segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

OS MEUS AGRADECIMENTOS



CARÍSSIMO PAULO DUARTE
Ao terminares a tua carreira de 20 anos de Árbitro de Rugby não quero deixar de te agradecer o que a tua qualidade fez pelo Rugby Português. Para além da tua participação no Circuito Mundial de Sevens a tua participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 — arbitrando o jogo para a atribuição da Medalha de Bronze feminina entre Fiji e Grã-Bretanha — a que se seguiram os Jogos Olímpicos de Paris em 2024, trouxeram enorme prestígio ao nosso Rugby. Por isso te agradeço de todo o coração e com profunda Amizade.O jogo de que tanto gostamos foi melhorado e tornou-se internamente mais conhecido graças à tua participação. Muito obrigado.

Sei que, apesar da reforma, o Rugby Português poderá contar com a tua experiência e conhecimento para ajudares a nossa Arbitragem a singrar os melhores caminhos.

Muito obrigado, Caro Paulo. Que o Rugby que nos uniu continue a ser a base do nosso espaço comum.
Grande Abraço Oval!

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

BOM 2026 e PAZ JUSTA

domingo, 28 de dezembro de 2025

O AMADORISMO INDESCULPÁVEL

 

SL Benfica, GDS Cascais e GD Direito, a duas jornadas do fim da fase de apuramento, já se encontram apurados
para o grupo principal da fase final.
 
Lá continua a nossa fase de apuramento com os resultados que demonstram a sua falta de competitividade — que o mesmo que é dizer “com a sua falta de interesse - demasiados jogos têm vencedor antecipado”—e que não tem vantagens nenhumas nem para vencedores, nem para vencidos. E isto, como organização fundamental de um federação que gere uma modalidade que estará, de novo, presente num Campeonato do Mundo, é erro grave!

E continuamos a comportarmo-nos de uma forma profundamente amadora — “na desportiva” como se diz para afastar responsabilidades — como se pode ver por exemplo recente. 

No jogo CDUL-CDUP as equipas entraram em campo com as suas cores habituais — azul-escuro no CDUL, verde-escuro no CDUP — que não permitiam a distinção entre jogadores. Embora com anuência do árbitro que chegou a referir que estava disposto a realizar assim o jogo, alguém, na linha lateral, chamava o árbitro e exigia a mudança de equipamento enquanto uma outra voz informava que, de acordo com o Regulamento, seria a equipa da casa, o visitado, a alterar o seu equipamento. O que sendo verdade representa um erro regulamentar sem nexo e que pertence ao tempo amadorístico — a equipa da casa terá maior facilidade de acesso a outros equipamentos como se não houvesse organização que permita saber de cor e salteado as cores (pelo menos) dos equipamentos principais e secundários de cada equipa que disputa o campeonato principal de uma federação que tem a sua principal selecção qualificada para disputar o próximo Mundial. Valeu na situação o facto da camisola do CDUP ser de duas faces e, invertendo-a, passando as cores das equipas a diferenciarem-se pelo habitual azul cdulista e um branco do CDUP. A alteração foi feita num instante, sem quaisquer discussões, tendo esta mudança sido feita do lado do visitante e que teve, também como alguém explicou, por base o facto de, quando no jogo do Porto na 1ª volta, ter sido o CDUL, visitante, a alterar o seu equipamento. Cumpriu-se assim a regra universal que impõe que todas as modalidades no nível do alto-rendimento, nomeadamente o rugby no Regulamento 15.18 da World Rugby, exijam a mudança do equipamento à equipa visitante em caso de conflito. O que está certíssimo porque se o factor casa é considerado uma vantagem, ela consiste, não pelo conhecimento dos buracos do terreno-de-jogo mas pelo facto de ter, normalmente, um maior número de adeptos apoiantes que QUEREM! ver a sua equipa com as SUAS cores, aquelas que eles levam no coração — a emoção faz parte do espectáculo desportivo e sem espectadores o desporto de alto-rendimento não existe... E é este direito elementar que OBRIGA a que seja a equipa VISITANTE a mudar as cores do equipamento. Pergunta-se então: sendo assim e sendo uma postura universal, porque é que a Federação Portuguesa de Rugby, mantém a versão desajustada e não altera o seu Regulamento Geral de Competições (art.º 75º)? — isto para não falar de todos os Regulamentos pertencerem à época passada… Mudança? Quando o fará? Porque espera?

Mas não é esta a única situação de incompetente amadorismo. Na apresentação semanal dos resultados da Divisão de Honra/ TOP12, NUNCA é apresentada a decomposição dos resultados. No rugby o valor final do resultado pouco representa para um elementar conhecimento do que se terá passado no jogo — o resultado foi construído através de ensaios ou por pontapés-de-penalidade? Saber se há ou não pontos-de-bónus que têm influência directa na classificação-geral é fundamental para dar ao adepto da modalidade uma ideia da classificação - que aliás deveria também surgir. De outra forma não se faz aproximar os adeptos. Mesmo saber o número de ensaios marcados, transformações realizadas, penalidades convertidas ou ressaltos conseguidos permite perceber a razão dos desempates classificativos que existam — se o primeiro elemento de desempate são as vitórias, o segundo é a diferença de pontos marcados/sofridos pontos, o terceiro e o quarto já tratam dos ensaios marcados no primeiro caso e a diferença de marcados/sofridos, no segundo caso. Ou seja, a apresentação da decomposição dos resultados é, no rugby, um factor decisivo — no mínimo dos mínimos definir pontos-de-bónus. 

