domingo, 16 de agosto de 2026

A PREPARAR JOGOS-TESTE


Com uma segunda parte de grande superioridade — marcaram 5 ensaios sem sofrer nenhum — os australianos venceram o Japão — que só se “aguentaram” na 1ª parte — por uma diferença de 39 pontos, muito superior à previsão que o seu posicionamento no ranking da World Rugby fazia prever.

Os Estados Unidos, ao vencerem por um ponto de diferença uma segunda equipa da Argentina, conseguiram um bom resultado com o curioso factor dos PumasB terem marcado mais um ensaios do que os americanos — o que denota alguma indisciplina argentina.


No seu terceiro jogo da digressão por terras sul-africanas, os AllBlacks voltaram a vencer com o mesmo número de oito ensaios do jogo anterior. Com algumas experiências os allblacks demostraram uma cada vez melhor capacidade de movimento através de um muito interessante e assertivo jogo de passes  sejam passes-em-carga, passes longos ou mera libertação da bola para um apoio que se sabe que aparecerá. Esta eficaz capacidade demonstra que os seus treinos são feitos, em grande parte, com oposição, permitindo uma adequada e eficaz leitura do jogo para descobrir caminhos a seguir e intervalos para explorar — e sempre bonito de ver!

Com a preparação destes 3 jogos, os AllBlacks preparam, da melhor maneira, os próximos  jogos-teste contra os Springboks.


 

sábado, 15 de agosto de 2026

NOVO JOGO DOS ALLBLACKS

A Argentina XV não tem posição nem pontuação no Ranking da World Rugby

 Para além destes Jogos em que apenas pode ser considerado formalmente um Jogo-Teste o           Austrália-Japão, haverá um outro, entre a equipa sul-africana dos Bulls contra oa AllBlacks e que pertence à competição Greatest Rivalry’26

terça-feira, 11 de agosto de 2026

domingo, 9 de agosto de 2026

VENCERAM OS MELHORES QUALIFICADOS

 


A Austrália, a jogar com 14 jogadores durante 7 minutos da 1ª parte e toda a 2ª parte, viu-se em grande dificuldade para vencer o Japão, terminando com um resultado final de 35-32 e, no total com vantagem japonesa na posse da bola (53%) e no domínio territorial (55%) o que obrigou os australianos a 87% de sucesso nas placagens num total de 143 efectivas - os japonesas realizaram 96 efectivas com ambas as equipas a falharem 22 placagens.

No outro jogo, Argentina-África do Sul, os Pumas tiveram um excelente comportamento resistindo muito bem ao maior poder sul-africano e, até!, terminando o jogo com domínio da posse e do território que por muito pouco não permitiu o empate. Para este resultado contribuiu muito a capacidade defensiva argentina que fez 172 placagens efectivas num 91% de sucesso. Mas, como as estatísticas gerais indicam como norma, ganha quem marca mais ensaios. E assim foi…

Qualquer dos jogos foi interessante de ver com boas demonstrações de colocação da bola no pós-contacto, boa organização do apoio e muita preocupação de ataque ao espaço — mesmo os sul-africanos mostraram algumas vezes a preocupação do movimento da manobra em vez da colisão directa. Fraquito, fraquito foi o jovem árbitro inglês, Christophe Ridley  — apanhado por lesão do francês P.Brousset — que ignorou em permanência os habituais fora-de-jogo ou a má posição no chão dos sul-africanos.

Com estes resultados, só o Japão — ao perder 2 lugares no ranking da World Rugby — desceu, passando de 10º para 12º, na tabela geral.

sábado, 8 de agosto de 2026

DOBSON CONTRA OS ALLBLACKS

foto de autor desconhecido

A equipa do John Dobson — antigo talonador do Dramático de Cascais ao tempo que eu os treinava — os Stormers da África do Sul perderam com os AllBlacks por 31-28, marcando 3 ensaios (um deles de penalidade mas sofrendo 6), conseguindo 97% de sucesso nos rucks, igualando os neozelandeses e fazendo 120 placagens num total de 120. Ou seja, a equipa de Dobson comportou-se muito positivamente  contra a equipa que é a nº2 mundial. E foi agradável revê-lo nas images da bancada técnica sul-africana.

Hoje haverá dois jogos-teste, sendo o Argentina-África do Sul transmitido directamente pela SPORTV pelas 20h00. No quadro em baixo apresenta-se a previsão da diferença no resultado final.




quarta-feira, 29 de julho de 2026

SEVENS TERMINAM A DERROTAR A GRÃ-BRETANHA


O árbitro português, Marco Minelli, foi designado para arbitrar a final da etapa Split do Europe 7s Men´s Championship 2026 entre a França e a Itália e que teve os franceses como vencedores que, aliás, se tornaram — com os resultados das duas etapas de Hamburgo e Split — Campeões da Europa. Marco fez uma arbitragem com bom controlo e embora eu considere que a possibilidade de jogo imediato de penalidades — ignorando a deslocação obrigada pela fase anterior dos futuros defensores — representa um segundo castigo sobre a mesma falta (penso que deveria ser definido um tempo de recuperação). Mas Marco aplicou — e bem nestes casos — as instruções que a Rugby World determina.

Na soma das duas etapas a Selecção feminina de Portugal obteve o 7º lugar da classificação final com um resultado notável que as participantes guardarão nas suas memórias ao conseguirem derrotar a Grã-Bretanha por 29-22, demonstrando com um resiliente querer, a eficácia que permitiu marcar um ensaio no último minuto e após se terem deixado empatar 22-22 e garantir assim uma importante vitória para a conquista do 7º lugar na classificação geral do europeu. A não esquecer e que este seja um motivo de desenvolvimento da capacidade competitiva do Rugby Feminino português.

 
A equipa masculina de Portugal conseguiu, na disputa do 5º lugar da etapa de Split, um resultado espantoso e surpreendente ao vencer a Grã-Bretanha por, imagine-se, 40-0. Este resultado é mesmo de deixar o pessoal de boca aberta — quarenta pontos sem sofrer algum contra os históricos britânicos. Vencer, marcando quarenta pontos e não sofrendo nenhum, uma equipa representativa da Grã-Bretanha numa prova oficial é uma vitória sensacional — mas, atenção!, não pode fazer ignorar que não nos qualificámos para a 3ª Divisão do Circuito Mundial de Sevens. Coisas…que, muito objectivamente, demonstram a necessidade de (re)organização.


Pelo conjunto de resultados anteriores conseguidos, não poderemos viver a mostrar a tabela  dos quarenta — como já aconteceu com outros resultados…Temos que repensar na reorganização que nos possa dar consistência competitiva de acordo com as qualidades que — volta-não-volta — vamos mostrando para as tornar uma constância. 

terça-feira, 21 de julho de 2026

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