-08-17T01:57:00.000+01:00</published><updated>2011-08-17T01:57:24.381+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jogos-Teste'/><title type='text'>GALES NO BOM CAMINHO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Boa vitória a de Gales no sábado sobre a Inglaterra – elevou o moral para o Mundial e ainda conquistou pontos para o ranking, aproximando-se da Irlanda e deixando a hipótese de troca de lugares entre ambos para o próximo fim-de-semana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A vitória galesa recolocou os pontos fracos ingleses à vista de todos: procura da passagem pelo muro, esquecendo as portas num jogo programado, previsível e sem ponta de imaginação – como é que se tem tanta bola e não se mostra a mínima ideia de como a utilizar? &amp;nbsp;A Inglaterra continua como sempre e de cada vez que dúvida das suas capacidades de usar a bola: usa a força, procura passagens por todos os lados menos pelos que exigem um mínimo de criatividade e de risco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desta vez, pelo menos, o jogo inglês serviu para demonstrar que uma &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;boa defesa se faz de um mau ataque – &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;ter a bola tem que significar alguma vantagem competitiva, seja pela decisão desconhecida dos defensores, seja pela escolha do tempo de execução, seja pelas manobras que permite - se assim não for, para que serve a posse da bola? apenas para que, como se exige no &lt;em&gt;Sevens&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;o adversário não a tenha?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As defesas das grandes equipas são todas boas e suficientemente eficazes para se deixarem&amp;nbsp;levar por encostos, tentativas de perfurações directas, incapacidades de jogar na frente, dentro e depois da defesa. É verdade, o reino de hoje das equipas que ganham pertence às capacidades do ataque – inteligência, criatividade, oportunismo conjugado, claro!,&amp;nbsp;com o&amp;nbsp;poder mínimo necessário para garantir a vantagem conseguida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas esta Inglaterra vai ser muito mais perigosa no Mundial. Chegados aqui sem nada que lhes garanta coisa alguma, o retorno de Jonny Wilkinson, para a pretensão de&amp;nbsp;vencer, parece uma necessidade óbvia com a junção&amp;nbsp;da sua&amp;nbsp;notável capacidade para criar problemas ao adversário através do &lt;em&gt;jogo-ao-pé&lt;/em&gt; para, então sim – terreno conquistado e espaço de cobertura defensiva reduzido - impor a força directa que caracteriza a equipa. E os defensores irão, com Wilkinson, enfrentar um problema de posicionamento de difícil opção: como cobrir a área e subir em defesa? O que fará dos muros defensivos paredes de menor consistência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Gales fez um jogo bastante interessante, aproximando-se daquilo que é o jogo de hoje – utilização da bola com um mínimo de criatividade e risco, combinações sobre a linha de vantagem, jogo rápido nos rucks a procurar aproveitar superioridades numéricas conseguidas – o ensaio, com uma finta-de-passe de Hook, foi o resultado natural desta estratégia. E se, nestas três semanas que faltam, os jogadores galeses conseguirem ganhar o tempo, a confiança e a capacidade de antecipar a leitura que lhes permita juntar o&amp;nbsp;apoio necessário para jogar eficazmente &lt;em&gt;dentro-da-defesa&lt;/em&gt; - como mostrou ser capaz numa excelente jogada aos 55 minutos -&amp;nbsp;Gales pode surpreender no Mundial. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5375911415140335088?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5375911415140335088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5375911415140335088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/08/gales-no-bom-caminho.html' title='GALES NO BOM CAMINHO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2239789204207745988</id><published>2011-08-15T02:05:00.000+01:00</published><updated>2011-08-15T02:05:53.882+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>O MUNDIAL PROMETE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O interesse do Mundial aumenta à medida que se vêem os jogos entre as equipas que estarão na Nova Zelândia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A África do Sul, actual campeã do Mundo, é sempre uma equipa muito forte e que não é fácil para ninguém derrotar mas o seu jogo só a espaços é suficientemente entusiasmante excepto, naturalmente, para os seus seguidores. É um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;jogo de imposição&lt;/i&gt; apenas possível de igualar pela Inglaterra dos grandes dias. Mas, apesar das actuais derrotas, a África do Sul&amp;nbsp;será sempre - na altura própria -&amp;nbsp;um sério candidato à vitória final.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A esperança é que apareça uma equipa capaz de mostrar que o &lt;em&gt;rugby de movimento&lt;/em&gt; – para além de ser mais interessante de ver é também o mais adequado para a maioria das equipas que não disponham de jogadores tipo “armário” em qualquer das posições. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Austrália, este sábado demonstrou, com um jogo excitante, divertido, arriscado, bom de ver, que é possível levar de vencida – num aparente David contra Golias – as equipas que baseiam na imposição do seu físico a forma de chegar à vitória. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas no Mundial - situação de muito maior pressão - é preciso que as equipas como esta Austrália, como a Nova Zelândia dos All Blacks, como uma França transformada ou a Irlanda do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;fighting spirit&lt;/i&gt; capaz de virar qualquer campo, tenham a coragem de correr os riscos necessários para desequilibrar defesas – e nem sempre a cabeça deixa que assim seja. E não haverá outras formas: se em Setembro/Outubro as equipas que sabem manusear a bola em movimento com jogadores lançados e passes de continuidade sobre a linha de vantagem, não forem capazes de encontrar o domínio psicológico para correr riscos e realizar as combinações que permitam perfurar, em apoio, as defesas coriáceas das equipas mais possantes, o próximo Mundial deixará para a História o mesmo do anterior – a África do Sul e a Inglaterra serão as equipas que ganharão os favores das apostas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para já, o que se vê, permite pensar num campeonato onde dominarão as equipas capazes do movimento e risco. Processo que, desde que garanta o avanço no terreno, é tão ganhador como o jogo controlado e que baseia os seus pontos fortes no contacto e na imposição física. E muito mais divertido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2239789204207745988?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2239789204207745988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2239789204207745988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/08/o-mundial-promete.html' title='O MUNDIAL PROMETE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5480683674545971026</id><published>2011-08-09T02:35:00.000+01:00</published><updated>2011-08-09T02:35:28.453+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><title type='text'>TESTES, NÃO PARTICULARES</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rugby não é futebol. Embora com tronco comum e por muito interessante que possam ser, um ou outro, em grandes momentos - e são-no! - a separação secular estabeleceu dois jogos independentes. Separados à nascença por uma cultura distinta, rugby e futebol estabeleceram formas de jogar e de entender o jogo e a sua envolvência totalmente diferentes. Exemplo? o que para uns é aceitável simulação para outros é eticamente reprovável. Mais? a falta táctica, dada como acto de inteligência de um lado é, no outro,&amp;nbsp;considerada atentória - cartão amarelo - do espírito desportivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;São dois desportos diferentes. Tão diferentes - por cá e não poucas vezes parece ser difícil entendê-lo - que o rugby, ao contrário do futebol, não tem jogos particulares, essa forma de pagar bilhete para ver o desfile de jogadores com as&amp;nbsp;equipas a modificarem-se sem conta ou medida e&amp;nbsp;ultrapassando todas as leis do jogo. No rugby não: cada jogo internacional é um teste. Segue as leis do jogo em todos os aspectos, conta internacionalizações para os participantes e, mais do que isso, conta pontos para o ranking oficial da IRB.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não haver jogos a brincar - os tais particulares - faz parte, como já expliquei e com excepção de jogos de veteranos de olho no jantar, da tradição e cultura rugbísticas: durante quase um século não houve competições internas organizadas e os jogos entre selecções - com excepção do Home International Championship (percursor do 5 e 6 Nações) que começou em 1883 - não contavam para qualquer competição directa. Valiam por si próprios, serviam de comparação e permitiam as longas e elaboradas conversas que fazem o convívio oval. Chamavam-se &lt;em&gt;test-matchs.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O extraordinário é que se tenha de ouvir em permanência as referências ao &lt;em&gt;particular&lt;/em&gt; nas transmissões de jogos. É um desleixo irritante de trabalho de casa mal feito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qbjxHPw0SLY/TkCKVWbK1uI/AAAAAAAABFY/6zVlkD_IaaU/s1600/ranking+irb+1ago002.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="97" naa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-qbjxHPw0SLY/TkCKVWbK1uI/AAAAAAAABFY/6zVlkD_IaaU/s200/ranking+irb+1ago002.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oaMLKmRr3uE/TkCKc9-vaAI/AAAAAAAABFc/8bX1JdfXn9s/s1600/ranking+irb+8ago.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="99" naa="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-oaMLKmRr3uE/TkCKc9-vaAI/AAAAAAAABFc/8bX1JdfXn9s/s200/ranking+irb+8ago.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para&amp;nbsp;os ditos &lt;em&gt;particulares&lt;/em&gt; deste último fim-de-semana, vejam-se as diferenças de pontos e lugares dos rankings antes e depois dos jogos. No rugby, os jogos valem!﻿ São jogos-teste. Definem posições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5480683674545971026?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5480683674545971026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5480683674545971026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/08/testes-nao-particulares.html' title='TESTES, NÃO PARTICULARES'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qbjxHPw0SLY/TkCKVWbK1uI/AAAAAAAABFY/6zVlkD_IaaU/s72-c/ranking+irb+1ago002.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-966977373173204606</id><published>2011-08-06T19:09:00.000+01:00</published><updated>2011-08-06T19:09:43.405+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>NORTE E SUL: DUAS FORMAS?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dois jogos - Inglaterra-Gales e Nova Zelândia-Austrália - para, nas proximidades do Mundial, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;permitir perceber diferenças e possibilidades. Com o cuidado de que será diferente quando se defrontarem no Mundial, estes jogos deixam já&amp;nbsp;perceber algumas tendências que distinguem o Norte do Sul.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Os princípios que&amp;nbsp;expressaram pretender seguir mostram-se os mesmos de sempre: &lt;em&gt;avançar sempre!, apoio, continuidade&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;pressão&lt;/em&gt;&amp;nbsp;integrados pelos&amp;nbsp;sub-princípios de &lt;em&gt;comunicar, reagir,&amp;nbsp;velocidade&lt;/em&gt; mas nem sempre, do lado Norte,&amp;nbsp;com a &lt;em&gt;variedade&lt;/em&gt; necessária. Ou seja: ninguém está interessado em fazer um jogo cujo princípio táctico essencial seja a conquista de terreno através do jogo ao pé para fora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Gales, mesmo perdendo,&amp;nbsp;mostrou-se uma equipa mais próxima do modelo austrozelandês no seu sentido colectivo e na forma como procurou utilizar a bola. Falta-lhe&amp;nbsp;contudo a velocidade colectiva e o tempo de passe necessário para concentrar e fixar defesas - no entanto a preocupação do ataque ao intervalo e a procura de desequilibrar a oposição&amp;nbsp;já se vê em muitos dos&amp;nbsp;seus jogadores. Falta o apoio, esse aparecimento repentino de quem possa dar sequência ao&amp;nbsp;transporte da bola no interior da defesa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Inglaterra continua a mesma de sempre. Num jogo próximo do que a melhor África do Sul expressa, usa os princípios mas perde-se num confronto directo que só será um arma se houver desistência física dos adversários. Desgasta, mói, mas pode não chegar se o único momento de criatividade para surpreender as defesa depender de Wilkinson.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;De facto, ao Norte falta essencialmente criatividade e sobra demasiadas passagens pelo chão - o &lt;em&gt;maul&lt;/em&gt; parece apenas servir para a prova de força e nunca para concentrar &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;defensores e permitir intervalos maiores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;No Sul o que continua a impressionar mais - para além da permanente tentativa de manter a &lt;em&gt;bola viva&lt;/em&gt; e só&amp;nbsp;recorrer ao chão como última segurança - é a capacidade de fixação em velocidade dos defensores com a consequente manutenção dos intervalos para garantir as penetrações. O recurso a passes longos - com a velocidade necessária para evitar intercepções - é usado para explorar&amp;nbsp;este processo de encarrilhamento de defensores que o&amp;nbsp;jogar em cima da defesa permite, abrindo passagens que, se fechadas, garantirão o espaço na extremidade lateral.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Em termos de defesa, de um lado ao outro do mundo, todos se mostram capazes e atingem, em alguns momentos, graus de eficiência espantosos, obrigando adversários a níveis superiores de uso da bola e a correr os riscos consequentes. É pois&amp;nbsp;no ataque que se ganham e irão ganhar os jogos&amp;nbsp;-&amp;nbsp;surpreendendo a defesa e levando-a a cometer os erros que pesarão na procura da marcação dos pontos necessários à vitória.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-966977373173204606?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/966977373173204606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/966977373173204606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/08/norte-e-sul-duas-formas.html' title='NORTE E SUL: DUAS FORMAS?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-4816951676096858967</id><published>2011-08-04T02:56:00.001+01:00</published><updated>2011-08-04T02:58:12.106+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leis do Jogo'/><title type='text'>A IGNORÂNCIA NÃO ...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;... é boa companheira! Tive que contar os&amp;nbsp;&lt;em&gt;pauzinhos&lt;/em&gt; mais do que uma vez para ter a certeza que lia bem: no &lt;em&gt;Boletim Informativo/Circular nº49 – 2010/2011 de 29/07/2011&lt;/em&gt; da Federação Portuguesa de Rugby escreve-se que, para&amp;nbsp;a época 2011/2012 do&amp;nbsp;Rugby Feminino, a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;“1ª Divisão será realizada em Rugby XIII”.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Em Rugby XIII?! É só ignorância, negligência, desleixo, falta de senso ou mera pesporrência de&amp;nbsp;jeitinho pós-moderno? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Utilizar o termo Rugby XIII no âmbito do Rugby Union – ou Rugby XV - é um disparate arrogante e de enorme falta de respeito pela História de ambos os jogos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Rugby XIII é sinónimo de Rugby League e traduz um código, embora&amp;nbsp;de raíz inicialmente comum e ainda mostrada na bola oval,&amp;nbsp;com&amp;nbsp;um percurso distinto do Rugby Union. Distinção que deve ser respeitada e não abusivamente ignorada. Porque traduz uma cultura própria e não miscível de cada jogo, alicerçada num tempo que filtrou e estabeleceu princípios e valores distintos. Ou seja: não são a mesma coisa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em 1892, acusações de profissionalismo por compensações monetárias&amp;nbsp;aos jogadores por perdas de salários criaram um grande mal estar nos clubes do Norte de Inglaterra que teve sequência no cisma de 1895 – traduzindo a oposição de interesses de classe dos trabalhadores (que perdiam dinheiro por jogar) e dos filhos-família (que jogavam quando queriam). Desta rotura, 22 clubes abandonaram a Rugby Football Union – fundada em 1871 – e formaram a Nothern Rugby Football Union. Em 1898 introduziram o profissionalismo e em 1901 foi alterado o nome para Nothern Rugby League – porque tinha um campeonato – que, com as alterações de regras introduzidas,&amp;nbsp;passou o número de jogadores de quinze para treze. Foi assim criado um corpo independente dotado de formas e regras específicas com técnicas, tácticas e estratégias próprias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Rugby Union – que não tinha campeonato (daí a tradição dos jogos-teste e a inexistência de jogos particulares) – manteve-se fiel ao princípio do amadorismo inserindo, a abrir as suas Leis do Jogo, a Declaração de Amadorismo: &lt;strong&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O Rugby é um jogo de amadores. Ninguém está autorizado a solicitar ou a receber uma remuneração ou qualquer outra recompensa material para tomar parte no jogo&lt;/i&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E&amp;nbsp;esta obrigação&amp;nbsp;vigorou até Agosto de 1995 quando o Rugby Union se tornou uma modalidade aberta a profissionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante este século de imposição da Declaração de Amadorismo, a barreira entre os códigos era enorme e ferozmente defendida pelas instâncias do Rugby Union – não eram admitidas passagens de jogadores do XIII para o XV e havia uma sorte de banimento no inverso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A partir de 95, retirado o bloqueio do profissionalismo, houve uma aproximação civilizada – já podiam &lt;em&gt;falar-se&lt;/em&gt; - entre os dois códigos – inclusivé com jogos entre equipas de um e outro código que utilizavam as regras próprias a cada um em cada meio-tempo – mas nunca houve confusão de estatutos, de formas de jogar ou de regras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;XIII é XIII, XV é XV! &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao código do Rugby Union pertencem variantes que recorrem à mesma dimensão do campo de XV como o &lt;em&gt;Sevens&lt;/em&gt; ou o &lt;em&gt;Tens&lt;/em&gt;. Adaptações da dimensão do campo são admissíveis nas idades mais jovens ou por razões de estádios de formação ou capacidade. Se é entendido ser necessário encontrar uma forma mais adaptada às especificidades do Rugby Feminino português, procure-se no espaço próprio, tradicional&amp;nbsp;e característico do Rugby Union. Sem leviandades ou distrações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-4816951676096858967?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4816951676096858967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4816951676096858967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/08/ignorancia-nao.html' title='A IGNORÂNCIA NÃO ...'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7965021205673327425</id><published>2011-07-31T02:08:00.002+01:00</published><updated>2011-08-04T02:31:54.302+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>A CAMINHO DE UM NOVO ENSINO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Mundial de Setembro promete. O jogo deste sábado da TriNations junta-se ao anterior para mostrar que o jogo muda e muda para melhor. A demonstração é clara: os ataques encontraram forma de reduzir o reino ditatorial da defesa, jogando de outra forma - na cara da defesa -&amp;nbsp;e com maior risco. Obrigando a defesa a cometer erros, provocando-os mesmo. E o jogo de movimento garantido pela continuidade dá outra dimensão ao espectáculo. No próximo sábado o Nova Zelândia-Austrália dará uma melhor mostra da provável dimensão que teremos no Mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É muito mais fácil defender do que atacar, sabe-se. Porquê? porque no rugby a bola&amp;nbsp;é passada para trás, exigindo um sentido&amp;nbsp;altamente colectivo na&amp;nbsp;corrida de estafetas a que obriga para conquistar terreno; porque o único jogador atacante placável é o que transporta a bola, podendo, ao contrário,&amp;nbsp;ser placado por qualquer defensor&amp;nbsp;- o que lhe exige uma atenção particular, mas simultânea,&amp;nbsp;a companheiros e adversários para evitar ser surpreendido; porque obriga os companheiros a focalizarem-se no portador, procurando, nos sinais, adivinhar a sua leitura e esquecendo, muitas vezes,&amp;nbsp;outras possibilidades; porque os defensores, focalizando o mesmo portador, têm menos incógnitas na equação - sabem onde está o perigo e podem seguir&amp;nbsp;regras simples. Não é fácil atacar no rugby: exige constância, treino e adaptação às mudanças&amp;nbsp;para sobreviver (como&amp;nbsp;estabeleceu Darwin).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todo&amp;nbsp;o exemplo, nestes jogos do Sul,&amp;nbsp;do jogo de movimento e das suas relações com o domínio do espaço, o uso da bola - mantendo-a permanentemente&amp;nbsp;viva - a tomada de decisões, a relação com a linha de vantagem&amp;nbsp;e a procura de pontos exige uma formação distinta da habitual. Exige uma plena compreensão estratégica e táctica&amp;nbsp;do que é o jogo e a adaptação, a novas noções de tempo e espaço,&amp;nbsp;dos gestos técnicos&amp;nbsp;para a&amp;nbsp;resolução eficiente dos problemas que se enfrentam. O que, significando uma&amp;nbsp;superior relação entre o ensino do gesto e a realidade do jogo, impõe os constrangimentos que o jogo transporta&amp;nbsp;na exigência do treino. A começar desde os primeiros passos do ensino e sem que isso signifique a desistência do divertimento na aprendizagem do jogo... o que exigirá mais criatividade e imaginação aos treinadores.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7965021205673327425?