Difícil? Não é! porque o MIDOL publica no jornal de 2ª feira a que assinantes têm acesso no domingo à noite, resultados desse fim-de-semana  com demonstração de pontos de bónus e uma classificação reduzida mas que permite conhecer a actualidade da situação. Portanto, difícil não é e representa apenas uma falta de organização federativa. O acesso aos dados dos resultados permitiria enviar para publicação nos jornais diários e assim demonstrar que existimos.

Aproveitemos a mudança de ano e faça-se de 2026 um ano de adaptação à organização necessária. 





quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

NATAL 2025

 


sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

JOGOS DO PASSADO FIM-DE-SEMANA

 Os Lusitanos jogaram, na 5ª jornada da Rugby Europe Super Cup, contra os Iberians de Espanha e, como se esperava, perderam. E mais uma vez perderam porque — embora a equipa espanhola não fosse nenhuma super-equipa, bem longe disso — continuam a mostrar-se incapazes de jogar contra equipas que sejam capazes de pressionar e de jogar a um nível de intensidade que os jogadores portugueses desconhecem por frequentarem campeonatos demasiado adormecidos quer por falta de equilíbrio competitivo quer por falta de conhecimentos táctico-estratégico do jogo. E não vale a pena dizer-se que não jogaram assim tão mal porque…etc. e tal. O facto foi que foram derrotados por  4-1 no número de ensaios para um 26-13 final, mostrando-se incapazes de utilizar eficazmente as bolas conquistadas, mostrando mais uma vez os erros habituais: idas ao chão como sistema, pouca manobra e demasiada procura da colisão, incapacidade de ataque aos intervalos, apoio pouco adaptado às situações reais com que se confrontam, jogo-ao-pé pouco agressivo e mais uns quantos pontos que não denotam eficácia num jogo colectivo de combate. O porquê? a desequilibrada organização competitiva onde jogam. E se não alterarem este factor o nosso crescimento será nulo…

Nas provas europeias entre clubes e para além de aí se poderem ver e perceber a excelência do uso da bola e das decisões, vale a pena chamar a atenção para dois aspectos. O primeiro deles será a derrota do Toulouse contra os escoceses do Glasgow que, perdendo ao intervalo por 21-0 com 3 ensaios sofridos, conseguiram virar o jogo e marcar 4 ensaios para vencer por 28-21. E esta composição de resultado com os escoceses a não marcarem pontos na 1ª parte e os franceses a não conseguirem marcar qualquer ponto na 2ª, deveu-se a quê? Ao vento! Que impôs a predominância de quem o teve pelas costas, impedindo os que o tiveram pela frente de conquistar território como se pode ver pelo valor percentual do domínio do território, com 71% para o Toulouse com o vento pelas costas a que respondeu o Glasgow com 68% na 2ª parte com valores praticamente idênticos na distribuição da posse da bola. E este resultado chama de novo à ribalta uma velha lei estratégica do confronto rugbístico: “entre duas equipas competitivamente equilibradas a escolha de jogar contra o vento na 1ª parte, tende a definir o vencedor” E a escolha pertenceu ao capitão do Glasgow…

Outro aspecto que nos deve fazer pensar sobre a nossa organização competitiva e a metodologia da formação é o facto dos georgianos dos Black Lions — equipa que se tem mostrado sempre superior aos nossos Lusitanos — terem sido derrotados por 52-0 pelos irlandeses do Connacht na Challenge Cup.. Repare-se: uma equipa com a qual temos enorme dificuldade numa comparação equilibrada não é capaz de marcar qualquer ponto e sofre uma meia centena deles. O que significa um enorme atraso competitivo para quem se diz interessado num lugar do 6 Nações. E nós, o que valemos?! Enfim…

Por cá e no mesmo dia do jogo da Rugby Europe Super Cup disputou-se a 3ª jornada do nosso Top12.

organizando-se a classificação geral da forma que segue.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

A CAMINHO DA MEIA-FINAL

 RESULTADOS DA 2ª JORNADA DO TOP12

AGRONOMIA RUGBY, 16 (1E,1T,3P, 1PBd) — SL BENFICA, 20 (2E,2T, 2P, )       

RC SANTARÉM, 12 (2E, 1T) — CF BELENENSES, 64 (10E, 7T, 1PBo)       

GDS CASCAIS, 66 (10E,8T, 1PBo9) — CDUP, 9 (3P)

CDUL, 86 (14E, 8T, 1PBo) — RC MONTEMOR, 0 

CR SÃO MIGUEL, 56 (8E, 8T, 1PBo) AA COIMBRA, 10 (1E, 1T, 1R9

GD DIREITO, 43 (6E,5T,1P. 1PBo) — CR TÉCNICO, 15 (2E, 1T, 1P)            

CLASSIFICAÇÃO GERAL                  


Este fim de semana joga-se, em simultâneo (!?) com o último jogo da Rugby Europe Super Cup 25/26 — o Lusitanos-Ibérians —  a 3ª Jornada do TOP12

5ª JORNADA DA RUGBY EUROPE SUPER CUP 25/26


Com ambas as equipas já apuradas para a meia-final está em disputa — para além do prestígio  — a melhor posição para defrontar o quarto classificado da Classificação Geral





                    


quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

MUNDIAL 2027

 


Portugal no Grupo D onde tem como adversário mais próximo do Ranking o já bem conhecido Uruguai. Faltando ainda quase dois anos para a sua realização existe tempo suficiente para fazer uma boa preparação a que muito ajudaria uma efectiva melhoria da competição interna — que só será possível com a diminuição do número de equipas na Divisão de Honra porque só assim será possível atingir a consistência pretendida.

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