(problemas na Internet…)
quarta-feira, 16 de setembro de 2026
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
4º TESTE NOS EUA PARA A VITÓRIA OU EMPATE
Apesar de, pela pontuação do ranking, se apresentar a África do Sul como favorita ao não jogar em casa, vê as suas vantagens diminuídas — o que a levará, penso, a retroceder o jogo mais movimentado que nos mostrou para o seu habitual colisão-jogo ao pé. E do lado AllBlack para além do seu habitual jogo de manobra-movimento diz-se que apresentarão algumas surpresas tácticas. As principais estratégicas estão, com a falta de Savea que regressou a casa por lesão, ter feito entrar, substituindo Love, Richie Mo'unga para o lugar de abertura e Lienert-Brown para 2º Centro com Beauden Barrett no banco, entregando o capitanato ao retornado talonador Codie Taylor. Isto para além de outras mudanças obrigadas por diversas lesões. Mas a aposta AllBlack é grande
Provavelmente o jogo mostrará de forma mais clara a diferença entre os estilos das duas equipas. A África do Sul muito preocupada em não perder e, por isso, com a maior aposta na rapidez da subida-defensiva e no jogo-ao-pé para garantir a conquista de terreno e o afastamento da sua linha-de-ensaio enquanto que preocupação dos AllBlacks estará na vitória para garantir a igualdade de vitórias e assim obter o empate nas séries —o que, pela disputa ser fora, traduzirá uma espécie de vitória… . Seja como fôr o jogo terá todo o interesse em ser visto — a não perder pelas 10 da noite…
Estes dois jogos internacionais, ambos no Japão, não deverão apresentar surpresas com as equipas melhor qualificadas a ganhar os seus jogos.
domingo, 6 de setembro de 2026
ALLBLACKS NÃO GANHARÃO O GREATEST RIVALRY’26
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Quem desempata?
Quem desempatará favoravelmente neste 3º jogo-teste da Greatest Rivalry’26? Uma coisa parece certa, o desempate será favorável à equipa que melhor de adapte ao jogo desenvolvido quer nas suas manobras, quer no seu movimento de forma a tirar o máximo partido dos intervalos ou do espaço livre. Se o jogo em casa pode dar mais força anímica aos Springboks, o último quarto do jogo de sábado passado também terá mostrado aos AllBlacks como podem organizar-se com vantagem.
Seja como fôr um jogo de grande expectativa que, de novo, nos deixará a adivinhar o resultado final — que em teoria deverá favorecer os sul-africanos com 4 pontos de vantagem. Será???
E no meio destes jogos a SportTv transmitirá também um dos jogos — Montpellier-Pau — da abertura do francês Top14.
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
VITÓRIA DA MANOBRA E DO MOVIMENTO
Este jogo entre as duas equipas melhor classificadas do ranking mundial mostrou conceitos interessantes: a África do Sul, lendo bem o jogo produzido anteriormente pelos Lions, percebeu que o jogo permanente de colisão não é mais eficaz para este nível e voltou-se para os básicos que fazem do rugby um jogo exigente de inteligência e de adaptação — o que, com a capacidade física que os caracteriza, permite, como permitiu, a eficácia do movimento com base no recurso à manobra procurando o intervalo e não a colisão directa. E conseguiram um 6-2 em turnovers.
No rugby o intervalo cria-se com a manobra de um grupo de jogadores — portador mais apoiantes directos numa organização dita losango que permite várias soluções adaptativas ao portador. Nomeadamente quando existem corridas de grande perpendicularidade que permitam a continuidade depois da ultrapassagem da linha-de-vantagem. Também na defesa e na sua organização os Springboks melhoraram passando de 89 do 1º teste a 186 placagens com um aumento de 6% de eficácia.
Portanto a África do Sul mostrou-se diferente tacticamente com uma enorme vantagem para o jogo e para nós espectadores.
No entanto o uso e abuso de situações faltosas continua (a sensação que nos fica é a de que são preparadas) e os árbitros não marcam nada. Nas formações-ordenadas (acusação de Dave Rennie e visível por qualquer de nós) entram em contacto inicial a empurrar, no chão atrasam as saídas da bola com um faz-de-conta de impossibilidade de saída e, sempre que dá jeito, usam a obstrução — veja-se o ensaio de De Allende — para impedir o apoio quer atacante como defensivo.
Os AllBlacks, provavelmente surpreendidos com este movimento sul-africano andaram demasiado tempo à procura das adaptações necessárias o que levou o resultado a 30-14 aos 50 minutos. Mas a partir daí o jogo pertenceu aos neozelandeses que voltaram então a mostrar as suas capacidades, terminando o jogo aproximando o resultado para uma diferença de 7 pontos. E a sensação que ficou é que a vitória do jogo tinha sido possível se têm conseguido começar a mudança mais cedo — mas as penalidades concedidas tiraram essa hipótese — e tiveram também muita entrada lateral nos rucks não penalizadas … Mas tudo se prepara para um jogo de excelência — esperando que a arbitragem, que agora será da responsabilidade do georgiano Nika Amashukeli, atinja um bom nível, obrigando os jogadores a jogar dentro do espírito das Leis do Jogo — que desempatará o conjunto de resultados, neste próximo sábado.
A Austrália conseguiu uma saborosa e inesperada vitória em terras argentinas, dominando a posse e o domínio do território. Os argentinos, com valores estatísticos inferiores (62 contra 73 ultrapassagens da linha-de-vantagem) terão, provavelmente e para além das dificuldades de conquista da bola nas fases ordenadas (formações-ordenadas e alinhamentos), entregue o resultado pela indisciplina que demonstraram ao conceder 14 penalidades que contrariaram a boa percentagem - 92% - de placagens conseguidas. Este próximo sábado haverá mais…
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