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7965021205673327425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7965021205673327425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/caminho-de-um-novo-ensino.html' title='A CAMINHO DE UM NOVO ENSINO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-265073452434831911</id><published>2011-07-24T03:22:00.000+01:00</published><updated>2011-07-24T03:22:56.647+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica; Tri Nations'/><title type='text'>TRATADO DE BOLA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Austrália mostrou neste jogo com a África do Sul a maior parte das ferramentas&amp;nbsp;que permitem que o ataque seja bem sucedido: passes na linha a impedir que a defesa se recomponha e ocupe os intervalos; linhas de corrida sobre o ombro fraco do defensor; ângulos de corrida divergentes; jogo das linhas atrasadas em 3+3 – aproximando-se de combinações do voleibol; passes longos para utilização do espaço; recebedores do passe com aproximações em grande velocidade. Enfim uma panóplia de gestos técnicos e tácticos sobre os quais vale a pena reflectir para que a formação dos jogadores se estabeleça numa nova plataforma que torne o ataque mais eficiente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-265073452434831911?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/265073452434831911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/265073452434831911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/tratado-de-bola.html' title='TRATADO DE BOLA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3752390369524034672</id><published>2011-07-21T01:38:00.000+01:00</published><updated>2011-07-21T01:38:48.237+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><title type='text'>OS PORMENORES GANHAM</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os treinadores gostam de viver dentro do conceito: &lt;strong&gt;os pormenores ganham os jogos de alto nível&lt;/strong&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E sabem que esses pormenores se preparam. Por isso são meticulosos, mesmo obstinados, teimosos o suficiente, não abdicando de convicções, estudando tudo o que podem, reconhecendo forças e fraquezas da sua equipa e do adversário para cozinhar tácticas&amp;nbsp;alinhadas com as estratégias definidas de acordo com o grupo de jogadores que treinam.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E foi na gestão dos pormenores que o 7 de Portugal ganhou a final que lhe conferiu o título de Campeão Europeu. Com dois jogadores suspensos por cartão amarelo – uma impossibilidade individualista jamais justificável numa final -&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;os jogadores portugueses num &lt;em&gt;&lt;strong&gt;pormaior&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; decisivo conseguiram disfarçar a inferioridade de dois jogadores para não sofrerem pontos no 7x5 e conquistaram o tempo necessário para se manterem dentro do jogo. Pormenor que lhes garantiu a possibilidade de, num excelente ataque onde pontificou um &lt;em&gt;hand-off&lt;/em&gt; soberbo, marcar e ganhar no último segundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com pormenores se ganha, com pormenores se perde, é o jogo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3752390369524034672?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3752390369524034672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3752390369524034672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/os-pormenores-ganham.html' title='OS PORMENORES GANHAM'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-4932261335104718986</id><published>2011-07-17T21:16:00.001+01:00</published><updated>2011-07-17T21:17:56.862+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sevens'/><title type='text'>7's Grand Prix 2011</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Parabéns a todos os membros da equipa de 7’s. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Excelente&amp;nbsp;vitória &lt;em&gt;pescada&lt;/em&gt;, como sabem fazer os campeões, no último segundo do jogo final do Torneio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;﻿﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-O51Kw8SrSdY/TiNA0YKdknI/AAAAAAAABFE/0Z8lg26p9xo/s1600/7%2527s+grand+prix+2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-O51Kw8SrSdY/TiNA0YKdknI/AAAAAAAABFE/0Z8lg26p9xo/s400/7%2527s+grand+prix+2011.jpg" width="382" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em&amp;nbsp;2012, Roménia e Moldávia serão substituídos pela Escócia e Alemanha&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;nota1&lt;/strong&gt;: a festa da vitória&amp;nbsp;poderia ter sido liquidada pela desatenção de dois amarelos e, agora, poderia significar choro sobre leite derramado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;nota 2:&lt;/strong&gt; não seria mau que a FIRA-ERA se mostrasse capaz de realizar um site rigoroso, com resultados sem erros, de boa organização, sem&amp;nbsp;confusões repetitivas&amp;nbsp;e de fácil leitura – o facto de se escrever não significa que se comunique&lt;/span&gt;…&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-4932261335104718986?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4932261335104718986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4932261335104718986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/7s-grand-prix-2011.html' title='7&apos;s Grand Prix 2011'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-O51Kw8SrSdY/TiNA0YKdknI/AAAAAAAABFE/0Z8lg26p9xo/s72-c/7%2527s+grand+prix+2011.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6786874409890243521</id><published>2011-07-09T13:11:00.001+01:00</published><updated>2011-07-10T16:49:46.083+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ética'/><title type='text'>ISTO É RUGBY!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Numa excelente final do Super 15 entre os Reds (vencedores) e os Crusaders, dois pontos essenciais a reter:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;- &lt;strong&gt;o comportamento&lt;/strong&gt;. Com dois ensaios não considerados e à atenção de jogadores, treinadores e dirigentes portugueses, o comportamento dos jogadores: nem uma palavra, nem um gesto, apenas o respeito pelo cumprimento das decisões da arbitragem. No final, de novo a demonstração do respeito desta vez dos jogadores uns pelos outros: abraços e felicitações genuinamente partilhados – de um lado e de outro gostam do jogo que escolheram e não há rugby sem adversário. Não houve quesílias, amarelos ou vermelhos - e era uma Final! Excelente demonstração de espírito desportivo, de fair-play, de respeito – de novo – pelos valores que fazem do rugby uma modalidade desportiva particular. Uma lição a reter e a fazer constar onde quer que haja uma bola oval do jogo de XV contra XV. &lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div&gt;- &lt;strong&gt;a assumpção do risco&lt;/strong&gt;. Nada de calculismo à espera que a vitória caia do céu. O rugby é um jogo de ataque e é o ataque que ganha &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;- mesmo que se insista no contrário - e para defrontar defesas colectivamente bem organizadas é preciso imaginação, criatividade e capacidade de correr riscos para descobrir a oportunidade a explorar. É preciso confiança só possível através do treino adequado ao jogo. A pressão é altíssima, não há espaço nem tempo para jogar classicamente, o ataque tem que descobrir novas formas de exploração do uso da bola: passes heterogéneos, ângulos de corrida desequilibradores, abertura de linhas de passe no limite do tempo e a esconder atenções, leitura das formas defensivas, dos espaços do posicionamento de companheiros e adversários, recurso a todo o tipo de alternâncias possíveis. E fica a questão-chave para reflexão: como é que se formam jogadores para este tipo actual do jogo? Começando, obviamente, pela &lt;em&gt;cabeça&lt;/em&gt;, como é que se fornecem os instrumentos e ferramentas técnicas e tácticas para construir uma estratégia eficaz na utilização do tempo e do espaço?&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É na formação que estas respostas têm de ser dadas – estabelecendo os Princípios Fundamentais e adequando-os aos tempos do jogo e levando os jogadores à descoberta das soluções que as suas capacidades permitam: assumindo riscos sem receios.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;strong&gt;FORA DO TEMPO&lt;/strong&gt;:&amp;nbsp;neste jogo final,&amp;nbsp;os jogadores protagonistas interpretaram como deve ser a máxima que o Desporto deve demonstrar:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;vencer com humildade, perder com dignidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6786874409890243521?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6786874409890243521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6786874409890243521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/isto-e-rugby.html' title='ISTO É RUGBY!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8800407376051381479</id><published>2011-07-08T15:08:00.001+01:00</published><updated>2011-07-10T16:36:44.797+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>A CABEÇA CONTA MAIS...</title><content type='html'>... que o corpo na &lt;em&gt;construção &lt;/em&gt;do jogador.&lt;br /&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-n-GkC5MtMiU/ThcCyQpXRAI/AAAAAAAABE0/8qCNofwK3zM/s1600/Forma%25C3%25A7%25C3%25A3o+jogador+web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="266" m$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-n-GkC5MtMiU/ThcCyQpXRAI/AAAAAAAABE0/8qCNofwK3zM/s400/Forma%25C3%25A7%25C3%25A3o+jogador+web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;Cartoon apresentado por Pierre Villepreux e já mostrado &lt;/span&gt;&lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2010/06/curso-de-2-grau.html"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿ &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Escrevia há dias, a propósito da participação da França no Mundial e do método e modelo de jogo a escolher e desenvolver, Pierre Villepreux:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;é preciso ainda que os jogadores que vão ter a possibilidade de representar a França na Nova- Zelândia daqui a menos de três meses sejam tentados a querer&amp;nbsp;apropriar&amp;nbsp;e mobilizar&amp;nbsp;conhecimentos e comportamentos&amp;nbsp;de um&amp;nbsp;jogo novo e sem dúvida diferente daquele que utilizam regularmente no Top 14 e no Torneios das 6 Nações,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ultrapassando assim experiências&amp;nbsp;anteriores.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que significa &lt;em&gt;alteração da cabeça&lt;/em&gt;... reconhecendo que o jogo é outro e que se encontram&amp;nbsp;noutro campo de execução técnica e táctica. O que exige mudança e transformação. Processo que, a desenvolver-se, exigirá uma enorme coragem de treinadores e jogadores. Para que a auto-confiança seja crescente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A outra solução?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;A alternativa é ficarmos pelo&amp;nbsp;que&amp;nbsp;sabemos fazer&lt;/em&gt;, diz Villepreux, para continuar: &lt;em&gt;O que passará por um outro tipo de trabalho, mais reconfortante e na esperança&amp;nbsp;que possa ser suficientemente eficaz&amp;nbsp;na sequência dos confrontos&amp;nbsp;com um diferente estilo de jogo que vai ser, enquadrando a tendência evolutiva do jogo e das regras,&amp;nbsp;o desafio&amp;nbsp;principal da próxima Taça do Mundo.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Será portanto e&amp;nbsp;do ponto de vista&amp;nbsp;estratégico, interessante seguir os jogos franceses de preparação... e para saber se, de uma forma ou de outra,&amp;nbsp;a cabeça resistiu à mudança.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8800407376051381479?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8800407376051381479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8800407376051381479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/cabeca-importa.html' title='A CABEÇA CONTA MAIS...'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-n-GkC5MtMiU/ThcCyQpXRAI/AAAAAAAABE0/8qCNofwK3zM/s72-c/Forma%25C3%25A7%25C3%25A3o+jogador+web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1459946214826512276</id><published>2011-07-03T00:12:00.001+01:00</published><updated>2011-07-03T00:14:14.246+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>CRAQUES</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7OkiNmpfRGg/Tg-iInk6TRI/AAAAAAAABEk/k3Xj3EG3KWw/s1600/Gutiweb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="362" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-7OkiNmpfRGg/Tg-iInk6TRI/AAAAAAAABEk/k3Xj3EG3KWw/s400/Gutiweb.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As meias-finais do Super15 permitiram avaliar&amp;nbsp;a formidável qualidade dos craques que irão estar presentes no Mundial.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E permitiram também perceber que o&amp;nbsp;jogo no Sul tem uma dimensão técnico-táctica&amp;nbsp;de nível superior que não parece acessível às&amp;nbsp;selecções do Norte. Bastarão&amp;nbsp;os 70 dias de distância para dar aos jogadores europeus as capacidades de passe no tempo justo do desequilíbrio defensivo, do ataque ao intervalo, da disponibilidade de abertura de linhas de passe, o tempo exacto de entrada para ultrapassar a linha defensiva e explorar o espaço?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se tudo isto fosse possível, que Campeonato do Mundo poderíamos ver. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Até lá as maiores expectativas para um Reds-Crusaders&amp;nbsp; - a final do Super 15 no próximo sábado - que tem todas as condições para colocar o Rugby num nível superior do espectáculo desportivo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1459946214826512276?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1459946214826512276'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1459946214826512276'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/07/craques.html' title='CRAQUES'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-7OkiNmpfRGg/Tg-iInk6TRI/AAAAAAAABEk/k3Xj3EG3KWw/s72-c/Gutiweb.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3293534973397256971</id><published>2011-06-30T15:06:00.001+01:00</published><updated>2011-07-03T00:15:13.348+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arbitragem'/><title type='text'>ERRO DOS ÁRBITROS OU DO SISTEMA?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já tinha acontecido na última final do campeonato nacional entre Agronomia e Direito. Agora, situação similar aconteceu no Blues-Waratahs em jogo dos Qualifyings para as meias-finais do Super 15.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-91093a65b6255180" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D91093a65b6255180%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965315%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2875CC67F8313E92D5F49048FB6BE7924BAF6ECA.620B15EAFBC9ED5DE53F476BCAF874D3266230C8%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D91093a65b6255180%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DHXe1fS0ycZBhYO-Rf5VppdnbOac&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D91093a65b6255180%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965315%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2875CC67F8313E92D5F49048FB6BE7924BAF6ECA.620B15EAFBC9ED5DE53F476BCAF874D3266230C8%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D91093a65b6255180%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DHXe1fS0ycZBhYO-Rf5VppdnbOac&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E passa-se assim em quase todos os jogos: os jogadores que estão à frente do seu companheiro chutador não recuam no terreno de acordo com o que define a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Lei 11.4 – Jogador fora-de-jogo sujeito à lei dos 10 metros&lt;/i&gt; e interferem ilegalmente no desenrolar do jogo, prejudicando o seu desenvolvimento. E os árbitros, a terem que ver muita coisa ao mesmo tempo nem sempre se dão conta desta &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;obstrução táctica&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O que se passou em ambos os jogos citados foi o seguinte: bola pontapeada para fora e os jogadores que se encontravam a menos de 10 metros da &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;imaginária&lt;/i&gt; linha paralela às linhas de ensaio não recuaram e intervieram no lançamento – ou no seu impedimento – rápido da bola. E se no jogo do Super 15 os eventuais danos se limitaram – e não é pouco – ao ganho de terreno forçado, na final do campeonato nacional a consequência influenciou o resultado final. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A questão: está em falta o jogador companheiro do pontapeador que se encontra a menos de 10 metros do ponto de cruzamento da bola e que, tirando partido do seu não recuo interfere na possibilidade de lançamento rápido da bola?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dir-se-á que a bola saiu do terreno de jogo – está &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;morta&lt;/i&gt; – e portanto que, estando o jogo parado, os jogadores que estavam em fora-de-jogo terão deixado de estar e poderão participar – a partir da posição ilegal em que se encontravam – na sequência que reinicia o jogo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Será?!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Lei 11.4&lt;/b&gt; diz que &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; font-size: 10pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;jogador fora-de-jogo deve imediatamente recuar para detrás desta linha imaginária e enquanto o faz, não deverá fazer obstrução a qualquer adversário”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;. Ou seja, o jogador em causa tem que recuar &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;imediatamente&lt;/b&gt; após, infere-se, a bola ter sido pontapeada. Por outro lado a mesma &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Lei 11 no seu ponto 9&lt;/b&gt; – &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman, Bold; mso-bidi-font-family: &amp;quot;TimesNewRoman,Bold&amp;quot;; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Permanecer em posição de fora-de-jogo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;, define claramente:&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman, Bold; font-size: 14pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;TimesNewRoman,Bold&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;Um jogador que permanece em posição de fora-de-jogo sem tentar recuar para se recolocar em-jogo, e deste modo impede a equipa adversária de jogar a bola, está a tomar parte no jogo e, por isso, deverá ser penalizado.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sendo um norma comummente aceite que não se pode tirar partido de posição ilegal – basta pensar na não aceitação do conceito usual de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;benefício do infractor&lt;/i&gt; – o posicionamento em fora-de-jogo, mesmo que a bola tenha saído do terreno-de-jogo e possa ser considerada &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;morta&lt;/i&gt; – que aliás só acontece quando a bola toca no chão ou similar - irá impedir o uso da possibilidade de lançamento rápido e, consequentemente, retirar as vantagens que daí poderiam resultar – o que significa que lidamos também com uma forma que poderá ser considerada como &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;jogo desleal&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;E vendo a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Lei 10 – Jogo Ilegal/Anti-jogo&lt;/b&gt;.&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; (a) &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman, Bold; mso-bidi-font-family: &amp;quot;TimesNewRoman,Bold&amp;quot;;"&gt;Infracções intencionais: &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;É ilegal para qualquer jogador cometer deliberadamente um acto desleal ou infringir intencionalmente qualquer Lei do Jogo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;, resulta no seu ponto &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman, Bold; mso-bidi-font-family: &amp;quot;TimesNewRoman,Bold&amp;quot;;"&gt;10.5. Sanções: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;(a) Qualquer jogador responsável por uma infracção à Lei 10 deve ser avisado,&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman, Bold; mso-bidi-font-family: &amp;quot;TimesNewRoman,Bold&amp;quot;;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;ou advertido e suspenso temporariamente do jogo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt; E como tal e de acordo com a interpretação que venho fazendo, a falta em causa deverá ser punida – para além do respectivo pontapé de penalidade – com um cartão amarelo e suspensão de 10 minutos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A situação poderá não ser evidente, mas parece-me, de acordo com a letra e o espírito das Leis do Jogo – e os valores que norteiam o jogo – que se tratará de falta. A não ser que se pretenda juntar outra falha grave – refiro-me ao facto do toque na bola que resulte de um pontapé colocar em jogo, em nítido benefício do infractor, um jogador companheiro do pontapeador que esteja em fora-de-jogo – ao sistema de leis que rege o jogo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: TimesNewRoman; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um pedido de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;rulling &lt;/i&gt;à IRB parece ser a forma mais razoável de se chegar a uma conclusão para melhoria e universalidade dos critérios da arbitragem. A Federação poderia fazê-lo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3293534973397256971?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3293534973397256971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3293534973397256971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/erro-dos-arbitros-ou-do-sistema.html' title='ERRO DOS ÁRBITROS OU DO SISTEMA?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3349634645253844734</id><published>2011-06-26T01:47:00.000+01:00</published><updated>2011-06-26T01:47:12.958+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>ATITUDE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-28fLb7DvmA8/TgaA-6nRFAI/AAAAAAAABD8/VJoue_w3X3s/s1600/Nadal001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="96" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-28fLb7DvmA8/TgaA-6nRFAI/AAAAAAAABD8/VJoue_w3X3s/s400/Nadal001.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3349634645253844734?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3349634645253844734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3349634645253844734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/atitude.html' title='ATITUDE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-28fLb7DvmA8/TgaA-6nRFAI/AAAAAAAABD8/VJoue_w3X3s/s72-c/Nadal001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2400835901875820788</id><published>2011-06-23T09:30:00.001+01:00</published><updated>2011-06-23T09:30:00.230+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Realidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ranking IRB'/><title type='text'>A ÉPOCA DE PORTUGAL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-U_dDDv0OAts/TgKb97tQ7lI/AAAAAAAABDw/PUF2BwdR9jc/s1600/Ranking+IRB+pontos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-U_dDDv0OAts/TgKb97tQ7lI/AAAAAAAABDw/PUF2BwdR9jc/s400/Ranking+IRB+pontos.