sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

PREVISÕES: PORTUGAL-SUIÇA E 6 NAÇÕES


Portugal tem todas as condições para vencer o jogo de amanhã contra a Suíça. O resultado previsível deve mostrar uma diferença de 16 pontos, ou seja: Portugal tem a obrigação de ganhar, conquistando um ponto de bónus (marcação mínima de 4 ensaios com diferença de 3) e garantindo o bónus do ranking da World Rugby por garantir uma diferença superior a 15 pontos.


Nos 6 Nações as previsões do XV contra XV e da Rugby Vision igualam-se nos vencedores e diferem - como habitualmente por recorrerem a tabelas de pontos de ranking diferentes - no valor da diferença em pontos de jogo.
É claro que e muito embora os valores do ranking dêem a vitória à Irlanda, a vitória de Gales não está posta de lado. Ainda por cima pelo retorno de Dan Biggar que garantirá uma melhor ocupação territorial com a sua capacidade de jogo ao pé e de Leigh Halfpenny que juntamente com Liam Williams garantirão uma superior capacidade de captação das bolas no jogo aéreo que a Irlanda, pelas botas de Conor Murray e Jonathan Sexton, não deixará de tentar. Independentemente do resultado final, um belo jogo em perspectiva quer pelo equilíbrio entre as duas equipas que pelas suas capacidades atacantes.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

ESCRITA DAS LEIS E APLICAÇÃO PRÁTICA

O toque na bola de Anscombe antes de Watson é visível. E a pressão de cima para baixo

A World Rugby já se tinha metido onde não devia no Mundial de 2015 ao vir a terreiro acusar o árbitro sul-africano Craig Joubert de ter proporcionado a vitória da Austrália sobre a Escócia ao conceder um penalidade no final do jogo quando deveria, dizem, ter mandado efectuar uma formação-ordenada. A polémica, pese o facto de não poder haver nenhuma anulação do facto com reposição do momento, foi grande na altura com divisão de opiniões...

... mas a World Rugby não aprendeu nada, isto é, que, se não pode modificar a situação criada, não deve comentar excepto se for para, oficialmente, clarificar uma lei mal interpretada. E voltou a fazê-lo, não clarificando nada, ajudando à confusão e retirando confiança ao sistema árbitro/vídeo-árbitro.

O vídeo-árbitro do Inglaterra-Gales, o neozelandês Glenn Newman, perguntado pelo árbitro, o francês Jerome Garcés, considerou que não houve ensaio do defesa galês, Gareth Anscombe e atribuiu o toque-de-meta ao ponta inglês, Anthony Watson. Alain Rolland, "chefe" dos árbitros da World Rugby veio dizer, em vez de estar calado como o bem senso lhe exigia, que a decisão tinha sido errada e que houve ensaio de Gales porque "de acordo com a lei 21.1 b" o ensaio deveria ter sido marcado porque "o jogador galês fez toque-no-chão."

No entanto a lei 21.1 b que Rolland cita define que, estando a bola no chão da área de ensaio, "um ensaio é marcado quando um jogador pressiona de cima para baixo a bola que está no solo.". Não tenho qualquer dúvida que Anscombe tocou primeiro na bola que Watson. Mas não faço a mais pequena ideia se fez pressão na bola de cima para baixo como refere (obriga) o texto da lei. Ou seja e voltamos ao de sempre: o que está escrito não conta! O que conta é o entendimento que o costume tem sobre o assunto e o costume entende que tocar na bola que está no solo é suficiente para considerar a marcação do ensaio.

Muito bem.

Se assim é, porque não aproveitou a World Rugby a recentíssima - entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2018 - alteração do livro das Leis do Jogo para trocar a tal pressão de cima para baixo por um elementar tocar? Porque é que não alinham a escrita das leis com a sua aplicação prática para que toda a gente, seja qual for o seu banho cultural no barril da modalidade, possa entender e praticar adequadamente o jogo?


