numa exibição marcada por uma muito boa prestação individual — foi pena que o colectivo das linhas atrasadas não se tivesse mostrado à altura das qualidades que lhe reconhecemos — e onde uma defesa resiliente, com uma atitude permanente de combate, elevado espírito de sacrifício, muito empenho e embora sofresse 3 ensaios contra apenas 1 marcado, conseguiu defender a linha de ensaio com 130 placagens num sucesso de 90% de eficácia. E fizeram um quase totalmente eficaz aproveitamento da indisciplina adversária, marcando 4 penalidades em seis diponíveis.
Como se costuma dizer, uma final não se joga, ganha-se… e foi o que a equipa de portugal fez para Vinte e um anos depois derrotar a geórgia e conquistar de novo o título. Parabéns, Lobos!