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Naquilo que&amp;nbsp;foi da sua directa responsabilidade&amp;nbsp;- os pontos de ranking conseguidos em cada jogo pelo resultado &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;obtido&amp;nbsp;- os Lobos portugueses perderam no total e em relação ao início da época&amp;nbsp;0,60 pontos, aproximando-se, no entanto e sem os ultrapassar,&amp;nbsp;da Rússia e da Namíbia. Apesar dessa aproximação fomos perdendo espaço com a&amp;nbsp;Geórgia cada vez mais longe, a Roménia a começar a fugir e a Espanha a aproximar-se.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xQn6sgP6AXo/TgKcCq_QNAI/AAAAAAAABD0/bJdqEK365g0/s1600/Ranking+IRB+diferen%25C3%25A7as.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-xQn6sgP6AXo/TgKcCq_QNAI/AAAAAAAABD0/bJdqEK365g0/s400/Ranking+IRB+diferen%25C3%25A7as.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois do não apuramento para o Mundial da Nova Zelândia, Portugal perdendo pontos para os adversários com quem disputa as provas e qualificações, viu ainda&amp;nbsp;a aproximação da Espanha que, mostrando&amp;nbsp;que o seu&amp;nbsp;&lt;em&gt;mau tempo&lt;/em&gt; já terá passado - veja-se também o que começam a conseguir nos Sevens - parece estar próxima de se juntar ao grupo, reduzindo assim o espaço de classificação, apertando portas&amp;nbsp;e obrigando a atenções e cuidados&amp;nbsp;superiores na procura de um lugar no&amp;nbsp;Mundial de 2015.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gB1aa2ktPJA/TgKcG_vqPzI/AAAAAAAABD4/Wv1nOiTVdpY/s1600/Ranking+IRB+posi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" i$="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-gB1aa2ktPJA/TgKcG_vqPzI/AAAAAAAABD4/Wv1nOiTVdpY/s400/Ranking+IRB+posi%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No campo do posicionamento no ranking e que traduz a relação que depende não só dos próprios resultados, mas também dos conseguidos entre as outras equipas nos jogos-teste que disputam, a posição de Portugal melhorou em termos globais - ganho de um lugar - mas sem compensar a saída&amp;nbsp;do grupo dos vinte primeiros do ranking da IRB&amp;nbsp;que já tinha conseguido atingir.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Saída que&amp;nbsp;foi consumada com a recente derrota, contra a Namíbia,&amp;nbsp;no único jogo-teste deste mês de Junho e que, pelo que representava, deveria ter sido encarado sem a &lt;em&gt;facilidade&lt;/em&gt; das lembranças das vitória de Novembro e da semana anterior sobre os Jaguares. Não estando presentes no Mundial, a manutenção da vigésima posição no ranking com os resultados que implicava, teria mais importância no posicionamento internacional&amp;nbsp;do que as aparências imediatas&amp;nbsp;possam mostrar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Se não se pode dizer que a época&amp;nbsp;internacional&amp;nbsp;tenha sido&amp;nbsp;má, também não se pode pensar que&amp;nbsp;foi boa. E&amp;nbsp;é bom perceber que se terá ficado bastante&amp;nbsp;áquem das normais espectativas que os próprios jogos de&amp;nbsp;Novembro alimentaram sendo bom&amp;nbsp;procurar compreender até que ponto&amp;nbsp;a construção do calendário não terá&amp;nbsp;tido&amp;nbsp;grossas responsabilidades no não crescimento dos resultados internacionais.&amp;nbsp;Como se diz em linguagem desportiva: para se ser campeão podem-se cometer erros, mas nunca repeti-los.&amp;nbsp;É o caso do calendário, não é repetível.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2400835901875820788?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2400835901875820788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2400835901875820788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/epoca-de-portugal.html' title='A ÉPOCA DE PORTUGAL'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-U_dDDv0OAts/TgKb97tQ7lI/AAAAAAAABDw/PUF2BwdR9jc/s72-c/Ranking+IRB+pontos.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5661044331817273302</id><published>2011-06-17T02:27:00.000+01:00</published><updated>2011-06-17T02:27:16.294+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nations Cup 2011'/><title type='text'>OPORTUNIDADE PERDIDA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A derrota dos Lobos, não sendo propriamente uma surpresa – a proximidade de pontuação no ranking IRB, embora atribuindo favoritismo a Portugal, admitia a lógica de qualquer resultado – foi, no entanto, um mau resultado com apenas uma vantagem: os vinte melhores qualificados do ranking vão estar no próximo Mundial o que, como furo de marketing, deixa imaginar o sorriso de satisfação dos dirigentes IRB…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E nem começou mal a selecção portuguesa – movimentou-se bem, circulou a bola, manteve a continuidade através de boas e adequadas linhas e ângulos de corrida, facilitando linhas de passe e o ensaio de João Correia foi um excelente exemplo da aproximação que o rugby português deve desenvolver (formação incluída!) se pretender obter resultados internacionais sustentados.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O pior foi o resto: faltas escusadas – espanta-me sempre a convicção da ignorância (estilo: não fiz nada, o árbitro é que não percebe nada disto!) – erros técnico-tácticos impossíveis – acabar de marcar para deixar cair uma bola e entregar de mão beijada a posse e o território e permitir o alimento ao adversário; não ser capaz, por falta de técnica, de impedir um ensaio de penalidade numa formação ordenada, mais faltas escusadas, um último lançamento no último alinhamento deplorável&amp;nbsp;e um, ás tantas, certo deslace do colectivo. Pareceu falata de pulmão, mas o que fez falta a Portugal foi o treino da prática competitiva: aquela que é necessária para jogar ombro a ombro no espaço internacional onde pretendemos situar-nos. A que cria hábitos de decisão, de utilização das técnicas adequadas aos momentos&amp;nbsp; precisos, da correcta atitude nas circunstâncias de cada momento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como diz o corolário que &lt;em&gt;retiramos&lt;/em&gt; da Lei de Murphy: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;quando a pressão aumenta, o disparate aparece&lt;/i&gt;. E para o evitar só há uma forma: criar os hábitos de adaptação necessários. O que em Desporto significa habituar os jogadores a permanentes níveis elevados de competição. E não vale a pena chorar no molhado de outros jogadores (a mania dos titulares e o capote das desculpas) não terem estado presentes. A oportunidade perdida começou a desenhar-se muito mais cedo – com a desadaptação do calendário às regras competitivas necessárias. O Alto Rendimento não se compadece – verdade reconhecida – com análises e decisões amadoras feitas na base do interesse imediato e de perna curta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As derrotas ensinam mais – até o dr. Louçã o sabe – do que as vitórias. Esta derrota – uma boa oportunidade deitada fora para deixar na memória dos dirigentes internacionais qualquer brilho fora daquele com que vão voltar da Nova Zelândia – deve ensinar alguma coisa à organização do rugby português, obrigando, nas análises e decisões, ao &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;profissionalismo &lt;/i&gt;de uma estratégia alinhada pelos objectivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5661044331817273302?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5661044331817273302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5661044331817273302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/oportunidade-perdida.html' title='OPORTUNIDADE PERDIDA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6916506309218959296</id><published>2011-06-15T02:24:00.001+01:00</published><updated>2011-09-25T02:13:56.712+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nations Cup 2011'/><title type='text'>GANHAR À NAMÍBIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A vitória sobre Los Jaguares argentinos estará na memória de todos quando os Lobos entrarem no campo para o jogo com a Namíbia. Derrotados pelos romenos, os africanos precisam de garantir uma vitória que lhes abra melhores perspectivas para o próximo Mundial onde se encontram numa série de muito difícil sucesso – qualquer que seja a perspectiva pela qual pretendam medir o seu grau. E não vão fazer-nos a vida fácil...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O XV de Portugal inicia o jogo – que atribui pontos para o ranking IRB – como favorito e com o intervalo favorável de 1,38 pontos. Uma vitória abriria este intervalo para uma vantagem de&amp;nbsp;3,10 pontos capaz de cobrir, mesmo com o bónus pontual que o Mundial confere na atribuição de pontos de ranking, qualquer surpresa que possa lá surgir – aí, as derrotas, pela distância aos adversários, não retirará pontos aos namibianos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A vitória dos Lobos pode consolidar o 20º lugar para o pós-Mundial – neste sentido o jogo de logo à tarde é o mais importante desta nossa participação na&amp;nbsp;Nations Cup&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As vitórias transmitem confiança, sabe-se. A vitória sobre os argentinos deve dar aos jogadores portugueses a confiança necessária para acreditarem nas capacidades da equipa e&amp;nbsp;se lançarem num jogo de movimento – movimentando-se de acordo com o movimento da bola – que permita o recurso a linhas e ângulos de corrida menos tradicionais e mais surpreendentes. Com mais confiança, o jogo de passes, menos imediatamente penetrante e mais criador e procurador de intervalos, pode, se bem apoiado, provocar desequilíbrios que permitam a continuidade do avanço territorial e o aumento das dificuldades defensivas. O jogo de logo é uma óptima oportunidade para os Lobos se soltarem e se mostrarem uma matilha indomável de movimentos inesperados e de permanentes alterações de processos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não bastando a conquista da bola e sendo essencial a sua boa e eficaz utilização, o jogo de hoje pode permitir o retorno da circulação inteligente e adaptada da bola e jogadores, voltando a colocar no topo das prioridades do jogo português a continuidade do movimento como processo de construção de vitórias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6916506309218959296?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6916506309218959296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6916506309218959296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/ganhar-namibia.html' title='GANHAR À NAMÍBIA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6934308750332966032</id><published>2011-06-11T02:42:00.000+01:00</published><updated>2011-06-11T02:42:27.165+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nations  Cup 2011'/><title type='text'>PORTUGAL VENCE JAGUARES</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y3Fa2hbMynk/TfLFR5OtmiI/AAAAAAAABC4/KZUCZ5VsScE/s1600/Nations+cup.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-y3Fa2hbMynk/TfLFR5OtmiI/AAAAAAAABC4/KZUCZ5VsScE/s1600/Nations+cup.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Dia de Portugal, a excelente defesa do XV de Portugal nos últimos minutos do jogo garantiu uma óptima e inesperada vitória – 25-21 - sobre &lt;em&gt;Los Jaguares&lt;/em&gt; da Argentina – equipa treinada por Daniel Hourcade um dos responsáveis pela presença de Portugal no Mundial de 2007 – na 1ª jornada do Nations Cup 2011 a disputar na Roménia. Do resumo visto notou-se o equilíbrio conseguido pelos avançados portugueses frente aos seus adversários directos – empatando até na construção de ensaios: um para cada lado. Com boa disciplina – muito superior à dos argentinos que terão feito muitas faltas -&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e um excelente início de jogo o XV de Portugal iniciou da melhor maneira os três jogos que tem que disputar nesta Nations Cup 2011.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9NZD37jVIrg/TfLHJc2M79I/AAAAAAAABDA/ECWA4I5BmfI/s1600/POR+JAG+NCup+2011a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="280" src="http://2.bp.blogspot.com/-9NZD37jVIrg/TfLHJc2M79I/AAAAAAAABDA/ECWA4I5BmfI/s400/POR+JAG+NCup+2011a.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;Pedro Leal no Portugal-Los Jaguares&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6934308750332966032?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6934308750332966032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6934308750332966032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/portugal-vence-jaguares.html' title='PORTUGAL VENCE JAGUARES'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-y3Fa2hbMynk/TfLFR5OtmiI/AAAAAAAABC4/KZUCZ5VsScE/s72-c/Nations+cup.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-452706167334970834</id><published>2011-06-10T19:55:00.000+01:00</published><updated>2011-06-10T19:55:03.212+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>TREINAR A VANTAGEM DO AMARELO</title><content type='html'>O cartão amarelo, ao suspender o jogador faltoso durante dez minutos – o designado &lt;em&gt;sin-bin&lt;/em&gt; – proporciona à equipa não faltosa uma vantagem numérica que não pode ser desperdiçada e que se deve traduzir na marcação de pontos. &lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-d5UsdK2ec_E/TfJnS_TC5_I/AAAAAAAABC0/mWjjACC9Pwo/s1600/amarelo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-d5UsdK2ec_E/TfJnS_TC5_I/AAAAAAAABC0/mWjjACC9Pwo/s200/amarelo.jpg" t8="true" width="138" /&gt;&lt;/a&gt;O exemplo contrário aconteceu no recente Highlanders-Force do Super 15, onde o &lt;em&gt;abertura&lt;/em&gt; australiano, James Stannard, foi suspenso com um cartão amarelo por, em falta, ter evitado um possível ensaio adversário. Incapazes de tirar partido da superioridade numérica, os neozelandeses, não marcando pontos, viram o resultado inverter-se no final do jogo e sairam derrotados pela diferença correspondente ao ensaio evitado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Cada vez mais, e este&amp;nbsp;exemplo serve para essa reflexão, as equipas têm que estar preparadas para saber como&amp;nbsp;enfrentar&amp;nbsp;estas situações. O que significa que é preciso encontrar as armas tácticas a explorar nestes casos e treinar a sua utilização. Sob pena de se deixar que a falta compense... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-452706167334970834?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/452706167334970834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/452706167334970834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/treinar-vantagem-do-amarelo.html' title='TREINAR A VANTAGEM DO AMARELO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-d5UsdK2ec_E/TfJnS_TC5_I/AAAAAAAABC0/mWjjACC9Pwo/s72-c/amarelo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3588633315077732974</id><published>2011-06-09T08:55:00.007+01:00</published><updated>2011-06-09T08:55:00.708+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sevens'/><title type='text'>SEVENS, ÉPOCA e JOGOS</title><content type='html'>﻿﻿﻿ &lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Do9XcfQrZsQ/TeexL6ZOQGI/AAAAAAAABCQ/OtGJiDIMXJs/s1600/Sevens+Classifica%25C3%25A7%25C3%25A3o+011+grafico004.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://4.bp.blogspot.com/-Do9XcfQrZsQ/TeexL6ZOQGI/AAAAAAAABCQ/OtGJiDIMXJs/s400/Sevens+Classifica%25C3%25A7%25C3%25A3o+011+grafico004.jpg" t8="true" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;HSBC SEVENS 2010/2011&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿﻿﻿&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os resultados da selecção portuguesa de Sevens foram, esta época, muito fracos. Uma análise com atribuição de pontos até à Shield mostra Portugal com a pior prestação global dos países europeus que, connosco, procuram um lugar de acesso aos Jogos Olímpicos de 2016. Não é novidade que a entrada para os Jogos levaria ao crescimento das equipas dos países que têm, na cultura olímpica, a maior motivação para o desenvolvimento desportivo. Já o escrevi há tempos (&lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2010/07/podemos-la-chegar.html"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ler aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;﻿&lt;/span&gt;). E ainda faltam a Irlanda – concorrente garantida – a Itália e a Roménia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A prenda, do acesso aos Jogos, dado aos países emergentes pela IRB não saiu muito bem – já também o escrevi (&lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2009/12/sevens-nos-jogos-olimpicos.html"&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;ler aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). Porque parece terem esquecido a elementaridade das coisas: quem define os jogos é o Comité Olímpico Internacional; os exemplos de outras modalidades colectivas existem e os cinco anéis representam os cinco continentes. Ou então sabiam tudo isto e não o quiseram transmitir…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para a eventual qualificação de Portugal existem problemas – como se estes não fossem poucos – que ultrapassam os resultados. Numa distribuição directa por continentes, Portugal terá uma enorme dificuldade de conseguir a qualificação – o máximo seriam três equipas se houvesse o impensável prejuízo da Oceânia onde residem as melhores equipas de Sevens. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E há ainda o problema do Grã-Bretanha: junta ou separada?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Grã-Bretanha, aglutinando a Inglaterra, o País de Gales e a Escócia é o sócio do Comité Olímpico Internacional e assim se representa nos Jogos. Os sócios das Federações Internacionais são os países do Grã-Bretanha – e por isso assim se representam em campeonatos da Europa e do Mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Até agora a Grã-Bretanha não tem estado representada em Jogos Olímpicos nas modalidades colectivas mas tal vai acontecer no London 2012. Autorizados pelas Federações Internacionais, a Grã-Bretanha apresentar-se-á nas modalidades colectivas com atletas seleccionados das &lt;em&gt;home nations&lt;/em&gt;, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;dos seus&amp;nbsp;três países. As razões são óbvias – os Jogos realizam-se na cidade capital do Reino Unido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vai ser o mesmo para o Rio de Janeiro de 2016? Se fôr, se a IRB assim o autorizar, se os países assim o entenderem, há uma vantagem para os outros países europeus que pretendem garantir o acesso aos jogos. Mas o rugby olímpico perde impacto com a falta dos países britânicos e a rivalidade que provocam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por outro lado o pós-Londres pode encerrar um capítulo, um ciclo – chegámos até aqui, realizámos os Jogos, desenvolvemos o desporto interno, equilibrámos forças, está na hora de cada um voar sozinho. Nos tempos actuais esta posição tem força interna e não é de desprezar – o que, aumentando a quantidade e qualidade de adversários,&amp;nbsp;significará dificuldades acrescidas para a qualificação portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A tradição dos &lt;em&gt;anéis olímpicos&lt;/em&gt; tende para a representação por continentes mas diversas modalidades desportivas, sem fugir à representação continental, apurando seis ou sete países – o organizador, o melhor de cada continente (5), o campeão do mundo – deixam cinco a seis lugares para a qualificação dos melhores restantes. Como acontece no voleibol, no basquetebol ou no andebol. O que melhoraria as hipóteses de equipas como Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Havendo um problema de número na Europa – mais pretendentes que lugares e havendo a possibilidade do apuramento continental de equipas mais fracas – os dirigentes portugueses deveriam procurar, numa estratégia conjunta com parceiros europeus que também pretendam possibilidades de acesso aos Jogos, convencer as autoridades rugbísticas e olímpicas à adaptação de modelos idênticos a outras modalidades, abrindo assim maiores possibilidades às hipóteses de qualificação dos países europeus. Não esquecendo, nessa preocupação,&amp;nbsp;dois factores fundamentais que marcarão os próximos tempos: que acabou o &lt;em&gt;bom tempo&lt;/em&gt; nos Sevens e que haverá o Mundial de XV em 2015 – imediatamente antes do Rio de Janeiro de 2016.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3588633315077732974?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3588633315077732974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3588633315077732974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/sevens-epoca-e-jogos.html' title='SEVENS, ÉPOCA e JOGOS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Do9XcfQrZsQ/TeexL6ZOQGI/AAAAAAAABCQ/OtGJiDIMXJs/s72-c/Sevens+Classifica%25C3%25A7%25C3%25A3o+011+grafico004.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2788185064885014046</id><published>2011-06-05T01:26:00.000+01:00</published><updated>2011-06-05T01:26:36.583+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jogos'/><title type='text'>DEZOITO VEZES CAMPEÃO</title><content type='html'>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cjb6i6S-PpM/TerKqdWwtEI/AAAAAAAABCY/RrVa416Z-HM/s1600/St+Toulousain.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-cjb6i6S-PpM/TerKqdWwtEI/AAAAAAAABCY/RrVa416Z-HM/s1600/St+Toulousain.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ganhando na final do Top 14 ao Montpellier por 15-10, o Toulouse venceu pela décima-oitava vez o campeonato de França. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O jogo, com supremacia constante das defesas sobre a previsibilidade dos ataques – os ataques aos intervalos nunca criaram a necessária instabilidade defensiva -&amp;nbsp;terá sido&amp;nbsp;a mais fraca das grandes finais europeias da época&amp;nbsp;e, como gozo de espectador, não passou de um jogo de emoção limitada&amp;nbsp;aos adeptos dos dois clubes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O novo campeão deitou fora muito jogo, com erros impensáveis para uma equipa cheia de experientes internacionais e permitiu ao Montpellier – depois de uma época notável sob o comando de Galtier - mostrar-se quase campeão mas a deixar-se morrer na praia: no minuto final dispôs de uma &lt;em&gt;penaltitouche&lt;/em&gt;, de uma &lt;em&gt;formação-ordenada a 5 metros&lt;/em&gt; e, ainda, de uma &lt;em&gt;penalidade&lt;/em&gt; para marcar o ensaio que daria o prolongamento – faltou-lhe &lt;em&gt;capitanato&lt;/em&gt; (Ouedraogo, um esforço notável, já tinha saído esgotado e demasiado massacrado&amp;nbsp;no muito que jogou). Faltou-lhes experiência, maturidade, serenidade para garantir a eficácia do gesto final...