Anscombe já tocou na bola e Watson ainda não chegou lá. Mas houve pressão de cima para baixo?
Com esta discrepância entre o escrito e o dito deveria ser feito - a FPR pode fazê-lo - um pedido de esclarecimento à World Rugby para que um rulling decida se é de pressão de cima para baixo ou de tocar que se trata. Para que em toda a parte tenhamos todos a mesma clareza sobre o jogo. E os nossos árbitros internacionais saibam, sem margem para dúvidas, como interpretar estas situações.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

ESPANHA QUASE NO MUNDIAL

Classificação do apuramento europeu para a WC2019
Com a vitória sobre a Roménia conseguida em Madrid na frente de 15.600 adeptos e por mais dois pontos de jogo do que a derrota de há um ano, a Espanha, que depende apenas de si, já tem um pé metido no Mundial do Japão.
Faltando-lhe dois jogos - a disputa com a Geórgia não conta - com a Alemanha e a Bélgica é muito improvável que não consiga duas vitórias. A garantia de ida ao Japão passa pela obtenção de um ponto de bónus - coisa nada impossível - num dos jogos, porque se mesmo que empatada em pontos com a Roménia tem a seu favor o melhor resultado entre ambos.
[Não há meio de gostar, porque o considero redutor, deste processo de desempate reduzido aos resultados entre as mesmas duas equipas - fica a posição agarrada apenas aos jogos entre as duas equipas para nada servindo os restantes resultados como o número de vitórias, diferença entre marcados e sofridos, número de ensaios conseguidos no conjunto dos jogos. Em Portugal, o critério de desempate é outro e bem mais adequado às normas desportivas de poule - todos contra todos - e na seguinte sequência: maior número de vitórias, diferença entre pontos de jogo marcados e sofridos, maior número de ensaios marcados, diferença entre ensaios marcados e ensaios sofridos e só depois, caso se mantenha o empate, se irá procurar diferenças nos jogos entre os dois clubes. Em Inglaterra (Aviva Premiership Rugby) o critério é idêntico ao português]
Com os actuais resultados e mantendo-se as perspectivas de que a Espanha não se deixará cair em  disparates, Portugal irá defrontar, para o apuramento da possível última equipa europeia presente no Mundial, a Roménia.
[Também percebo mal esta invenção da Rugby Europe em que o 7º classificado defronta o 13º - como no caso Portugal-República Checa - cujo vencedor que, na melhor das hipóteses, será a 7ª equipa classificada defrontará a classificada em 3º lugar. Por cá também aderimos à norma populista e impusemos um jogo para definir o último dos clubes da próxima 1ª divisão com oito clubes entre o 8º classificado e o 13º numa óbvia violação dos princípios da competição desportiva.]
Por falar em Portugal e na sua representação rugbística gostaria de ver considerar a hipótese de acesso ao Mundial como uma caída do céu e que fosse o jogo a realizar com o último classificado da Rugby Championship a principal preocupação da necessária preparação da equipa nacional. Porque este é o jogo que conta e marca o futuro e por isso deve ser considerado como o objectivo principal da época internacional

domingo, 18 de fevereiro de 2018

ASSIM VAI O CN1-A

Capacidades das equipas  nos jogos em casa, fora  e no conjunto
%Vitórias: relação vitórias/jogos efectuados
%Quota de Pontos: relação entre os pontos marcados e o somatório de pontos marcados e sofridos
% pontos: pontos de classificação obtidos /pontos possíveis
As rectas representam as médias de capacidade de cada equipa nos domínios CASA, FORA e GLOBAL
(para ter uma melhor visão do gráfico clique sobre ele)

A duas jornadas do final da competição regular do principal campeonato nacional o gráfico, por ordem classificativa, do posicionamento da capacidade competitiva - % de Vitórias obtidos nos jogos disputados, % de Pontos marcados (quota) da totalidade dos pontos marcados e sofridos das equipas monstrando o nível de eficácia em relação aos competidores, % de Pontos mostrando a capacidade de conquista de pontos de classificação - define, de forma clara, as capacidades competitivas demonstradas por cada uma das equipas.

