Nesta 2ª Jornada, embora num jogo de menor intensidade, Portugal fez
— ao contrário do passado fim-de-semana — o que lhe competia de acordo com a diferença de lugares e de pontos no Ranking da World Rugby: venceu o Canadá por uma diferença de 24 pontos de jogo (superior em 7 pontos de jogo à previsão que fiz). Mas não foi nenhum super-jogo: foi, isso sim, uma boa vitória que comemora bem a 50ª internacionalização do João Granate. Mas a diferença de pontos de ranking entre as duas equipas só permitiu aos portugueses a conquista de 0,17 pontos — não conseguindo apagar os 1,14 pontos perdidos pela derrota com os americanos A equipa portuguesa teve a qualidade de uma muito maior DISCIPLINA — a diferença foi abissal ao conceder 7 penalidades mas apenas 1 no seu próprio campo (contra os USA foram 11 no seu próprio meio-campo) e não foi apresentado qualquer cartão... Mas atenção, os erros conceptuais no campo táctico mantiveram-se. Mais uma vez a relação ataque/defesa não se mostrou capaz do domínio táctico da linha-de-vantagem…mas houve, pelo menos, uma maior preocupação de domínio territorial.
Outro bom resultado foi o da Espanha que com uma, apesar de negativa, diferença mínima de pontos de ranking, derrotou Tonga por 13 pontos de jogo de diferença (em termos de ranking ganhou 1,02 pontos e conquistou 4 lugares na classificação do Ranking da World Rugby).
Depois dos dois jogos, a Geórgia, com 9 pontos, ocupa o 1º lugar da Tabela Classificativa do Hemisfério Norte deste Tiers2 e o Chile, com 10 pontos, é o actual primeiro da Tabela Classificativa do Hemisfério Sul do também Tiers2.
No próximo fim-de-semana teremos a disputa da 3ª Jornada com Portugal a defrontar Tonga.