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo falhando o inexplicável, a experiência da equipa de excelência de Guy Novés garantiu a grande ovação ao cair do pano. Dezoito vezes... é obra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2788185064885014046?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2788185064885014046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2788185064885014046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/dezoito-vezes-campeao.html' title='DEZOITO VEZES CAMPEÃO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cjb6i6S-PpM/TerKqdWwtEI/AAAAAAAABCY/RrVa416Z-HM/s72-c/St+Toulousain.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2558671562479651837</id><published>2011-06-02T00:48:00.000+01:00</published><updated>2011-06-02T00:48:18.222+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>PERSPECTIVAS IRLANDESAS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;em&gt;"Há um conjunto de talentos bem treinados a desenvolver-se. Eles saem das academias numa condição incrível. É muito bom para o rugby irlandês e com certeza que irá obrigar os mais velhos a manterem-se preparados.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Paul O’Connell, internacional irlandês, capitão do Munster, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;referindo-se às perspectivas para o Campeonato do Mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2558671562479651837?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2558671562479651837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2558671562479651837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/06/perspectivas-irlandesas.html' title='PERSPECTIVAS IRLANDESAS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7096565310697633895</id><published>2011-05-31T14:37:00.002+01:00</published><updated>2011-06-01T14:47:56.773+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>WHAT A SCORE!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-feb23d87bcee1156" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v24.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfeb23d87bcee1156%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965315%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D27FDA612260C9844FDF93CC2867F62B0F82776F3.DB0DCDEDBBB88581C5397E1229AC74F9198DF15%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfeb23d87bcee1156%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSv7SjQxdBb85TPCWyIp3Crcjw5Y&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v24.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfeb23d87bcee1156%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965315%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D27FDA612260C9844FDF93CC2867F62B0F82776F3.DB0DCDEDBBB88581C5397E1229AC74F9198DF15%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfeb23d87bcee1156%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSv7SjQxdBb85TPCWyIp3Crcjw5Y&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;England-Barbarians, Maio 2011, Twickenham&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Procura do espaço livre, linhas de corrida de chamariz, mudança de ângulos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;﻿, apoio, passes &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;heterodoxos (off-loads), cultura táctica: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ens&lt;span style="font-size: large;"&gt;ai&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;o!Great Stuff! Brilliant! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;What a Score!*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;* homenagem a Cliff Morgan, voz do &lt;em&gt;ensaio de sempre&lt;/em&gt; do Barbarians-All Blacks de 1973 &lt;a href="http://xvcontraxv.blogspot.com/2009/12/o-melhor-ensaio-de-sempre.html"&gt;ver aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7096565310697633895?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7096565310697633895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7096565310697633895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/what-score.html' title='WHAT A SCORE!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1551224346878533822</id><published>2011-05-29T09:00:00.008+01:00</published><updated>2011-05-29T09:00:00.176+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jogos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Resultados'/><title type='text'>A EUROPA A JOGAR, NÓS A VER</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c0780ed458ca58de" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc0780ed458ca58de%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965315%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5DE92BBC5CA97323A00CC3A401CDBFB7A977C3E6.5D8D5D8351C1293D1AD56EC26DAC8A4E2A284CE5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc0780ed458ca58de%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DrSSYBN1da3UwovRV5ov5_97EFV0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc0780ed458ca58de%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965315%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5DE92BBC5CA97323A00CC3A401CDBFB7A977C3E6.5D8D5D8351C1293D1AD56EC26DAC8A4E2A284CE5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc0780ed458ca58de%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DrSSYBN1da3UwovRV5ov5_97EFV0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Ça c'est du Rugby! Primeiro ensaio do Toulouse&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Fim-de-semana europeu de grandes jogos de rugby. Em França na sexta-feira, o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;﻿Toulouse classificou-se para a final ao vencer sem margem para dúvidas o&amp;nbsp;Clermont Auvergne, campeão da época passada, por&amp;nbsp;29-6; ontem, o Montpellier conseguiu uma vitória&amp;nbsp;de rés-vés - um ponto conseguido de penalidade no minuto final e quando os parisiences do Racing já se viam na final após uma excelente recuperação feita&amp;nbsp;a partir de&amp;nbsp;dois erros infantis - um pontapé sem sentido de Matadigo (que permitiu o contra para o&amp;nbsp;ensaio de Bobo) e o disparate do amarelo&amp;nbsp;de Trinh-Duc (que reduziu a equipa a catorze numa altura crucial do jogo).&amp;nbsp;Com estas duas vitórias teremos uma final do Campeonato de França de&amp;nbsp;movimento contra movimento - característica essencial do jogo de&amp;nbsp;ambas as equipas, ambas &lt;em&gt;terríveis&lt;/em&gt; na utilização de bolas recuperadas e, porque não mostram receios de correr riscos,&amp;nbsp;em lançamentos de ataques de qualquer parte do terreno. Expectativas excelentes, portanto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em Inglaterra, os Sarracenos vencem o campeonato pela primeira vez na sua história - derrotando o Leicester Tigers por 22-18 - depois de terem suportado minutos finais de uma sequência de 32 fases. Um sufoco para adeptos, um regalo para os olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na Magners Ligue, a liga céltica de irlandeses, galeses e escoceses,&amp;nbsp;os vermelhos do Munster venceram os recentes campeões europeus do Leinster por 19-9 num jogo de grande intensidade&amp;nbsp;e qualidade - mais do que se viu em França, o ataque aos intervalos, a conquista da linha de vantagem foi uma permanência conseguida pela notável velocidade de libertação&amp;nbsp;da bola no jogo no chão e pelo jogo lançado dos três-quartos. Não estando muito&amp;nbsp;distantes&amp;nbsp;das melhores equipas australianas e neozelandesas, os irlandeses parecem preparar-se para ter uma palavra a dizer no Mundial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;A Europa, no final de Maio, fecha a época rugbística dos seus campeonatos internos&amp;nbsp;para começar a pensar&amp;nbsp;na preparação das suas selecções. Portugal fechou as portas em Janeiro...&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1551224346878533822?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1551224346878533822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1551224346878533822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/europa-jogar-nos-ver.html' title='A EUROPA A JOGAR, NÓS A VER'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3488872088806459416</id><published>2011-05-28T09:00:00.001+01:00</published><updated>2011-05-28T09:00:00.336+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estórias da História'/><title type='text'>40 ANOS DEPOIS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há quarenta anos atrás, no princípio de Janeiro e jogando já no CDUL, fui convidado pelos meus amigos do CDUP – clube onde tinha jogado a aventura inicial – para partir com eles numa &lt;em&gt;digressão&lt;/em&gt; a França e Itália. Saímos do Porto em carros – cinco? seis? – e arrancamos península fora. Primeira dormida por terras de Espanha. O meu irmão Luís ia com a filada de comprar umas botas de rugby – por cá não havia nada capaz – e foi trocar dinheiro (não havia euros…). No quarto, dou com ele aos gritos: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;estou rico! estou rico!&lt;/i&gt; O simpático trocador tinha feito mal as contas e tinha-lhe dado zeros a mais. De manhã com o rato a roer a consciência foi lá, para espanto geral, entregar-lhes o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;pesetame&lt;/i&gt; sobrante.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Horas depois de aperto de carro, chegámos a Narbonne onde pontificavam rugbisticamente os enormes irmãos Spanghero. O nosso adversário era o Cuxanaise, equipa das divisões regionais onde jogava o internacional francês Quillis que tinha sido, por razões ideológico-partidárias, afastado da selecção. Levamos um banho de jogo – não fazíamos ideia que o jogo podia ser tão rápido – e perdemos por 28-0.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com passagem por Nice – e copos no então único bar de rugby da cidade com algumas cenas caricatas que me abstenho de contar mas que o Campilho se lembrará – chegámos a Milão. O nosso adversário era o congénere Centro Sportivo Universitário Milano. Recepção pelo presidente – um cromo que ou tinha duas &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;esposas&lt;/i&gt; ou duas amantes, nunca percebemos bem: indistintamente aparecia com uma delas nas &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;cerimónias&lt;/i&gt; oficiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-kxy85pcXOWY/TeBVCbj2JxI/AAAAAAAABCA/peWmT_zmxLE/s1600/Bola+Rugby+verde.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-kxy85pcXOWY/TeBVCbj2JxI/AAAAAAAABCA/peWmT_zmxLE/s1600/Bola+Rugby+verde.jpg" t8="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No jogo – que ganhámos 35-20 (o meu irmão e eu a dividimos a maior parte dos pontos) – o Chico Marramaque partiu uma perna e ficou bem entregue: foi parar a um hospital com excelente treino – de dois em dois minutos chegava uma ambulância com um estropiado do sky…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O CUS tinha na equipa um finguelas malandreco – a jogar a ponta – cheio de truques que, sempre que podia, arreava à socapa. O árbitro marcou uma penalidade e eu preparava-me para chutar para fora – naquele tempo bola fora era sempre lançamento adversário – quando ouvi o Bé Costa Pereira: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;diz-me onde é que está o gajo&lt;/i&gt; – o Bé via mal e também era o tempo em que não havia artifícios para jogar e era a natureza que garantia a acuidade. Apontei-lhe o safado e ele, a sorrir: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;já vejo a mancha… chuta-me altinha para cima do gajo&lt;/i&gt;. O pontapé saiu bem e o Bé entrou-lhe melhor: o malandreco – diz-me a memória – acabou ali a tarde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na volta&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;encontramos neve. Bolas uns contra os outros e fosse pelo que fosse a janela do catita Volksporche do Pinto de Sousa esfrangalhou-se: vieram a rapar frio até casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No carro do Nuno Campilho vinha, para além dos sacos a apertar, com o meu irmão e o Bé – o que guiou mais que eu nem carta tinha. Na entrada catalã de Espanha os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;guardia&lt;/i&gt;, ao verem a juventude, resolveram agir como caso. E pior ficaram quando encontraram uma latinha: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;que é isto? és para las chicas,&lt;/i&gt; diz o Campilho em espanholês característico. Caldo entornado: drogas sofisticadas? ter-se-ão interrogado e mandaram tirar tudo do carro. Era só o que nos faltava, mala cheia de lama dos equipamentos, interior do carro com água no fundo, dissemos-lhes que não, que não tirávamos e sentámo-nos no passeio. Os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;civiles&lt;/i&gt; tiraram tudo de dentro do carro e espalharam na rua. Trabalhinho feito disseram &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;buenas&lt;/i&gt;, puseram-se a andar com sorrisinho trocista e não tivemos outro remédio que não fosse arrumar o impossível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De volta á estrada, contávamos os trocos todos para ver se dava – precisávamos ainda de dormida para uma noite – e foi com algum credo na boca que chegámos ao Porto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A viagem, a equipa, o espírito foi notável. Inesquecível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje os que nela participaram estão juntos a almoçar em casa do Pinto de Sousa. Por razões familiares não estou presente. Com pena! Mas aqui fica um grande e amigo abraço e a demonstração que não vos esqueço: até sempre!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3488872088806459416?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3488872088806459416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3488872088806459416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/40-anos-depois.html' title='40 ANOS DEPOIS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-kxy85pcXOWY/TeBVCbj2JxI/AAAAAAAABCA/peWmT_zmxLE/s72-c/Bola+Rugby+verde.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8632145350433621865</id><published>2011-05-23T00:37:00.001+01:00</published><updated>2011-05-23T00:41:03.250+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Da Realidade'/><title type='text'>O MUNDO MEXE-SE</title><content type='html'>Este sábado jogou-se a final da principal taça europeia de rugby entre a equipa irlandesa do Leinster - onde jogam Brian O'Driscoll, Sexton e D'Arcy - e os Saints de Northampton recheado de internacionais ingleses. Ganharam os irlandeses por 33-22 depois de estarem a perder ao intervalo por 6-22. Diz quem viu que foi um excelente jogo e que a recuperação dos irlandeses foi extraordinária. O&amp;nbsp;derrotado inglês Ben Foden - defesa internacional - dizia no fim do jogo: "para um espectador neutro, deve&amp;nbsp;ter sido um espectáculo incrível..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cá não dei por notícias nos jornais, tão pouco naquele que cobre semanalmente a&amp;nbsp;modalidade com uma página,&amp;nbsp;mas pude ler todas as notícias das mais diversas modalidades e sobre jogos ou actividades sem qualquer interesse. Da equivalente à Champions de futebol, nem o resultado. Mas do rugby pude ler extensas prosas sobre as derrotas do sete português em Londres e da vitória&amp;nbsp;no campeonato dos jovens de sub-16 e sub-18...Como se o mundo acabasse ali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o habitual, o mundo para nós tem a fronteira do interesse imediato - ainda agora estou à espera das finais do Sevens de Londres, esperando que o F.C. Porto (excelente vitória numa época notável)&amp;nbsp;mostra a Taça na varanda do Dragão (julguei que o facto de pagar teria como contrapartida o cumprimento dos programas anteriormente estabelecidos)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8632145350433621865?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8632145350433621865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8632145350433621865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/o-mundo-mexe-se.html' title='O MUNDO MEXE-SE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7049907721003306319</id><published>2011-05-20T01:21:00.002+01:00</published><updated>2011-05-23T00:45:02.879+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>CONTINUIDADE E GOZO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há uma enorme diferença na forma de encarar o jogo entre o Sul e o Norte. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Sul, com aquela forma de jogar, basta ser-se adepto para se ir ao estádio e gozar o espectáculo;&amp;nbsp;do lado de&amp;nbsp;cá, porque o jogo é mais do que aborrecido, só o clubismo é que nos chama ao estádio. Pelo menos esta é a ideia com que fiquei depois de ter visto o Montpellier – a equipa de que faz parte o Gonçalo Uva – ganhar, contra o Castres, o acesso, numa única mão, às meias-finais do campeonato de França e o jogo entre os dois primeiros, Blues e Reds, do Super 15.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Do lado de lá a bola está viva, as equipas procuram atacar os espaços; do lado de cá, num combate permanente, a bola move-se pouco, o ataque ao muro é a constante, as faltas uma permanência e&amp;nbsp;as paragens uma imagem de marca.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A maior diferença está na capacidade sulista de garantir a continuidade do jogo e o avanço no terreno para desequilibrar defesas. A continuidade é garantida dando prioridade ao movimento da bola, ao passe, e evitando passar pelo chão – a panóplia de passes é enorme e na cabeça de cada um existe o objectivo de fazer chegar a bola ao companheiro que se aproxima. Quando a ida ao chão é inevitável a preocupação de garantir uma utilização rápida da bola é a finalidade do contacto. E a partir daí surge uma outra lição: o passe de ligação com as linhas atrasadas – rápido, tenso e na linha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E aí, Will Genia, o formação australiano dos Reds, deu uma enorme lição do que é um médio-de-formação contemporâneo: a variedade das decisões, a velocidade de passe, o ângulo – lançando o companheiro no corredor aberto da linha defensiva -&amp;nbsp;fazem dele um interesse particular para os jogos&lt;/span&gt; do Mundial&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7049907721003306319?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7049907721003306319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7049907721003306319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/continuidade-e-gozo.html' title='CONTINUIDADE E GOZO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-992830639303978870</id><published>2011-05-10T02:16:00.000+01:00</published><updated>2011-05-10T02:16:49.810+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><title type='text'>LOBAS?!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0cAVFrg9BS4/TciLfjPILlI/AAAAAAAABBw/6dEgP0-mVss/s1600/Loba.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-0cAVFrg9BS4/TciLfjPILlI/AAAAAAAABBw/6dEgP0-mVss/s200/Loba.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;O novo centro de treino do Real de Madrid assenta, na sua estrutura física, numa escadaria atravessada por três portas que dão acesso aos espaços de balneários, treino e apoios&amp;nbsp;e cuja subida permite um primeiro acesso aos amarelos, um segundo aos azuis e um terceiro aos brancos, o topo das equipas - simbolizando assim o muito que os miúdos de catorze, quinze anos, têm ainda que trabalhar para chegarem à primeira equipa… e os cartões de cada um só o deixam atingir o patamar que lhe corresponde, a porta seguinte só abre com outro cartão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Reconheço o mérito deste simbolismo e sempre manifestei a opinião que as selecções nacionais não deveriam ter equipamentos idênticos para utilização pelos diferentes escalões etários. Propus, por diversas vezes, que a única camisola “limpa” deveria ser a da selecção principal. As outras, as dos escalões etários, deveriam ter elementos que se iam retirando – como riscas, por exemplo – à medida da subida. O que evitaria o sentimento de que é tudo igual – uma presença num jogo internacional de juniores ou na selecção principal – e que a carreira está feita e que não há qualquer percurso – exigente e trabalhoso – para chegar ao topo. Feito uma vez está feito para a vida. Evitava-se assim quer o erro de posicionamento, quer o abuso de camisolas a passear pela cidade...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Ao que parece as&amp;nbsp;raparigas portuguesas da selecção de &lt;em&gt;sevens&lt;/em&gt; irão usar o nome de Lobas numa cópia, aparentemente honrosa dos masculinos, mas, de facto,&amp;nbsp;infeliz e desajustada. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Lobos só há uns: a selecção principal de Portugal. Os outros serão outra coisa qualquer, mas não Lobinhos, Lobitos ou sequer Lobachos – quem ainda nada fez de especial, não tem direito a usar o nome principal (vejam-se os All Blacks: o nome só é utilizado pela selecção principal). E a selecção de &lt;em&gt;sevens&lt;/em&gt;, a utilizar &lt;em&gt;nome de guerra&lt;/em&gt; deve utilizar outro qualquer – que personalize e distinga.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Pelas mesmas razões, as raparigas – de &lt;em&gt;sevens&lt;/em&gt; ou de &lt;em&gt;quinze&lt;/em&gt; – devem utilizar um qualquer outro nome (que não faltarão, por exemplo, entre a flora da Arrábida ou entre as aves que voam em Portugal) que as autonomize e caracterize. Mas com outra razão ainda: para que – ao contrário do que tem sido a mostra do europeu feminino – se sintam cada vez menos obrigadas a copiar o rugby masculino e possam procurar e&amp;nbsp;desenvolver uma forma de jogar mais adequada à sua personalidade e características próprias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;O Rugby ganhava.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-992830639303978870?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/992830639303978870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/992830639303978870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/lobas.html' title='LOBAS?!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0cAVFrg9BS4/TciLfjPILlI/AAAAAAAABBw/6dEgP0-mVss/s72-c/Loba.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6412333960510695791</id><published>2011-05-07T02:41:00.000+01:00</published><updated>2011-05-07T02:41:17.310+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><title type='text'>ONDE JOGAM?