  • Três equipas - Belenenses, Agronomia e Cascais - ainda não perderam em casa.
  • Quatro equipas - Cascais, CDUL, Académica e Direito - nunca ganharam fora. Neste domínio o Belenenses, com 3 vitórias fora, é a equipa mais consistente. 
  • Três equipas - Belenenses, Agronomia e Cascais - marcaram mais pontos de jogo do que aqueles que sofreram (o CDUL está igualado no marcados/sofridos).
  • Agronomia, seguida do Belenenses e Cascais, é a equipa que, em casa - obtendo 3 pontos de bónus ofensivos - mais se aproxima do máximo de pontos de classificação possíveis.
  • Belenenses é a equipa que apresenta as melhores médias de cada domínio
Se a estes elementos juntarmos as capacidades ofensivas e defensivas estabelecidas pela marcação de ensaios, teremos um quadro que nos pode permitir a análise das probabilidades de cada equipa para o futuro play-off da fase final.

Pelos resultados conseguidos, o Belenenses é a equipa mais equilibrada de um ponto de vista das suas capacidades competitivas como se pode observar pela homogeneidade das colunas que formam a sua componente gráfica daí que o seu 1º lugar na classificação geral seja, na actualidade, natural. Como factor de risco o facto de sofrer bastantes ensaios em casa o que a pode colocar em má posição ao receber o adversário da meia-final. Se é evidente que para ganhar é preciso marcar pontos é no entanto a defesa que segura os resultados.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