</title><content type='html'>Pela Europa fora o rugby, nos diversos campeonatos, nas taças europeias, está muito próximo dos momentos decisivos da época desportiva numa também preparação&amp;nbsp;- e procura de um lugar - para os jogos de afinamento para o Mundial de Setembro. Por cá, pese também a participação na janela internacional de Junho, o rugby anda de braço dado com a discrição absoluta. Não existe. Valham o Super 15, as transmissões televisivas e os bocadinhos do YouTube para não deixar esquecer os fundamentos do jogo mesmo que seja só no&amp;nbsp;sofá de casa. A dúvida: assim vamos jogar melhor? perceber melhor o jogo? preparamo-nos melhor?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6412333960510695791?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6412333960510695791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6412333960510695791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/05/onde-jogam.html' title='ONDE JOGAM?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6233428246805222869</id><published>2011-04-28T02:14:00.000+01:00</published><updated>2011-04-28T02:14:21.587+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Arbitragem'/><title type='text'>FALA DOS ÁRBITROS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Na arbitragem em geral criou-se a moda do comando do árbitro na altura das faltas, principalmente no jogo no chão, numa absoluta sujeição ao mito da não perturbação do jogo e garantia do espectáculo. E tem-se assistido ao árbitro a avisar o faltoso – pedagogicamente pretende-se – para &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;largar&lt;/i&gt; a falta a meio e deixar o jogo continuar. A vantagem é óbvia e o benefício também: do infractor. E o prejuízo, duplo, vai inteirinho para o não faltoso: perde a vantagem do desequilíbrio e perde a possibilidade de conquista de terreno. E assim temos podido assistir, conduzidos pela linguagem arbitral, à constante lentidão de rucks, ao consequente contínuo retorno da &lt;em&gt;primeira forma&lt;/em&gt; e á cobertura da espertalhotice. E o jogo tornado uma chatice. E os árbitros a falar, a comandar o jogo, a proteger faltosos e a não garantir a equidade devida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Finalmente a voz do chefe internacional dos árbitros, Paddy O’Brien, faz-se ouvir para clarificar a questão. Desenvolvendo o conceito da principal obrigação do árbitro ser a de garantir a equidade e a igualdade dos jogadores e das equipas perante as Leis do Jogo, O’Brien, afirma a necessidade dos árbitros não protegerem os faltosos: falta é falta e se o seu mal, para o desenvolvimento e continuidade do jogo, já está causado, o não faltoso não pode ser prejudicado por uma visão deslocada da arbitragem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;O conceito é simples e deve estar permanentemente presente na acção dos árbitros. Para falar, para ajudar à fluidez do jogo, o árbitro só deve – só pode – intervir no gesto dos jogadores ANTES da falta, nunca depois – aí a fala é o sopro do apito. Ou seja a intervenção falada do árbitro deve pautar-se pela regra: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Não ponha as mãos na bola&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;, sim;&lt;strong&gt; &lt;em&gt;Tire as mãos!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, não. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;E o jogo melhorará.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6233428246805222869?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6233428246805222869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6233428246805222869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/fala-dos-arbitros.html' title='FALA DOS ÁRBITROS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8118084098914904270</id><published>2011-04-26T09:24:00.001+01:00</published><updated>2011-04-26T09:24:00.750+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estórias da História'/><title type='text'>RUGBY EM BRAGA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há dias, organizado pelo clube Braga Rugby, realizou-se na cidade de Braga um torneio infantil - de sub-10 a sub-16 - com a participação de quatro equipas portuguesesas e outras quatro equipas galegas. Espera-se que a realização deste Torneio - pelo que mostra de&amp;nbsp;vontade de implantação - possa vir a ser o início de um desejável, crescente e&amp;nbsp;sustentável desenvolvimento da modalidade na cidade. Não podendo o desenvolvimento local da modalidade esperar o tempo de crescimento dos actuais participantes para poder apresentar uma equipa nas categorias superiores, espera-se que seja possível encontrar o motivo que possa ser o acelerador capaz de transformar uma vontade numa realidade. E aqui, em Braga, valerá a pena (ao contrário de outros locais que não apresentam as mesmas condições sócio-económicas) utilizar recursos disponíveis e acrescentar o necessário para&amp;nbsp;garantir a eficácia do propósito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há mais de quarenta anos (não tenho o rigor da data presente) participei, ainda pelo CDUP e contra o CDUL, no primeiro jogo de rugby jogado em Braga. A contar para o Nacional de I Divisão de então, o jogo disputou-se no velho 28 de Maio - mais tarde, depois de Abril,&amp;nbsp;1º de Maio - e foi comentado (e organizado) pelo Xana Pinto de Magalhães que, de megafone em punho e para o público presente nas bancadas, tentava explicar as regras e o porquê daquele aparentemente estranho jogo. Não me lembro do resultado mas sei que perdemos e que quem treinava a nossa equipa era Valdemar Caetano que, embora já falecido, continua rugbisticamente como importante e muito querida memória do ensino e desenvolvimento do Rugby no Porto.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Infelizmente, &amp;nbsp;desse jogo, não ficou memória suficiente para que a modalidade crescesse na cidade. Veremos se é desta.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8118084098914904270?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8118084098914904270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8118084098914904270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/rugby-em-braga.html' title='RUGBY EM BRAGA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2865086276189311836</id><published>2011-04-22T19:54:00.001+01:00</published><updated>2011-04-26T02:04:37.246+01:00</updated><title type='text'>BOA PÁSCOA</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ByiNVPnVIUU/TbHOX8bYGsI/AAAAAAAABA0/eiDZEVXOvA4/s1600/Rugby+FMI+2011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" i8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-ByiNVPnVIUU/TbHOX8bYGsI/AAAAAAAABA0/eiDZEVXOvA4/s640/Rugby+FMI+2011.jpg" width="428" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Primeiras experiências de desenho no iPAD&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2865086276189311836?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2865086276189311836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2865086276189311836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/boa-pascoa.html' title='BOA PÁSCOA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ByiNVPnVIUU/TbHOX8bYGsI/AAAAAAAABA0/eiDZEVXOvA4/s72-c/Rugby+FMI+2011.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-785714008214022288</id><published>2011-04-17T15:56:00.002+01:00</published><updated>2011-04-17T15:57:43.389+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><title type='text'>IGNORÂNCIA OU INCÚRIA?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque foram marcados para o mesmo dia - e em locais diferentes - a Final da Taça de Portugal de seniores e a final da segunda prova mais importante dos campeonatos internos: o Campeonato Sub-21? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para que se ignore a existência do que mostra profundidade e dará futuro à modalidade? Porque se entende não terem qualquer&amp;nbsp;importância?&amp;nbsp;Para que público e potenciais patrocinadores não saibam nada do que se passa? Para que tudo se mantenha nos &lt;em&gt;inner circles&lt;/em&gt; habituais e assim seja garantida a continuidade do &lt;em&gt;status quo&lt;/em&gt;?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por faltas de datas disponíveis no calendário não terá, com certeza, sido...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-785714008214022288?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/785714008214022288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/785714008214022288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/ignorancia-ou-incuria.html' title='IGNORÂNCIA OU INCÚRIA?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5839176542800043579</id><published>2011-04-17T09:00:00.004+01:00</published><updated>2011-04-17T15:58:46.853+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><title type='text'>CDUL CAMPEÃO SUB-21</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O CDUL é campeão nacional de sub-21. Vencendo com mérito a Agronomia por 24-8 – podia ter sido uma maior diferença de pontos – o CDUL termina a época com dezasseis vitórias em dezasseis jogos: um belo resultado de época. Acentuando a certeza da sustentabilidade desportiva do clube e que os resultados de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;quase &lt;/i&gt;do primeiro XV irão subir de qualidade – três ou quatro jogadores desta equipa preparam-se para fazer carreira no rugby português - este resultado perspectiva bem&amp;nbsp;a continuidade do rugby do CDUL no topo nacional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;﻿﻿﻿﻿ &lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VLem--A3eYA/TapIcAu83-I/AAAAAAAABAU/jRTVaCnZXco/s1600/CDUL+sub21a.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="182" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-VLem--A3eYA/TapIcAu83-I/AAAAAAAABAU/jRTVaCnZXco/s400/CDUL+sub21a.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Numa demonstração da consideração devida aos adeptos a Taça de Campeão&amp;nbsp;foi entregue &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;com os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;jogadores&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;finalistas &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;virados para a parede - o público de adeptos&amp;nbsp;ficou esquecido do outro lado do campo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"&gt;foto de telemóvel&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A final sénior da Taça de Portugal foi um jogo - com excepção dos primeiros 8/10 minutos - fraco, entediante e próprio de final de época (parecia fim de Junho). Sem ritmo, sem audácia, sem capacidade para contornar ou resolver os problemas do jogo, a Taça foi ganha pela Agronomia (24-12) que mereceu a vitória, sendo dos dois o menos mau: defendeu bem e aproveitou o que havia a aproveitar. A arbitragem situou-se no mesmo nível do jogo: fraca e com bastantes erros – erros tão graves e com influência no resultado como os erros graves e com influência no resultado dos jogadores na incapacidade de negociar elementares &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;4 contra 2&lt;/i&gt; ou &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;3 contra 1&lt;/i&gt; ou de evitar o número exagerado de faltas cometidas a levar ao recuo no território conquistado. Para final de época precoce, não deixa saudades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E agora? Só via televisão e do outro lado do mar... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5839176542800043579?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5839176542800043579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5839176542800043579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/cdul-campeao-u21.html' title='CDUL CAMPEÃO SUB-21'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VLem--A3eYA/TapIcAu83-I/AAAAAAAABAU/jRTVaCnZXco/s72-c/CDUL+sub21a.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7855175149051623398</id><published>2011-04-16T02:28:00.001+01:00</published><updated>2011-04-17T15:59:27.237+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><title type='text'>O QUE TORTO NASCE...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A época começou cedo demais, o Campeonato acabou em Janeiro e hoje, meio de Abril, é a final da Taça (Direito-Agronomia). Em Junho haverá nova janela internacional, a Taça das Nações com a Geórgia, Roménia, Rússia e equipas da Argentina e África do Sul. No intervalo, Sevens. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Época curta e, provavelmente, pouco adequada às pretensões. E fazendo pensar num mau início da próxima… &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7855175149051623398?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7855175149051623398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7855175149051623398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/o-que-torto-nasce.html' title='O QUE TORTO NASCE...'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7393496468245010858</id><published>2011-04-06T02:42:00.001+01:00</published><updated>2011-04-06T02:43:55.676+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rugby e Inclusão'/><title type='text'>MAIS FUTURO</title><content type='html'>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xkYL6XMFdGo/TZvBiCjmuNI/AAAAAAAAA-4/mXXAkAEcNSE/s1600/Escolinha+de+Rugby+da+Galiza.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-xkYL6XMFdGo/TZvBiCjmuNI/AAAAAAAAA-4/mXXAkAEcNSE/s320/Escolinha+de+Rugby+da+Galiza.jpg" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Crédito: site da Escolinha de Rugby da Galiza&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No domingo passado a Escolinha de Rugby da Galiza ocupou – &lt;em&gt;"Por um dia a Escolinha tem um campo” &lt;/em&gt;- o relvado artificial do Jamor. &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Um sonho realizado! &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;como me diria a notável e feliz Maria Gaivão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Durante todo o dia a Escolinha recebeu no seu campo os seus amigos rugbistas para um excelente convívio onde se viu o talento que vai suportar o futuro. E que, mais uma vez veio demonstrar como pode o desporto – e neste caso particular o rugby que tem, pelas suas características próprias, capacidades excelentes neste campo – contribuir para a inclusão social e abertura de horizontes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com a diferença de cor a estar presente apenas nas diferentes camisolas dos jogadores e com a demonstração do mérito imediatamente visível nas capacidades&amp;nbsp;expostas ao serviço das equipas que representam, o desporto tem&amp;nbsp;óptimas características para que o olhar sobre o outro seja feito no reconhecimento das suas qualidades próprias e não através de preconceitos artificialmente introduzidos. O rugby, com as exigências de trabalho colectivo, de disciplina, de desafio directo, de lealdade e solidariedade, constitui um espaço onde essas características podem atingir patamares que fazem da inclusão social uma realidade cívica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No&amp;nbsp;dia anterior,&amp;nbsp;sábado, fui assistir à assinatura dos protocolos do programa do &lt;em&gt;Contrato Local de Segurança de Loures&lt;/em&gt; e atrás de mim estavam os novos atletas&amp;nbsp;lançados pelo&amp;nbsp;&lt;em&gt;Desperta no Desporto&lt;/em&gt; - &amp;nbsp;judocas, esgrimistas e, nomeadamente e representando todos os outros, duas raparigas e dois rapazes que jogam rugby. O programa está a crescer e são óbvias as suas vantagens e qualidades. O agrado dos participantes e das suas famílias também.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um fim-de-semana em cheio, de encher o peito. O que significa boas-notícias na área do compromisso social. Para continuar, espero! Com crise ou sem crise.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7393496468245010858?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7393496468245010858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7393496468245010858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/mais-futuro.html' title='MAIS FUTURO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xkYL6XMFdGo/TZvBiCjmuNI/AAAAAAAAA-4/mXXAkAEcNSE/s72-c/Escolinha+de+Rugby+da+Galiza.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7521308162330763968</id><published>2011-04-01T01:00:00.000+01:00</published><updated>2011-04-01T01:00:52.919+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>EUROPEU DAS NAÇÕES 2010/11</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No final do Torneio Europeu das Nações e apesar de ter ficado fora das promessas, Portugal ganhou – subiu um lugar no ranking e somou mais 0,87 pontos IRB. Não é muito mas é melhor que nada. E embora não tenha aproveitado a ocasião, como forma de garantir o 20º lugar, para se distanciar mais ainda do Uruguai – que ainda não jogou - conseguiu aproximar-se de dois adversários europeus – a Rússia (agora a 1,36 pontos de diferença) e da Roménia a quem ganhou 1,07 pontos. Perder, perder, foi para a Geórgia que nos conquistou 8,35 pontos e entrou para a casa maior das sete dezenas de pontos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-VgTbjL7a4pw/TYqrNp1a5FI/AAAAAAAAA-U/TGgay3HqcE8/s1600/0001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="282" r6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-VgTbjL7a4pw/TYqrNp1a5FI/AAAAAAAAA-U/TGgay3HqcE8/s400/0001.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portugal podia ter feito melhor, as duas derrotas souberam mal – uma porque esteve quase virada e a outra porque não faz (ainda hoje) qualquer sentido – mas acabou, pode dizer-se, por ter uma época internacional europeia aceitável.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7521308162330763968?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7521308162330763968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7521308162330763968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/04/europeu-das-nacoes-201011.html' title='EUROPEU DAS NAÇÕES 2010/11'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-VgTbjL7a4pw/TYqrNp1a5FI/AAAAAAAAA-U/TGgay3HqcE8/s72-c/0001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3637451849356484300</id><published>2011-03-28T19:20:00.001+01:00</published><updated>2011-03-28T19:20:00.521+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>BOLA VIVA!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os neozelandeses dos Crusaders jogaram – e venceram 44-28 – os sul-africanos dos Sharks em jogo do Super15 realizado em Twickenham.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para além da excelência do jogo, aquilo que me impressionou mais nos Crusaders foi a capacidade demonstrada de&amp;nbsp;manter a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;strong&gt;bola viva&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt; em todas as fases de jogo, principalmente através de:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;forma de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;transporte da bola&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;: em duas mãos e sempre com a intenção de a poder passar; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;técnica de passe&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; desenvolvida no sentido de garantir a entrega da bola – seja qual for&amp;nbsp;a forma do&amp;nbsp;gesto empregue – a um companheiro mais bem colocado e capaz de melhor utilizar a bola para continuar a ampliar o movimento;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;posição do corpo no contacto&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com prevalência de libertação rápida&amp;nbsp;da bola;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;apoio e linhas de corrida convergentes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; o que permite a confiança necessária a correr os riscos que vençam a defesa – completado com &lt;em&gt;&lt;strong&gt;procurar o apoio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; sempre que em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;apertos&lt;/i&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;boa e rápida &lt;strong&gt;&lt;em&gt;leitura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; com correcta &lt;strong&gt;&lt;em&gt;tomada de decisões&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; tácticas e técnicas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;constante disponibilidade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; do três-de-trás para, comportando-se como &lt;em&gt;jokers&lt;/em&gt; imprevisíveis, acrescentar valor aos movimentos atacantes da equipa.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sendo&amp;nbsp;estes jogos que nos fornecem as pistas necessárias para construir o futuro do rugby português, deveríamos pensar&amp;nbsp;nesta panóplia da cultura técnica e táctica do jogo e que prefigura o que temos que realizar nos programas de formação dos nossos jogadores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3637451849356484300?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3637451849356484300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3637451849356484300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/bola-viva.html' title='BOLA VIVA!'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1763895547748040046</id><published>2011-03-27T17:05:00.001+01:00</published><updated>2011-03-27T17:15:54.527+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>APARÊNCIAS ILUDEM</title><content type='html'>Dois gestos técnicos idênticos deram dois ensaios na última jornada do Europeu das Nações e do Seis Nações: um para a Ucrânia contra Portugal e outro para a França contra Gales. A posição no campo – um bocado mais adiantada a francesa – é quase idêntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Em ambos os casos o médio-de-abertura aguentou o tempo necessário para deixar subir a defesa e chutou – em &lt;em&gt;lob&lt;/em&gt; – para trás dos dois centros defensores. O centro de ambas&amp;nbsp;as equipas, lançado, captou a bola e marcou.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;Bem jogado, poder-se-ia dizer. Mas só nas aparências…&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-npkJ7XuBXPw/TY9hLUX1tpI/AAAAAAAAA-k/G1VBPdn1oqs/s1600/Pontap%25C3%25A9+nas+costas002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-npkJ7XuBXPw/TY9hLUX1tpI/AAAAAAAAA-k/G1VBPdn1oqs/s400/Pontap%25C3%25A9+nas+costas002.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;No caso do França-Gales, os galeses reduzidos a&amp;nbsp;catorze por cartão amarelo, tinham uma dificuldade acrescida à proximidade da sua área de validação: como defender para cobrir a falta de um defensor? deixando o &lt;em&gt;ponta &lt;/em&gt;recuado para a eventualidade de um pontapé ou penetração central (não havia &lt;em&gt;formação&lt;/em&gt; para fazer a cobertura); ou &lt;em&gt;ponta&lt;/em&gt; na linha para impedir a recepção da bola por um jogador liberto de cobertura e lançado em velocidade. Os galeses optaram pela &lt;em&gt;defesa em linha&lt;/em&gt;, o tempo de espera deu para Thrin-Duc ler e jogar adequadamente com a situação: chuto, captação, ensaio - a defesa galesa pouco poderia fazer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;No lado português nada disso se passou. Com quinze contra quinze libertaram, por erro de entendimento ou de comunicação&amp;nbsp;colectivo o espaço atrás dos centros. Ninguém se preocupou em fazer a cobertura defensiva e, alegremente, deixaram o espaço desprotegido. A falta de concentração foi notória – o ucraniano tentava a colocação do pontapé naquele espaço pela segunda vez… -&amp;nbsp;a defesa portuguesa poderia ter feito muito mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;E assim a ilusão de que ambas as jogadas&amp;nbsp;valeram o mesmo (do género: &lt;em&gt;os galeses também comeram um igual&lt;/em&gt;)&amp;nbsp;ficaram pela aparência... e pelo valor dos pontos do ensaio. Mas são muito diferentes:&amp;nbsp;a diferença entre uma excelente exploração da situação e um erro não forçado.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1763895547748040046?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1763895547748040046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1763895547748040046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/aparencias-iludem.html' title='APARÊNCIAS ILUDEM'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-npkJ7XuBXPw/TY9hLUX1tpI/AAAAAAAAA-k/G1VBPdn1oqs/s72-c/Pontap%25C3%25A9+nas+costas002.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-9106503722717863591</id><published>2011-03-24T09:00:00.003Z</published><updated>2011-03-24T09:00:04.843Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rugby e Inclusão'/><title type='text'>DE PEQUENINO...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-SzDp6nUSp98/TYlCkxCmYtI/AAAAAAAAA-E/ut03P_mQxTU/s1600/rafael+web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="https://lh3.googleusercontent.com/-SzDp6nUSp98/TYlCkxCmYtI/AAAAAAAAA-E/ut03P_mQxTU/s1600/rafael+web.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como voluntários&amp;nbsp;apanha-bolas no último jogo internacional Portugal-Ucrânia, os rugbistas da Quinta da Fonte, Sacavém e Camarate&amp;nbsp;do programa "Desperta no Desporto"&amp;nbsp;organizado pelo Governo Civil de Lisboa e que jogam já nas equipas do&amp;nbsp;CDUL, acompanhados pelo &lt;em&gt;mediador&lt;/em&gt;&amp;nbsp; (e já adepto apaixonado)&amp;nbsp;Carlos Almeida,&amp;nbsp;foram fotografados&amp;nbsp; - perspectivando o caminho do futuro? - com os internacionais portugueses João Correia (capitão da Selecção Nacional), Carl Murray, Pedro Silva, Jacques Le Roux e Joe Gardener.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Crédito fotográfico: António Lamas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-9106503722717863591?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9106503722717863591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/9106503722717863591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/de-pequenino.html' title='DE PEQUENINO...'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh3.googleusercontent.com/-SzDp6nUSp98/TYlCkxCmYtI/AAAAAAAAA-E/ut03P_mQxTU/s72-c/rafael+web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6703541975418524876</id><published>2011-03-23T00:42:00.000Z</published><updated>2011-03-23T00:42:21.421Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>A LATERAL COMO DEFENSOR</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;“Se as defesas souberem sem margem para dúvidas o que as espera, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;o ataque não tem quaisquer hipóteses." &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Stuart Barnes, antigo internacional inglês, Sunday Times, 20/03/2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A defesa ganha jogos… tenho-me referido ao conceito diversas vezes. Se fosse assim tão linear e sabendo-se que é mais fácil defender que atacar, não haveria jogos interessantes. E o problema é este e disso se tem visto pelos mais variados campos do mundo: a defesa ganha sempre quando o ataque não consegue criar dúvidas aos defensores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Stuart Barnes – que há anos e a convite do sempre lembrado meu amigo Bernardo Marques Pinto esteve em Portugal – tem razão: é ao ataque que compete abater a defesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual destas duas formas de ataque cria mais problemas aos defensores?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-HK2fidGt9bA/TYk5JGCkCXI/AAAAAAAAA98/8b3lR9pUdG0/s1600/REA+10001.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-HK2fidGt9bA/TYk5JGCkCXI/AAAAAAAAA98/8b3lR9pUdG0/s320/REA+10001.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-fI-P0clCNgE/TYk5Pi3cdEI/AAAAAAAAA-A/XiSOSvR6z28/s1600/REA+10004.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" r6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-fI-P0clCNgE/TYk5Pi3cdEI/AAAAAAAAA-A/XiSOSvR6z28/s320/REA+10004.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Utilizar o passe até ao limite da linha para dar a solução ao adversário, deve-se a quê? &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A deficiências de conhecimento táctico – má leitura, dificuldades de decisão adequada – ou, tão só, a hábitos de sevens aplicados ao quinze?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;﻿&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6703541975418524876?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6703541975418524876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6703541975418524876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/lateral-como-defensor.html' title='A LATERAL COMO DEFENSOR'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-HK2fidGt9bA/TYk5JGCkCXI/AAAAAAAAA98/8b3lR9pUdG0/s72-c/REA+10001.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-38378887880945125</id><published>2011-03-21T01:57:00.000Z</published><updated>2011-03-21T01:57:25.394Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>DA EXIGÊNCIA PARA A EXCELÊNCIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dir-se-á: ganhámos e obtivemos o ponto de bónus, o que é preciso mais? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Dadas as diferenças e na circunstância era preciso, bastante mais e melhor. Porque a exigência é componente fundamental da excelência. E devemos exigir para, como se diz dos campeões, que se sinta que pretendem &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;“trabalhar sempre para melhorar sempre”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A equipa da Ucrânia é uma simpática equipa que pratica um rugby positivo e, o que é o mais interessante e que lhe pode garantir futuro competitivo, com uma atitude capaz de&amp;nbsp;procurar na&amp;nbsp;alternância, na adequabilidade e adaptação ao desenrolar do jogo, os meios do seu próprio&amp;nbsp;jogo. E assim marcou três ensaios – tantos quantos os que trazia de outros jogos. Mas está&amp;nbsp;ainda longe de ser uma boa equipa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E Portugal marcando os obrigatórios 4 ensaios não fez – com excepção de um momento de bom rugby que culminou no ensaio de Pipoca – nada que valha a referência positiva. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em vez de coisas positivas que poderiam empolgar uma assistência disponível e interessada, a equipa portuguesa mostrou – não aproveitando a oportunidade oferecida pela&amp;nbsp;adesão ucraniana ao jogo – o mundo de problemas em que o rugby português navega como resultado da deficiente formação e falta de real competitividade interna que garanta as condições necessárias ao nível internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Incapaz das acelerações colectivas para romper a defesa, do volume de jogo necessário ao domínio permanente do adversário, preocupada apenas&amp;nbsp;com um serviço mínimo defensivo – onde estão as placagens atacantes que permitem &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;virar&lt;/i&gt; o jogo? – a equipa portuguesa, ficou a viver do rasgo individual,&amp;nbsp;trivializando as conquistas, e deixou-se surpreender defensivamente, permitindo, de forma indesculpável, 24 pontos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na falta de cultura táctica colectiva – o que devemos fazer colectivamente e em simultâneo – que a falta de hábitos competitivos de bom nível amplia, o rugby português parece bastar-se no &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;a ver se dá&lt;/i&gt; em vez da resposta pertinente e propositada às propostas do adversário – como é possível a insistência na constante previsibilidade como, por exemplo, levar a bola até ao limite do campo quando a defesa adversária está organizada e não há espaço de passagem, criando pontos-de-quebra onde só é possível garantir a continuidade atacante sem alternativa? Ou a permanência de saltos sem qualquer alteração de ângulos de corrida que obriguem a defesa a hesitar e a errar? Ou porque se transporta a bola num só braço para, no contacto, matar o movimento no chão em vez de manter, num passe, a bola viva? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Resultado de uma formação que sempre esteve mais preocupada com resultados imediatos – especialização precoce mesmo se&amp;nbsp;já&amp;nbsp;fora do prazo – do que em ensinar e fornecer aos jogadores os instrumentos técnicos e tácticos necessários, o rugby português nunca procurou estabelecer os métodos adequados de formação – use-se, por exemplo, o &lt;em&gt;Long Term Players Development&lt;/em&gt; irlandês (à distância de um clique internético) e ver-se-á a diferença de resultados – limitando-se, após um ou outro resultado meritório, a deixar-se morrer na inconsistência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Há muito trabalho a fazer e desenvolver – os jogos internacionais mostram-no - se pretendemos garantir a possibilidade de estar presentes no Mundial de 2015. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É, portanto, preciso e quanto antes, pensá-lo.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-38378887880945125?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/38378887880945125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/38378887880945125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/da-exigencia-para-excelencia.html' title='DA EXIGÊNCIA PARA A EXCELÊNCIA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1654182892471669127</id><published>2011-03-19T02:29:00.001Z</published><updated>2011-03-19T02:31:33.660Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>UMA NOVA ATITUDE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com dez lugares de diferença no ranking, com uma diferença de&amp;nbsp;cerca de sessenta pontos em pontos&amp;nbsp;sofridos, Portugal é totalmente favorito para este jogo com a Ucrânia que tem ainda um jogo contra a Roménia para realizar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A diferença entre um e outro é tal que Portugal, em termos de ranking da IRB, não conquistará quaisquer pontos qualquer que seja o resultado conseguido. Apenas a Ucrânia - que, perdendo, também não&amp;nbsp;perderá pontos - poderá conquistá-los se, contra todas as probabilidades,&amp;nbsp;vencer o jogo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O jogo de hoje, neste contexto, é a situação ideal para Portugal e os jogadores portugueses&amp;nbsp;modificarem a imagem deixada com a derrota contra a Espanha: sem qualquer tipo de pressão - a ideia da conquista deste campeonato europeu foi chão que deu uvas - podem expressar as suas capacidades e voltar a ganhar a confiança necessária para o seu crescimento internacional, deixando no campo um resultado que demonstre a diferença rugbística entre as duas equipas que, teoricamente, se traduzirá numa vantagem entre 26&amp;nbsp;a 32 pontos de diferença.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-ljwpfd0IY6k/TYQR-38htCI/AAAAAAAAA9o/8qocDrOlWJo/s1600/POR+UCR+190311.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="243" r6="true" src="https://lh5.googleusercontent.com/-ljwpfd0IY6k/TYQR-38htCI/AAAAAAAAA9o/8qocDrOlWJo/s400/POR+UCR+190311.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pontos IRB possíveis de acordo com o resultado do jogo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com esta diferença de níveis o que se espera neste último jogo, é um jogo&amp;nbsp;de carácter&amp;nbsp;de Portugal, com a atitude adequada e&amp;nbsp;a tradução do domínio em pontos e em capacidade de jogo. Enfim, um jogo divertido e agradável de ver.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1654182892471669127?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1654182892471669127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1654182892471669127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/uma-nova-atitude.html' title='UMA NOVA ATITUDE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh5.googleusercontent.com/-ljwpfd0IY6k/TYQR-38htCI/AAAAAAAAA9o/8qocDrOlWJo/s72-c/POR+UCR+190311.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6660137608393919223</id><published>2011-03-17T14:16:00.000Z</published><updated>2011-03-17T14:16:04.789Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Rugby e Inclusão'/><title type='text'>CAMINHOS DO FUTURO</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-0Eh_vXjGbao/TYIR39A4jeI/AAAAAAAAA9k/flsEWV0LAB8/s1600/Abilio_Welmer%25282%2529.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="387" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-0Eh_vXjGbao/TYIR39A4jeI/AAAAAAAAA9k/flsEWV0LAB8/s400/Abilio_Welmer%25282%2529.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Abílio e o Welmer no CDUL através do programa "Desperta no Desporto"&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Através do programa "&lt;em&gt;Desperta no Desporto&lt;/em&gt;" da responsabilidade do Governo Civil de Lisboa e que inclui diversas modalidades desportivas em parceria com diversas instituições do Distrito de Lisboa, a SPORT.TV2 passa hoje pelas 22 horas o programa &lt;em&gt;"Fonte de Inspiração"&lt;/em&gt; que pretende exemplificar e inspirar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O Abílio e o Welmer são dois jovens da Quinta da Fonte, de etnias diferentes, que aderiram&amp;nbsp;ao programa de rugby&amp;nbsp;promovido pelo Contrato Local de Segurança de Loures. Hoje, fruto das parcerias estabelecidas são já jogadores do CDUL - como mostram os calções.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para além de se tratar - sabe-se das potencialidades do Desporto nessa área - de uma excelente forma de integração social e oportunidade de abertura de horizontes, a própria modalidade Rugby ganhará, com a abertura do seu espaço a outros mundos, novas e, eventualmente insuspeitadas, capacidades de desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O contributo de programas desta natureza - já se conhece a excelência da Galiza - pode garantir o futuro desportivo do Rugby numa dimensão competitiva cada vez mais exigente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como disse - e cito de novo -&amp;nbsp;um dirigente do CDUL: &lt;em&gt;"se o rugby não serve para isto, então não sei para que serve."&amp;nbsp;.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6660137608393919223?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6660137608393919223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6660137608393919223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/caminhos-do-futuro.html' title='CAMINHOS DO FUTURO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-0Eh_vXjGbao/TYIR39A4jeI/AAAAAAAAA9k/flsEWV0LAB8/s72-c/Abilio_Welmer%25282%2529.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-567742816835183288</id><published>2011-03-16T14:34:00.001Z</published><updated>2011-03-16T23:15:31.841Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Conceitos'/><title type='text'>T-CUP</title><content type='html'>&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;“Podemos deixar que este facto nos perturbe ou podemos aprender com ele”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span lang="EN-GB" style="mso-ansi-language: EN-GB;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;in Red Dragon (2002, Bret Ratnel) fala de Jack Crawford (Harvey Keitel)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A sensação que fica de uma olhadela pelos resultados da selecção portuguesa no pós-Mundial de 2007 é a de que se dá mal com os jogos e adversários a quem deveria ganhar. Conseguiu excelentes resultados onde não se esperava, empatando em Tiblissi, ganhando em Bucareste para perder o ouro em Lisboa. E se já este ano, em Sotchi, venceu os russos, deixou-se apanhar no seu favoritismo pelos espanhóis. Parece, e pareceu muitas vezes, que a pressão de jogar em casa – em frente aos seus, com a obrigação de não os deixar mal – pesava toneladas para se tornarem mais soltos onde nada lhes era exigido. E se isso pode ser normal nas fases de crescimento de uma equipa, há um dia em que tudo tem que acabar: é a idade adulta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O treinador campeão do mundo Clive Woodward encontrou – para definir com os seus jogadores a atitude pretendida – a mnemónica ideal: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;T-Cup&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (chávena de chá). A mnemónica tem ainda a vantagem de falar de uma coisa simples que se usa com facilidade e com a qual, principalmente os ingleses, convivem quotidianamente. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;T-Cup&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; significa a decisiva atitude competitiva de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Thinking Correctly Under Pressure*&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (pensar correctamente sob pressão) e que traduz a capacidade dos grandes campeões de enfrentarem os grandes e decisivos momentos sem se deixarem absorver negativamente pela envolvente. Coisa que, ao que aparentámos, não somos capazes de interiorizar. Que significa isto? Falta de treino competitivo para o discernimento sob pressão? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como é que se pode preparar jogadores para pensarem bem nas mais diversas situações de jogo? Aumentando o nível e a complexidade dos treinos, aumentando o nível da competição onde estejam presentes, é a resposta possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Reconhecendo que o corolário de Murphy – “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;quando a pressão aumenta o disparate acontece&lt;/i&gt;” – é uma realidade, os campeões retornam ao seu elevado nível subordinando-se a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;trabalhar sempre para melhorar sempre; a não inventar; a voltar aos gestos, técnicos e tácticos, básicos&lt;/i&gt;. Os outros não.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;As derrotas desta época foram de borla – não custaram idas ao Mundial ou descidas no ranking. O que significa que a lição dos erros, a aprendizagem necessária, pode ser feita sem grandes custos ou remorsos. O momento constitui assim uma oportunidade que não surgirá muitas vezes. O melhor é aproveitá-la: pensando o jogo e acordando nos caminhos necessários à prestação desportiva de alto nível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O próximo jogo com a Ucrânia apresenta-se como uma boa oportunidade para conseguir, retornando com a humildade necessária às bases estratégicas, tácticas e técnicas&amp;nbsp;que possibilitem&amp;nbsp;reencontrar o sentido colectivo e solidário que define uma equipa vencedora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;*a partir de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Yehuda Shinar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-567742816835183288?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/567742816835183288'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/567742816835183288'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/t-cup.html' title='T-CUP'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-587225370881284946</id><published>2011-03-13T02:00:00.000Z</published><updated>2011-03-13T02:00:53.925Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>COMO FOI POSSÍVEL?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;Ainda estava a rever os últimos minutos da excelente – notável mesmo – vitória da Itália sobre a França (22-21) e a pensar nas razões das incapacidades que o jogo francês vem mostrando – a mais provável: o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;medo de perder&lt;/i&gt; que resulta das consequências financeiras do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;sobe e desce&lt;/i&gt; do campeonato francês – quando recebi a notícia: &lt;strong&gt;25-10, perdemos!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como foi possível perder numa clara posição de favoritos e ainda por cima pela diferença de quinze pontos? Que se passou antes e durante para um descalabro destes? Que raio de atitude entrou dentro do campo – a que afirma que a construção da consistência de uma equipa se afirma na subida &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;degrau-a-degrau&lt;/i&gt; ou a pretensiosa que se acha merecedora de um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;antes de o ser já o era&lt;/i&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não vi o jogo mas leio 6 (seis!) penalidades convertidas pelos espanhóis – o que significa um desconchavo de faltas (aposto que no chão…) como resultado de uma desconcentração inadmissível. Ou demonstração de ignorância das Leis do Jogo? Ou ainda: incapacidade técnica de entrada ao contacto para garantir a libertação da bola e incapacidade táctica da tomada de decisão quer dos portadores, quer dos apoiadores? Qualquer delas, vistos os jogos anteriores e os jogos que por cá se fazem, não me admiraria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ao perder assim, perdemos também futuro – não o futuro dessa mania das grandezas que ainda achava que o objectivo do jogo seria o ponto de bónus para conquistarmos um título que tínhamos já deixado escapar (a final foi contra a Geórgia e, se estamos lembrados, perdemo-la), mas o futuro de poder contar com a Espanha para o desenvolvimento do nosso rugby, dos nossos melhores jogadores, num estádio competitivo superior. Com esta derrota a Espanha fará mais do que sempre fez: que não precisa de nós. E nós não teremos argumentos para apresentar vantagens ou alternativas. Porque do outro lado só temos mar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-587225370881284946?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/587225370881284946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/587225370881284946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/como-foi-possivel.html' title='COMO FOI POSSÍVEL?