REDUÇÃO E SIMPLIFICAÇÃO DAS LEIS DO JOGO DE RUGBY

Com 103 países representados na tabela de ranking masculina e 83 países na tabela de ranking feminino, o rugby tem vindo a ganhar cada vez maior projecção mundial. A que Mundiais e Jogos Olímpicos masculinos e femininos têm dado a visão da sua expressão. Sendo um jogo capaz de proporcionar espectáculos desportivos de notável brilho - principalmente quando se prefere a manobra ao choque - e que facilmente, apesar do quase paradoxo de passes “para trás”, se percebe o seu objectivo principal de colocar a bola na área de ensaio adversária - numa demonstração de conquista equiparável à colocação medieval da bandeira no pátio central do castelo adversário - tem apresentado dificuldades de percepção e compreensão da forma de jogar pelas dificuldades que apresentam as suas 22 Leis do Jogo. 
De facto as Leis do Jogo são complexas - diversas e distintas formas de fora-de-jogo, relação entre as primeiras-linhas da formação ordenada ou as possibilidades de disputa do jogo no chão pouco claras e muito dependentes da interpretação quase pessoal do árbitro, são exemplos, entre outros, das dificuldades que existem pelos diversos pontos obscuros ou cinzentos. E isto para além das alterações que têm vindo a ser efectuadas e que alteram táctica e tecnicamente o jogo. 
A dificuldade interpretativa das Leis do Jogo expressa-se na necessidade das 99 clarificações oficiais interpretativas produzidas desde 2002 a que se juntam numerosas recomendações que os responsáveis internacionais da arbitragem impõem e que chegam, muitas vezes, tarde e a más horas às federações e às equipas - principalmente se não pertencem ao primeiro nível competitivo internacional. 
Tratando-se de um jogo complexo - gosto de o definir como jogo colectivo de combate organizado para a conquista de terreno com o propósito de marcar ensaios - e com diversas matizes estratégicas e tácticas, só a clareza e interpretação universal de cada uma das Leis do Jogo permite a igualdade de oportunidades que o jogo deve assegurar.
A World Rugby, entidade que superintende internacionalmente a modalidade, tendo a consciência que o actual estado de coisas no que se refere às Leis do Jogo não permitiria atingir a globalização pretendida, decidiu criar um grupo de trabalho para simplificar e tornar mais clara a leitura e compreensão das Leis do Jogo. Decisão naturalmente aplaudida por todos e principalmente por aqueles que não têm a língua inglesa como língua-mãe ou não mergulharam, ainda bebés, no barril cultural da modalidade.
As expectativas pelo resultado do grupo de trabalho eram elevadas e encaradas com grande optimismo. Até porque havia muitas vezes choque entre o que se encontrava escrito no livro de leis e o consagrado no campo - o costume, a prática cultural do direito consuetedinário britânico tinha aqui o seu peso (não foi uma nem duas as vezes em que dirigentes da mais alta responsabilidade mundial responderam à minha observação de violação do plasmado no livro das Leis do Jogo com um “mas é assim que jogamos!”).
O muito esperado trabalho foi, no primeiro dia deste ano, oficialmente, mas parcialmente, disponibilizado. Uma comissão constituída por 7 elementos conseguiu, passando para um total de 21 Leis do Jogo - diminuição de um número - reduzir em 42% a dimensão do conteúdo conhecido.
Mas, infelizmente, o resultado não me parece que possa atingir o objectivo pretendido: clarificar e universalisar o entendimento das regras que regem o jogo, uniformizando a compreensão e a adaptação ao jogo. Porque e principalmente, continua a ter por base uma visão britânica dominante - o grupo só tinha falantes de inglês e não de qualquer outra língua que facilitasse a compreensão generalizada do texto principal  - ignorando que, embora nos entendamos cada vez mais em inglês, essa língua comum não é o inglês de Inglaterra por muito que possa custar aos saudosistas do Império. E não deixa de ser curioso que no primeiro terço do ranking mundial existam 15 países que não têm o inglês como primeira ou segunda língua e que terão sido pouco ou mesmo nada achados...
Nós portugueses, já não tendo qualquer lugar - em paralelo com o nível de resultados conseguidos - nas instâncias decisórias, iremos ter problemas superiores a outros países na procura da tradução que melhor exprima a situação. Até porque a tradução oficial, como já aconteceu, deverá ser em português do Brasil...
Como método não deixa também de ser demonstrativo do posicionamento da federação internacional o facto de não ter constituído um grupo de participação funcional alargada, envolvendo e mobilizando para o processo da tomada de decisão representantes qualificados das diversas áreas culturais do mundo oval. O facto de não existirem treinadores qualificados - aqueles que mais pensam na exploração táctica e estratégica das Leis do Jogo - no grupo de trabalho é significativo e faz pressupor o aumento das dificuldades de utilização. E os erros estão lá! Erros que vão desde a incoerência com as leis experimentais actualmente em vigor - veja-se como se estabelece a introdução da bola na formação ordenada com o que se passa hoje em qualquer campo - ou mesmo por desacerto e incongruência entre pontos da simplificação efectuada ou pela falta de renovação de conceitos, mantendo discrepâncias com o jogo que se joga e que já não fazem qualquer sentido - quem percebe o sentido estratégico ou táctico da mantida definição de equipa atacante como “a adversária da equipa em cujo meio-campo se está a jogar"? Porque não terá havido uma melhor sistematização e simplificação do fora-de-jogo, nomeadamente estabelecendo a regra simples de que quem está em fora-de-jogo não pode ser colocado em-jogo pelo adversário? Porque não se trocou o conceito de "pressão" para considerar o ensaio por "tocar" na bola - deixando aberto, como se vê no pós Inglaterra-Gales, mais uma enorme zona cinzenta entre o escrito e o aceite.
Temo assim o pior com a continuidade do socorro das clarificações à medida dos pedidos de esclarecimento e que farão do conjunto das regras uma enorme confusão de difícil utilização e sistematização. E todo o trabalho realizado não servirá para aproximar competitivamente os países que não têm o rugby implantado na base da sua cultura desportiva, daqueles que o vivem desde o berço. Feito à imagem de uma visão mundial culturalmente monodireccionada e distorcida, esta diminuição de volume não trará as vantagens anunciadas ou pretendidas. Continuaremos a diversas e diferentes velocidades e com as correspondentes dificuldades de acerto universal com cada decisão dependente de um ponto de vista diferente.
Diminuição em 42% para facilidade de entendimento e consequente generalização da interpretação?!... mas será que alguém fora do reduzido mundo de eleitos - pelo erro metodológico de domínio cultural que a constituição do grupo de trabalho demonstra - consegue perceber o rugby lendo estas suas Leis do Jogo? E não é para isso que, em primeiro lugar, elas deveriam servir? Para permitir a aproximação global no respeito pelas diversidades culturais?
Desta repetição da imposição de uma cultura linguística ignorante da diversidade e da perda em traduções, não virá nenhum ganho para os que não pertencem à primeira linha da modalidade, continuando o jogo a ter um domínio interpretativo restrito a dificultar a qualidade da sua expansão.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