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2780121160246368120</id><published>2011-03-12T01:48:00.002Z</published><updated>2011-03-12T01:50:35.877Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>VITÓRIA DO FAVORITO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje à tarde em Madrid, Portugal tem a possibilidade de consolidar o 20º lugar do ranking IRB. Em jogo sempre de particular carisma, Portugal, mesmo jogando fora, é o favorito: vitória&amp;nbsp;pela diferença de&amp;nbsp;3 a 7 pontos é o que se pode retirar das pontuações de cada uma das duas equipas e dos resultados&amp;nbsp;conseguidos recentemente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portugal é mais equipa e tem mostrado maiores capacidades. Não se deixando surpreender pela tradicional&amp;nbsp;&lt;em&gt;fúria espanhola&lt;/em&gt; inicial, a selecção portuguesa trará de Madrid a vitória.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-fNTIcV5Rdgg/TXrPp2LoyFI/AAAAAAAAA9U/FenPBjAgMYc/s1600/ESP+POR+12MAR11web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="245" q6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-fNTIcV5Rdgg/TXrPp2LoyFI/AAAAAAAAA9U/FenPBjAgMYc/s400/ESP+POR+12MAR11web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pontos IRB em disputa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2780121160246368120?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2780121160246368120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2780121160246368120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/vitoria-do-favorito.html' title='VITÓRIA DO FAVORITO'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-fNTIcV5Rdgg/TXrPp2LoyFI/AAAAAAAAA9U/FenPBjAgMYc/s72-c/ESP+POR+12MAR11web.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8003804757630033834</id><published>2011-03-11T14:38:00.000Z</published><updated>2011-03-11T14:38:54.834Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><title type='text'>PUBLICIDADE OU PROPAGANDA?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque será que, em vez de se enquadrar uma vitória no seu campo desportivo exacto, se vem logo contar estórias propagandísticas sobra a sua qualidade? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma equipa de jogadores portugueses – alguns internacionais, outros a caminho de o serem – a que foi dado o nome de XV de Portugal, ao contrário do mais conveniente mando tradicional de XV Português, venceu a equipa dos England Students por 29-25 no sábado passado. A vitória é boa porque conseguida por uma equipa jovem sem grande experiência contra uma equipa de jogadores universitários ingleses que, naturalmente, terão um mínimo de qualidade e que já haviam jogado juntos contra os universitários franceses. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas daí até, como já foi feito, se escrever que se trata da 3ª equipa inglesa, vai um mundo. Claro que não é! Como poderia ser? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em Inglaterra o rugby é profissional, com a devida estruturação e onde existem, inscritos na Rugby Federal Union, 2&amp;nbsp;531&amp;nbsp;705 jogadores masculinos que representam 2&amp;nbsp;099 clubes. O XV da Inglaterra já conquistou, em 110 presenças, 35 primeiros lugares no Torneio que hoje se designa por 6 Nações. Foi uma vez Campeão do Mundo e finalista por&amp;nbsp;duas vezes. Neste enquadramento poderá alguma vez&amp;nbsp;julgar-se que os estudantes universitários conseguiriam formar a terceira selecção inglesa? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Repito: é uma boa vitória de um quinze português recheado de jogadores que procuram um lugar no sol do jogo internacional. E só por estupidez – aquele acto que Cipolla define como causador absoluto de prejuízo porque sem vantagens para alguém – se pode transformar aquilo que deve ser devidamente publicitado numa manobra de propaganda que, alterando a realidade, retira – porque tem perna curta – dignidade aos vencedores. O que é abusivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os England Students, como&amp;nbsp;define o seu &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;manager &lt;/i&gt;Peter Drewets, são uma equipa que tem como objectivo &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;dar oportunidades aos melhores talentos para que possam prosseguir no rugby profissional depois de saírem da universidade&lt;/i&gt;. E foi a esta equipa que o XV Português ganhou. O que, por si só, tem valor… sem outros acrescentos.&lt;/span&gt; &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8003804757630033834?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8003804757630033834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8003804757630033834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/publicidade-ou-propaganda.html' title='PUBLICIDADE OU PROPAGANDA?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5055833474404516644</id><published>2011-03-06T20:11:00.003Z</published><updated>2011-03-06T22:51:48.395Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ouvido ou lido'/><title type='text'>PORTUGUESES INTERNACIONAIS EM FRANÇA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Soube - pelo &lt;em&gt;Rugby de Lisbonne à Paris&lt;/em&gt; - que o &lt;em&gt;Midi Olympique&lt;/em&gt; considerava que Samuel Marques, médio de formação do Pau e que recentemente, como aqui dei conta, atingiu o grau profissional, só não jogou pela selecção universitária de França porque estava lesionado e foi substituído à última hora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O actual médio-de-formação da selecção francesa, Parra,&amp;nbsp;é de ascendência portuguesa - é o segundo internacional francês absoluto de ascendência portuguesa (o outro foi Artur Gomes) - e estivemos agora quase a ver outro português a vestir a camisola de uma das selecções francesas. Pode ser engraçado e óptimo para conversas de bar, mas na realidade, se não nos mexermos atempadamente,&amp;nbsp;deitaremos fora uma qualidade que nos pode ser preciosa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para quem, como Portugal, que apenas terá internamente&amp;nbsp;um médio-de-formação habilitado - à Rússia não levou suplente e o principal era&amp;nbsp;de adaptação... - esta situação, a que se pode juntar um muito capaz Emmanuel Rebelo e Fábio da Silva, resolverá concerteza o problema, garantindo&amp;nbsp;quatro elementos com capacidade e treino para a função. Quatro!&amp;nbsp;O que é quase um luxo!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que esta sorte seja aproveitada. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5055833474404516644?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5055833474404516644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5055833474404516644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/portugueses-internacionais-em-franca.html' title='PORTUGUESES INTERNACIONAIS EM FRANÇA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3846270726071915665</id><published>2011-03-03T13:53:00.001Z</published><updated>2011-03-06T20:15:42.341Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><title type='text'>SÓ ACIDENTE OU MAIS PETER?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Jogamos mal, abaixo das nossas capacidades? A causa da derrota – a que o ponto de diferença dá travo amargo quase sem sentido – esteve num dia mau que percorreu corpos e almas dos jogadores portugueses ou, pura e simplesmente, pelo nível superior de pressão sobre o espaço e o tempo&amp;nbsp;em que nos vimos envolvidos a derrota significou o cume do Princípio de Peter que&amp;nbsp;o nosso posicionamento impõe? Só acidente ou mais limite de Peter?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O facto de não conseguirmos o ganho territorial suficiente, o facto de não mostrarmos capacidade ofensiva fazendo da &lt;em&gt;linha-de-vantagem&lt;/em&gt; uma miragem, o facto de termos passado – com excepção do minuto final em que soubemos, embora longe, ir buscar uma falta – oitenta minutos de espera por qualquer acontecimento que desse a volta ao resultado e que nos segurasse na nervoseira do adversário, aconteceu assim por se tratar de um dia colectivamente mau ou porque o nível a que tínhamos de jogar é superior aos hábitos e fundamentos do jogo em que nos movemos? Tão suficientemente superior que nos inibe?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque, convenhamos, a Geórgia não jogou nada de especial. Foi, como 15ª mundial, trivial. Derrotável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O jogo Portugal-Geórgia - as derrotas ensinam mais do que as vitórias -&amp;nbsp;deve fazer pensar o rugby português: na sua competição interna, na formação técnica e táctica dos seus jogadores, na preparação que pretendemos para aqueles que, internacionalmente, nos representam; nos caminhos que devamos percorrer para alcançar o lugar que, diz-se, pretendemos conseguir. Está chegada a hora – a 4 anos do próximo Mundial.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3846270726071915665?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3846270726071915665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3846270726071915665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/so-acidente-ou-mais-peter.html' title='SÓ ACIDENTE OU MAIS PETER?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8888160573862447261</id><published>2011-03-01T02:14:00.001Z</published><updated>2011-03-03T13:54:18.581Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Citações'/><title type='text'>FALHAR É ESTAR LÁ</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No jornal A Bola, José Manuel Delgado, antigo guarda-redes de futebol&amp;nbsp;e adepto do rugby – sábado passado&amp;nbsp;lá estava no Universitário a torcer empenhadamente – deixou um recado, simpático e de conhecedor, para o Pedro Cabral. Citou Roberto Baggio que, a-propósito de ter falhado, em 1994, o penalty que possibilitaria o título mundial à Itália, disse: &lt;em&gt;“Só erra quem tem coragem de marcar. Naquele dia, errei. Ponto final. Faz parte do jogo.”&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E o jogo continua… Até ao próximo pontapé, Cabral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8888160573862447261?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8888160573862447261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8888160573862447261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/03/falhar-e-estar-la.html' title='FALHAR É ESTAR LÁ'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-8109081443397004987</id><published>2011-02-28T01:46:00.002Z</published><updated>2011-02-28T09:37:38.854Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>POR UM NADA...</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;…se perde, por um nada se ganha. E aquele pontapé que não subiu transformou-se no colapso do Estádio – último segundo, última oportunidade, o céu à vista e um tremendo nada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-sLwYrd_qNAg/TWsAD4lBiPI/AAAAAAAAA9E/AKlg-hn35p8/s1600/POR+GEO+fev11.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-sLwYrd_qNAg/TWsAD4lBiPI/AAAAAAAAA9E/AKlg-hn35p8/s320/POR+GEO+fev11.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Minutos antes, um &lt;em&gt;três-contra-dois de escola&lt;/em&gt; a garantir uma oportunidade de excelência para resolver o jogo, foi pessimamente&amp;nbsp;manobrada numa tomada de decisão de quem não tem treino nem qualidades para ser mais do que um finalizador. Momento&amp;nbsp;de que ninguém se irá lembrar. Como pouco nos lembraremos da importância da incapacidade de conquista nos &lt;em&gt;alinhamentos&lt;/em&gt; e da falta de soluções demonstrada. Ou a da decisão receosa de &lt;em&gt;ir-aos-postes&lt;/em&gt; em vez do risco de um &lt;em&gt;alinhamento&lt;/em&gt; em cima da área&amp;nbsp;adversária suportado na vontade de ganhar para ficar na derrota de um ponto de distância. Na memória ficará, em vez de tudo isso,&amp;nbsp;o pontapé que nos daria a vitória – como há quinze dias terá ficado junto dos seus o falhanço do chutador russo que nos garantiu a vitória por dois pontos. Um e outro nada entre vitória e derrota. Como se a estória de um jogo – esse enorme conjunto de decisões, erros, oportunidades, feitos – fosse apenas um pequeno nada. Mas ganha-se e perde-se, sabe-se, nos pormenores. E os pormenores portugueses foram maus. E quase ganhávamos…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A Geórgia até se pôs a jeito*. Mostrou-se um exemplo acabado de que velhos hábitos dificilmente se transformam – no treino que lhes vi mostraram-se muito mais interessantes, mais dinâmicos, mais movimentados. No jogo ficaram-se pelo papel de rolo compressor –&amp;nbsp;usaram uma jogada treinada no ensaio – e só não perderam por acaso. Aliás, quem joga assim, quem mostra a total imperícia de utilização da enorme quantidade de bolas conquistadas, merece perder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque não aconteceu? porque nós nada fizemos para ganhar, limitámo-nos, como lembra o poeta, a &lt;em&gt;esperar acontecer&lt;/em&gt; e não saber que – quando? como? – riscos correr. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Depois das duas vitórias anteriores tudo parecia dever ser diferente. Porque foi assim?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A primeira razão: a Geórgia não é, hoje em dia, a Roménia ou a Rússia. Vale mais: tem outra experiência, outro traquejo mesmo quando, pela pressão envolvente, se limita ao jogo de afrontamento directo sem saídas de combate inteligentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando a pressão aumenta, os erros florescem. No campo desportivo o aumento de pressão, sem os hábitos de resposta adquiridos, é como se a Lei de Murphy tomasse conta de cada gesto. Tendendo ao exponencial se as coisas não estão convenientemente preparadas: e o quinze de Portugal não está convenientemente preparado para este outro nível de pressão. A maior parte dos seus jogadores não têm hábitos competitivos elevados – o nosso campeonato é fraco, fraquinho, de baixo ritmo, reduzido e sem competição capaz (as meias-finais em duas mãos é mais uma ajuda para não haver treino do &lt;em&gt;agora-ou-nunca&lt;/em&gt; de que tratam os jogos internacionais) – e a montagem da equipa não me parece adequada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Num jogo deste nível – a Geórgia é o 15º classificado do ranking IRB - os problemas já detectados em jogos anteriores tenderiam a ampliar-se. É fácil perceber que é um&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;risco desmedido utilizar jogadores em posições-chave que não têm – porque nunca tiveram ou porque&amp;nbsp;já não têm – os hábitos necessários ao bom uso e desenvolvimento das situações. E o facto foi este: a equipa portuguesa não foi capaz de impor fosse o que fosse e viveu dos erros absurdos dos georgianos (se no Mundial as arbitragens não forem condescendentes com os mais fracos, não irão lá fazer nada). O que deu para disfarçar mas não para ignorar... estivemos sempre longe do controlo da vitória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Perdeu-se uma enorme oportunidade – calendário favorável, sequência de vitórias&amp;nbsp;– que, como lembra o provérbio, não voltará mais. Mas, assim sendo, também se pode dizer, trocando com a&amp;nbsp;encolha de ombros, que se ganhou um enorme campo de análise sobre o rugby português, a sua condição, as suas perspectivas e estratégias, o seu futuro e a forma como o pretendemos desenvolver e posicionar – não perder esta oportunidade de pensar a realidade exposta neste jogo é uma exigência que não deve ser escamoteada com as mais que prováveis duas vitórias internacionais que se seguirão... O sinal está dado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;*&lt;/span&gt;ironicamente pode dizer-se que o abertura georgiano (nº10) foi, pelo que&amp;nbsp;destruiu do jogo da sua equipa, o melhor defensor português -&amp;nbsp;demonstração feita&amp;nbsp;com&amp;nbsp;a entrada do nº22 para o seu lugar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: xx-small;"&gt;Com um abraço ao Miguel Carmo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-8109081443397004987?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8109081443397004987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/8109081443397004987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/por-um-nada.html' title='POR UM NADA...'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-sLwYrd_qNAg/TWsAD4lBiPI/AAAAAAAAA9E/AKlg-hn35p8/s72-c/POR+GEO+fev11.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5066979332574423296</id><published>2011-02-26T01:36:00.000Z</published><updated>2011-02-26T01:36:03.906Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>RETIRAR PRESSÃO E JOGAR</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os jogos ganham-se no chão – diz-se. É portanto na capacidade de libertar rapidamente a bola ou de a recuperar depois de uma placagem e jogar de forma adequada ao posicionamento adversário que uma equipa garante a vitória. No Portugal-Geórgia pode estar aqui, nesta relação de forças, a chave para a percepção de quem ganhará. Equipas de algum equilíbrio – a Geórgia mesmo a jogar fora é, no entanto, a favorita – e que se conhecem razoavelmente, com capacidade de conquista das próprias bolas nas situações ordenadas, terão na gestão dos pormenores o traço da vitória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ganhando – o que será um excelente resultado – Portugal ficará com a possibilidade de conquistar a Taça Europeia das Nações e com a certeza que subirá – qualquer que seja o resultado Roménia-Rússia – pelo menos um lugar no ranking (ver quadro). Caso perca, Portugal manterá o actual vigésimo lugar –&amp;nbsp;Uruguai e&amp;nbsp;Namíbia não jogam, a diferença para a Espanha é grande e a classificação da Geórgia não penaliza demasiado a derrota (é esta uma das boas qualidades do ranking IRB que não trata os jogos da mesma maneira mas sim de acordo com as diferenças pontuais, não favorecendo vitórias óbvias nem desfavorecendo derrotas inevitáveis).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-qMs62Rp2hKE/TWhUk9T029I/AAAAAAAAA9A/KplrJWMP3_4/s1600/POR+GEO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="260" l6="true" src="https://lh4.googleusercontent.com/-qMs62Rp2hKE/TWhUk9T029I/AAAAAAAAA9A/KplrJWMP3_4/s320/POR+GEO.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Distribuição de pontos IRB de acordo com os resultados&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com o bom tempo, o jogo de hoje pode ser um agradável espectáculo. Não será um jogo fácil para os portugueses que terão, nomeadamente em defesa, de articular bem o movimento colectivo, cortando espaços e impedindo o desenvolvimento do lançamento dos &lt;em&gt;peso-pesados&lt;/em&gt; georgianos. Afastada pelas Leis do Jogo a dita &lt;em&gt;placagem-à-portuguesa&lt;/em&gt;, o &lt;em&gt;dois-em-um&lt;/em&gt; não tem vindo a funcionar mal – apenas levando tempo demais a colocar &lt;span style="mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;o adversário no chão e atrasando a eficácia defensiva.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pelo que se sabe a Geórgia procura adaptar-se à &lt;em&gt;main-stream&lt;/em&gt; do actual rugby internacional – não fugindo totalmente ainda ao jogo &lt;em&gt;à volta do prato&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;zona um&lt;/em&gt;), já procura deslocar para as zonas centrais do &lt;em&gt;meio-campo&lt;/em&gt; as suas zonas de penetração e contacto, procurando a posse da bola e o desenvolvimento de sequências por fases que, deslocando os movimentos de penetração, procuram provocar os desequilíbrios defensivos que favoreçam o movimento da bola e de jogadores – a equipa técnica irlandesa (com um australiano de permeio) não será estranha a esta preocupação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portugal pode ganhar? pode, mas essa possibilidade não deve tornar-se numa pressão suplementar. Fazer o seu jogo, correr os riscos necessários, explorar colectivamente as oportunidades, sem pressas, nem precipitações, manter a bola viva evitando contactos desnecessários e, no final, a vitória pode ser portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5066979332574423296?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5066979332574423296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5066979332574423296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/retirar-pressao-e-jogar.html' title='RETIRAR PRESSÃO E JOGAR'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh4.googleusercontent.com/-qMs62Rp2hKE/TWhUk9T029I/AAAAAAAAA9A/KplrJWMP3_4/s72-c/POR+GEO.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-5316240068536116917</id><published>2011-02-25T19:57:00.002Z</published><updated>2011-02-26T02:41:06.338Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Técnicas'/><title type='text'>O PASSE DE THRIN-DUC</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"A eficácia depende da experiência que se viver em casos semelhantes"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Malcolm Gladwel in &lt;em&gt;Blink&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6ca7237876c0e849" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6ca7237876c0e849%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965316%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D31827E5556A7027687BDDD04D44BDA9AE4437C08.6C7D0E664C8725E5897CEB536DD5E4799ADBB50F%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6ca7237876c0e849%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DEXXsTJvS8DUoeDH6o3DBtDGmyGs&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6ca7237876c0e849%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329965316%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D31827E5556A7027687BDDD04D44BDA9AE4437C08.6C7D0E664C8725E5897CEB536DD5E4799ADBB50F%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6ca7237876c0e849%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DEXXsTJvS8DUoeDH6o3DBtDGmyGs&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para realizar passes eficazes é preciso treiná-los. Tanto os clá&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;ssicos como os outros. Com a pressão cada vez maior que as defesas criam, os atacantes, cada vez mais, têm que dominar técnicas que permitam atingir o objectivo - fazer chegar a bola ao companheiro em tempo útil - de forma expedita. Muitas vezes os resultados dependem dessa capacidade onde o risco, sendo elevado, pode e deve&amp;nbsp;ser minorado pelo treino. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Na formação do jogador o gesto técnico não ortodoxo deve ter o seu espaço de assimilação, controlo e experiência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-5316240068536116917?