LÁ COMO NÃO FIZERAM CÁ

Alguns dos jogadores da selecção francesa, na noite, depois da derrota com a Escócia, tiveram comportamentos que "faltaram ao respeito do seu dever enquanto internacionais". Quer dizer: portaram-se mal e deram má nota ao rugby francês que oficialmente representavam.
O presidente da Federação francesa, Bernard Laporte, mandou abrir um inquérito oficial e Jacques Brunel, principal responsável pela selecção francesa, dispensou de imediato, num total de 8, os jogadores que tiveram tal comportamento.
Toda a gente, franceses e não-franceses do mundo de rugby, ficaram a saber que o estatuto de internacional francês -"Pelo seu comportamento inapropriado não respeitaram o seu estatuto de jogador internacional e os deveres que daí decorrem" lê-se no comunicado federativo - não tolera este tipo de comportamento anti-social à mistura com copos. No Rugby o conjunto de valores de Integridade, Paixão, Solidariedade, Disciplina e Respeito não é, não pode ser, letra morta.
Procedimento este que é o inverso da federação portuguesa que, por factos similares acontecidos no pós-jogo (Ucrânia), escolheu a via de levantar a ponta do tapete e esconder o lixo... mas continuamos a encher os olhos de valores...

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

PERGUNTA

Hoje em dia qualquer pessoa interessada tem acesso a estatísticas de dezenas de jogos de rugby espalhados pelo mundo, a dados sobre idade, altura e peso de centenas ou milhares de jogadores. São dados públicos que têm a vantagem da comparação. Da aproximação. Do conhecimento. De tornar mais interessante ao adepto o interesse pelo jogo.
Em Portugal, dos jogos dos nossos campeonatos, não há estatísticas que se conheçam e, por isso, nada sabemos da efectiva qualidade do jogo que praticamos. Tão pouco as dos jogos de nível internacional que, comparando-nos, nos podiam fazer reflectir sobre os caminhos do nosso desenvolvimento técnico-táctico.
Como podemos saber quão certeiro é aquele pontapeador, quão preciso é o lançador ou qual a capacidade do saltador? Como podemos ser mais precisos na imagem que temos dos jogadores e das equipas?
E não há porquê? Porque não se preocupa a Federação em fornecer esses dados? Porque, pacoviamente, achamos que publicá-los significa dar dados ao adversário - o acesso ao vídeo, cada vez mais público e internacionalmente assegurado, terminou com a clandestinidade e garantiu o conhecimento alargado - ou porque não percebemos as vantagens que o seu conhecimento permitirá para a aproximação entre adeptos e as capacidades das suas equipas? Ou, pura e simplesmente, para que se possa falar de Rugby com uma outra dimensão?
Sem um sistema de estatísticas público e acessível, nada saberemos do nosso Rugby e das suas capacidades, ficando-nos por uma mero entretém... e muito longe do rendimento que define o nível de um desporto federado.

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