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5316240068536116917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/5316240068536116917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/o-passe-de-thrin-duc.html' title='O PASSE DE THRIN-DUC'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-1491279029046290644</id><published>2011-02-25T16:14:00.000Z</published><updated>2011-02-25T16:14:41.402Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>A DERROTA DOS LIONS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No jogo televisivo de ontem à noite, o domínio dos Lions – posse e ocupação – foi, na 2ª parte, enorme. Embora sofrendo três ensaios, os Bulls defenderam muito – e ás vezes muito bem – principalmente quando encostados à linha de ensaio. À primeira vista dir-se-ia que a defesa ganhou o jogo. Não! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Primeiro, o ataque dos Bulls marcou os pontos necessários à vitória; segundo a defesa dos Bulls fez a sua obrigação, defendeu. O problema do jogo e da vitória ou derrota – sabendo-se que é mais fácil defender do que atacar - esteve no facto do ataque dos Lions ter sido previsível, pouco operante e raramente eficaz – quem tem aquela vantagem de posse e ocupação territorial tem que a saber traduzir nos pontos necessários à vitória. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Perdeu assim quem não foi capaz de utilizar eficazmente as vantagens que teve.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-1491279029046290644?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1491279029046290644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/1491279029046290644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/derrota-dos-lions.html' title='A DERROTA DOS LIONS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3276863563158854619</id><published>2011-02-23T19:42:00.001Z</published><updated>2011-02-23T19:42:49.901Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notas e Comentários'/><title type='text'>SOLIDÁRIOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ysrd1jy3uiA/TWVilpYE7sI/AAAAAAAAA88/2d5csx8vhzA/s1600/IRB+NOva+Zelandia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" j6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ysrd1jy3uiA/TWVilpYE7sI/AAAAAAAAA88/2d5csx8vhzA/s400/IRB+NOva+Zelandia.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3276863563158854619?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3276863563158854619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3276863563158854619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/solidariedade.html' title='SOLIDÁRIOS'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Ysrd1jy3uiA/TWVilpYE7sI/AAAAAAAAA88/2d5csx8vhzA/s72-c/IRB+NOva+Zelandia.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-4925006430106232693</id><published>2011-02-22T01:55:00.000Z</published><updated>2011-02-22T01:55:55.381Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica'/><title type='text'>O MOVIMENTO É A CHAVE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na última jornada do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;6 Nações&lt;/i&gt;, a Itália foi &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;varrida&lt;/i&gt; em Twickenham e não estou certo que tenha percebido as razões do desastre. Como acontece muitas vezes, Nick Mallet - o treinador responsável - apoia-se no classicismo das estatísticas para encontrar o que possa justificar o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;tratado de oval &lt;/i&gt;sofrido: incapacidade de conquista nos alinhamentos e falhas de placagem, detectou. Embora o &lt;em&gt;banho&lt;/em&gt; nos alinhamentos fosse um facto – 9 lançamentos próprios conquistados pelos ingleses - a questão-chave não estaria aí… Do meu ponto de vista, embora também legíveis nas estatísticas, as principais razões são outras: os ingleses ultrapassaram 15 vezes a &lt;em&gt;linha de vantagem&lt;/em&gt; e realizaram 17 &lt;em&gt;passes-em-carga&lt;/em&gt; (off-loads). Ou seja: mostraram que o que conta é a capacidade de uso da bola, ultrapassando a linha-de-vantagem, criando o desequilíbrio que, apoiado em linhas de corrida de ângulos diversos, irá permitir a criação da superioridade numérica profunda – a que realmente conta - &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;fornecendo a plataforma suficiente e necessária à manutenção da continuidade do movimento. E isso fez – faz! - toda a diferença mesmo&amp;nbsp;que tivesse havido igualdade nas conquistas dos alinhamentos. &lt;/span&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No intervalo recebi uma chamada do António Coelho directamente de Twickhenham: &lt;em&gt;“Os ingleses estão a alterar o tipo de jogador. Já não querem os bisontes que não sabem usar a bola.”&lt;/em&gt; Claro que não, querem-nos mais dúcteis, mais técnicos, mais capazes de &lt;em&gt;“jogar de cabeça levantada”&lt;/em&gt; para ler as forças e fraquezas e tomar as decisões mais adequadas. Que sejam menos &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;gym monkeys&lt;/i&gt; – esse ódio de estimação de McGeechan - e mais jogadores. A Inglaterra está a lançar-se para o Mundial, veremos até onde chega – mas a procura do modelo eficiente já lá está.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Os jogos deste fim-de-semana e&amp;nbsp;com a preocupação de surpreender defesas, trouxeram também&amp;nbsp;para a ribalta os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;pontas&lt;/i&gt;. Como gosto de acentuar, o &lt;em&gt;ponta&lt;/em&gt; é hoje um &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ás-de-trunfo&lt;/i&gt; do colectivo: rápido, difícil de marcar, com enorme liberdade, pode aparecer onde menos se espera e criar a diferença. Vindos de um lado ou outro do campo, aparecendo como isco ou como actor, mas mostrando-se sempre disponíveis para participar e elevar o nível de alternativas do seu ataque, Chris Ashton, Shane Williams, Mc Fadden, Medard, Cueto ou Gonçalo Foro mostraram-nos a importância da sua utilização. Isto sem falar na cada vez maior presença de &lt;em&gt;aberturas -&lt;/em&gt; o recurso de Gales a Hook mostra a evidência &lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&amp;nbsp;que coloquem dúvidas aos defensores, que sejam capazes de atacar a defesa, bloqueando a subida, ganhando o espaço e o tempo necessários à leitura do posicionamento dos defensores e á construção do apoio. O jogo começa portanto a ter exemplos práticos e cada vez mais amplos do &lt;em&gt;jogo total&lt;/em&gt; pretendido por Greenwood e que Gales dos anos setenta de Ray Williams ou o Toulouse de Villepreux dos anos 80 já tinham deixado marcas características – e que All-Blacks e Austrália mostram realizável hoje em dia. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A configuração dos resultados que aconteceram trouxe à baila uma outra questão a que gostamos de dar importância: que as defesas ganham jogos. Ganham… mas apenas se conseguirem aguentar os pontos marcados pelo ataque. Ou seja, não havendo ataque que marque a única coisa que a boa defesa poderá garantir é que não haverá nenhuma &lt;em&gt;abada&lt;/em&gt;, mais nada. Uma equipa ganhadora exige equilíbrio na relação ataque/defesa, exige qualidade em ambos os aspectos: tornando-se capaz de defender, pressionando o adversário e conquistando terreno quando não tem a bola; capaz de ser eficiente no uso da bola, atacando intervalos, pressionando para conquistar terreno e apoiando para continuar o movimento. Jogando um &lt;em&gt;rugby total&lt;/em&gt;. E, curiosamente, as duas recentes vitórias do XV de Portugal resultam mais da capacidade de marcar pontos que permitiram comandar o resultado e menos da capacidade defensiva que, nos últimos momentos de qualquer dos jogos, deixou algo a desejar e permitiu a aproximação pontual dos adversários. Em defesa, aguentaram o que o ataque conseguiu… e ganharam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E a propósito da selecção portuguesa também se gosta muito de acentuar a amizade existente entre os jogadores como elemento essencial de&amp;nbsp;superações inesperadas. Pode ser bonito mas nem é questão essencial, nem tem qualquer importância fundamental para a construção de uma boa equipa. Essencial é, para além da clara definição de uma cultura de equipa – &lt;em&gt;a maneira como fazemos as coisas&lt;/em&gt; – que haja, dentro e fora do campo, respeito entre uns e outros e por uns e por outros e ainda, dentro do campo, no tempo do jogo, que haja solidariedade que eleve o individualismo a padrões de confiança que permitam a presença colectiva permanente e a capacidade colectiva do risco. E &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;será desta combinação que resultarão as vitórias significativas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Penso, cada vez mais, que as vitórias recentes dos portugueses vivem disso: de um maior empoderamento (delegação de poder) da decisão pelos jogadores – menos padrão e mais decisão – e de uma solidariedade feita à volta do que conta: o jogo, o campo, a equipa. E acho que isso se começa a notar em cada movimento do jogo. Com bons resultados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-4925006430106232693?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4925006430106232693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/4925006430106232693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/o-movimento-e-chave.html' title='O MOVIMENTO É A CHAVE'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-6881880431677592395</id><published>2011-02-12T15:07:00.000Z</published><updated>2011-02-12T15:07:07.455Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>PORTUGAL GANHA NA RÚSSIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Portugal ganhou á Rússia por 21-19. Excelente vitória, superior à da semana passada porque fora e contra adversário com melhor qualificação no ranking IRB&amp;nbsp;-&amp;nbsp;a Rússia é&amp;nbsp;18ª e&amp;nbsp;a Roménia 19ª.&amp;nbsp;Com esta vitória Portugal consegue 63,81 pontos de ranking e consolida a sua 20ª posição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E vão duas vitórias sobre dois mundialistas apurados para a Nova&amp;nbsp;Zelândia e&amp;nbsp;que foram nossos adversáriosa directos. A pertinência da pergunta ganha maior amplitude: porque que é que não nos conseguimos&amp;nbsp;apurar?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-6881880431677592395?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6881880431677592395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/6881880431677592395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/portugal-ganha-na-russia.html' title='PORTUGAL GANHA NA RÚSSIA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-2612772957423048709</id><published>2011-02-11T02:01:00.001Z</published><updated>2011-02-11T02:02:46.916Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>UM SÓ MÉDIO-DE-FORMAÇÃO?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-j9sDsyWwOJI/TVSPplkAN-I/AAAAAAAAA7w/smw3yQxORwE/s1600/Edit_2011-02-11_1.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" height="297" src="http://1.bp.blogspot.com/-j9sDsyWwOJI/TVSPplkAN-I/AAAAAAAAA7w/smw3yQxORwE/s320/Edit_2011-02-11_1.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O XV de Portugal leva apenas, nos seus vinte-e-três jogadores da lista oficial, um médio-de-formação. Não percebo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Como é que para um jogo deste nível se aposta apenas num jogador que, ainda por cima, não é um &lt;em&gt;permanente&lt;/em&gt; do lugar? Mas mesmo que esta liberdade poética – chamemos-lhe assim – seja admissível por qualquer razão que desconheço, a não ida de outro causa enorme estranheza. E se os russos fizeram o trabalho de casa, se leram a constituição da equipa? Repito: não percebo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O médio-de-formação é, sabemos todos isso, uma posição-chave da equipa. Por ali passa o ritmo, a primeira boa decisão, a forma de ocupação, a rapidez que permite explorar qualquer sucesso conseguido nas sequências&amp;nbsp;da continuidade do movimento. O passe – na rapidez e dimensão - a leitura sob pressão de tempo e espaço, são decisivos e exigem hábitos da posição. Apesar de gostar muito do Pipoca como jogador e pessoa, não me parece que a sua escolha para jogar a 9 seja uma boa nova. Mas pior nova&amp;nbsp;é o facto de não&amp;nbsp;haver outro jogador dedicado ao lugar sentado no &lt;em&gt;banco&lt;/em&gt;. Não há mais nenhum? Não serviriam os que representaram as outras três equipas portuguesas do &lt;em&gt;Final Four&lt;/em&gt; do campeonato nacional? Ou estão todos indisponíveis? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não servindo ou não querendo, existem outros portugueses que jogam em França e que são bastante capazes de cumprir o lugar em causa&amp;nbsp;como Emmanuel Rebelo do Dijon (Federal) que já jogou – e bem! – por Portugal ou Fábio da Silva do St. Ettienne que joga na PROD2&amp;nbsp;ou ainda Samuel Marques que joga no Pau (PROD2) e que assinou há dias um contrato de profissional e que já vi - e gostei -&amp;nbsp;em vídeo. Porque não foram chamados? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que ninguém perceba a fraqueza da equipa e que o desnecessário risco não se transforme num pesadelo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mG8KYztSrdQ/TVSQAdYO0_I/AAAAAAAAA70/lim9ApgDfmA/s1600/Edit_2011-02-11_2.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" h5="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-mG8KYztSrdQ/TVSQAdYO0_I/AAAAAAAAA70/lim9ApgDfmA/s1600/Edit_2011-02-11_2.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Seja como for, qualquer que seja o resultado, Portugal manterá a vigésima posição – para subir mais um lugar necessitaria de vencer a Rússia por mais de quinze pontos e que a Roménia, naquilo que parece uma impossibilidade, perdesse com a Ucrânia. A Espanha com 58,03 pontos, faça que resultado fizer contra a Geórgia, não nos apoquenta&amp;nbsp;e Uruguai e Namíbia não jogam.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-2612772957423048709?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2612772957423048709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/2612772957423048709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/um-so-medio-de-formacao.html' title='UM SÓ MÉDIO-DE-FORMAÇÃO?'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-j9sDsyWwOJI/TVSPplkAN-I/AAAAAAAAA7w/smw3yQxORwE/s72-c/Edit_2011-02-11_1.bmp' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-3740631117263769203</id><published>2011-02-06T22:49:00.001Z</published><updated>2011-02-06T22:56:54.808Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura Táctica; Tri Nations'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><title type='text'>GRANDE VITÓRIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma vitória é uma vitória. E esta conseguida por Portugal sobre a Roménia é ainda melhor: é uma grande vitória – uma das poucas conseguidas nos últimos anos sobre adversário melhor qualificado no Ranking IRB (terceira em 23 jogos após o Mundial de 2007). Com esta vitória, Portugal passa para o 20º lugar da tabela, ultrapassando o Uruguai e ficando agora com 62,10 pontos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um bom começo de ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Como foi também óptimo o começo do jogo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – ainda os romenos não tinha tirado as dimensões ao campo e já estavam a perder por 10-0. Um atraso futebolístico para uma área sem guarda-redes provocado por uma pressão bem montada deu um ensaio ao oportuno Pedro Silva logo nos primeiros momentos e o mote para o que se iria ver. Um pontapé de 53 metros de Gardener garantia mais três pontos e fazia aumentar a confiança nas bancadas. A tarde prometia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A distribuição ao pé de Gardener garantia uma boa ocupação de terreno e dava-nos abrigo nas costas; a defesa comportava-se em bom plano – quem tem Bardy tem muito. Duvidoso apenas a capacidade do 5-da-frente nas formações ordenadas. Aguilar marca novo ensaio e Frederico Oliveira dá nota do que sabemos dele e já tínhamos visto contra a Inglaterra – é um terrível finalizador (uma qualquer porta aberta basta mas seria bom que lhe ensinassem os &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;movimentos surpresa&lt;/i&gt; que o rugby oferece) mas duvido que seja o criador que a selecção precisa como segundo centro. Ao intervalo a festa: 24-3 e a um passinho do ponto de bónus (novidade deste campeonato que se adianta ao 6 Nações).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Atitude – no movimento adequado de cada um;&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;galhardia – no dar o corpo ao manifesto para parar os enormes romenos; valentia – exemplar num encontro aéreo entre o pequeno Pipoca e um brutamontes romeno. Tudo isto marcava a equipa portuguesa na primeira parte. Parafraseando em parte Stuart Barnes, a selecção portuguesa mostrava-se de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;raciocínio acutilante, rigorosa na execução &lt;/i&gt;e valorosa na acção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O início da segunda parte também parecia assim lançado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Falta de hábitos competitivos para este nível, desconcentrações e ainda substituições que nada adiantaram permitiram o levantar de cabeça dos romenos – que não ganharam o jogo mas que nos fizeram perder dois pontos classificativos: o de bónus que não conseguimos e o de bónus que consentimos. Dir-se-á: mas ganhámos! Claro e uma vitória vale uma vitória! Mas deitámos fora uma enorme oportunidade de arrasar a Roménia e de nos posicionarmos claramente para jogar uma final com a Geórgia para conquistar o lugar que garante participação efectiva na &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;janela internacional de Novembro&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A defesa esteve quase sempre bem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – excepto no último ensaio sofrido – a garantir o conseguido pelo ataque que cumpriu melhor do que&amp;nbsp;em jogos anteriores.&amp;nbsp;Mas o recurso à passagem pelo chão para garantir a continuidade de posse e uso da bola, dando todas as vantagens à defesa, tem que ser revisto – a demora na reciclagem impede o aproveitamento do desequilíbrio criado e obriga a que tudo de reinicie. A que se acrescenta o facto do ataque à linha de vantagem, não sendo tão próximo quanto o possível e necessário, permitir que a defesa se readapte ao movimento atacante. Ou seja: passar pelo chão, demorar tempo na disponibilização da bola e jogar longe da linha de vantagem são factores que facilitam a vida dos defensores – o nível internacional exige mais. Como seja, e por outro lado, saber alterar a direcção dos movimentos –&amp;nbsp;colocando dúvidas e desconfortos à defesa e evitando que se&amp;nbsp;limite a correr para fora –&amp;nbsp;para o que&amp;nbsp;é necessário adaptar o posicionamento da linha em movimento de maneira a permitir o jogo para o interior em contra-pé (mais do que uma vez este recurso teria aberto auto-estradas na defesa romena…). Cada vez mais o nível internacional impõe a capacidade de decidir e executar no mínimo de espaço e de tempo – o treino e a formação têm que ter, cada vez mais, este aspecto em conta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A arbitragem esteve bem&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. E para quem julgue que houve má interpretação no último ensaio romeno, cito, das leis&amp;nbsp;em português&amp;nbsp;publicadas em Agosto de 2008, a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Lei 12&lt;/b&gt; - &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;TOQUE OU PASSE PARA DIANTE&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;.”Definição. Toque para diante:&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; Há toque para diante quando a bola segue para diante após um jogador ter perdido a sua posse ou, após um jogador a ter impulsionado ou batido com a mão ou braço, ou após ela ter batido na mão ou no braço de um jogador &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;e ter tocado o solo ou outro jogador antes de ser controlada pelo mesmo jogador&lt;/b&gt;”.(sublinhado meu). &lt;/i&gt;Não houve portanto qualquer falta romena. O árbitro esteve bem. Pena, mas é assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Acabado o jogo e dada a forma como decorreu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; – mesmo com a recuperação romena – a pergunta não pode deixar de ser feita: o que vai fazer a Roménia ao Mundial? Questão que coloca outra e esta mais importante: porque é que nós, portugueses, não nos qualificamos para o Mundial da Nova Zelândia? Alguém se preocupou em analisar as razões – com os erros aprende-se, com o silêncio consente-se. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;Gostei muito de ver os jogadores luso-descendentes que vestem a camisola do rugby de Portugal a cantar o Hino Nacional como se tivesse andado na nossa escola primária - eles gostam de estar connosco. Vê-se nas palavras que cantam.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-3740631117263769203?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3740631117263769203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/3740631117263769203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/grande-vitoria.html' title='GRANDE VITÓRIA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1144047577509892355.post-7116782353911868479</id><published>2011-02-05T02:30:00.000Z</published><updated>2011-02-05T02:30:55.893Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Europeu das Nações'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='6 Nações'/><title type='text'>RUGBY EUROPEU EM MARCHA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ano de Mundial e a Europa do rugby começa a mostrar-se este fim-de-semana. Das doze equipas que disputam o Torneio das Seis Nações e o Torneio Europeu das Nações, nove estarão presentes entre as vinte equipas que daqui a seis meses se apresentarão na Nova Zelândia. Como apresentação a Inglaterra foi arrancar (26-19) uma boa vitória a Cardiff e marcou pontos nas lojas de apostas das previsões mundialistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No Europeu, num outro nível, Portugal joga, em Lisboa, contra a Roménia em jogo onde não se esperam facilidades. Apurados para o Mundial, os romenos aparecerão na sua máxima força e não quererão deixar a sua preparação iniciada com uma derrota. Veremos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1144047577509892355-7116782353911868479?l=xvcontraxv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7116782353911868479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1144047577509892355/posts/default/7116782353911868479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://xvcontraxv.blogspot.com/2011/02/rugby-europeu-em-marcha.html' title='RUGBY EUROPEU EM MARCHA'/><author><name>JPB</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
