sábado, 31 de dezembro de 2022
BOM 2023! BOM NOVO AN0!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2022
sexta-feira, 9 de dezembro de 2022
ASSENTAR OS PÉS NA TERRA
Uma semana depois do empate com os Estados Unidos que se traduziu numa importante qualificação do rugby português para o Mundial 2023 — analisaremos este aspecto proximamente — surgiu a derrota dos Lusitanos na 1/2 final do European Super Cup contra uma equipa — filha de capacidades financeiras e não de capacidades desportivas — de Israel designada por Tel Aviv Heat. Ou seja, ao embandeiramente em arco de uma semana, seguiu-se a necessidade de assentar os pés na terra. O que se passou?
Por um lado, o erro elementar de não analisar o sucesso, as suas causas e consequências — normalmente reconhece-se que as derrotas nos ensinam mas deixamos, complacentemente, que as vitórias nos cubram os defeitos e erros. Por outro o convencimento que o lastro chegaria para garantir a vitória.
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| Fonte; Rugby Europe |
Com mais 20% dos passes realizados para 52% de posse de bola, os Lusitanos não conseguiram criar as rupturas necessárias para as decisivas ultrapassagens da linha-de-vantagem, lateralizando demasiado o jogo e mostrando-se incapaz de verticalizar as acções, num erro habitual que impede, por não controlo espacial, a utilização eficaz da arma principal da equipa: o seu três-de-trás. Outra dificuldade mostrou-se — sendo também habitual — na falta de organização colectiva para tirar partido dos lançamentos dos contra-ataque que, ficaram, na prática, dependentes das capacidades técnicas do seu iniciador. E o jogo-ao-pé também não passou do habitual: nem conquista de terreno, nem captação da bola, mas mera entrega de bola ao adversário!
Mas pior, pior foi o facto — que, aliás, tem sido uma constante — de um exagerado número de penalidades. Penalidades — para além de um cartão amarelo — concedidas por negligência e aparente desconhecimento. E foi daqui — com 60% dos pontos adversários entregues (contra 14% dos nossos) em penalidades — que resultou a derrota: da indisciplina!
Indisciplina esta que resulta de dois pontos: pouca preocupação dos treinadores das equipas do campeonato principal português articuada com a falta de rigôr por da parte da arbitragem nacional na aplicação das Leis do Jogo Ou seja e mais uma vez: por complacência!
E se os treinadores ligam pouco a estas questões que internacionalmente provocam dificuldades e derrotas, muito se deve à arbitragem portuguesa que não é suficientemente rigorosa a impôr o cumprimento das Leis do Jogo. E porquê? muito porque existe uma ideia bem expandida de que “se apitarem todas as faltas, os jogos estarão sempre parados…” E depois? O jogo do Rugby tem regras e todas elas devem ser cumpridas e, não o sendo, quem comete as faltas deve ser penalizado. Tão simples como claro — as regras são universais e, portanto, devem ser aplicadas da mesma maneira. E pouco importa que os jogos sejam interrompidos muitas vezes — o que importa é que os árbitros arbitrem como se arbitra nos jogos internacionais e que treinadores e jogadores se adaptem e habituem a jogar de acordo com as Leis do Jogo.
Esta derrota demonstra que ainda não estamos em condições de conseguir bons resultados internacionais. E se tivessemos acesso a estatísticas dos jogos internacionais de Portugal e do seu principal campeonato, saltariam à evidência os diversos domínios onde nos mostramos deficientes. Sem estatísticas, o diagnóstico só tem a hipótese de montado pelo olhar…
Portanto, mãos-à-obra e organizemo-nos de acordo com as necessidades da prestação rugbística internacional para evitar que comecemos a perder logo à saída do balneário.
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
UMA SURPRESA INESPERADA
domingo, 27 de novembro de 2022
SUPRESAS NO FINAL DA AUTUMN NATIONS SERIES 2022
E os favoritos perderam!
Desta vez as previsões para esta última jornada das Autumn Nations Series, quer do XVcontraXV quer da RugbyVision, falharam redondamente.
No jogo de Cardiff à entrada do último quarto do jogo, Gales vencia (34-18) com 16 pontos de jogo de diferença mas aos 66’ o cartão amarelo ao capitão Justin Tipuric seguido de outro amarelo do talonador suplente Ryan Ellias, vieram alterar o sentido do jogo nos últimos minutos de jogo — que meteu ensaio-de-penalidade e tudo. E talvez o resultado — como já se fala — se venha a traduzir na dispensa de Pivac com o retorno de Warren Gatland até ao final do Mundial. E a Austrália termina as Autumn Series da melhor maneira com os jogadores australianos, que chegaram a ser apenas treze em campo na 1ª parte, bem o mostraram nas comemorações finais.
O Inglaterra-África do Sul tornou-se em mais uma dor de cabeça de Eddie Jones e fazem-se apostas se será ele a liderar o XV da Rosa para o Mundial.
Acabadas estas Series resta-nos, no plano internacional, as meias-finais da Rugby Europe Super Cup 2022 com os nossos Lusitanos a defrontarem os ditos israelitas do Tel Aviv Heat já no domingo 4 de Dezembro e esperar por Fevereiro para seguir o 6 Nações e a Rugby Europe Championship 2023 esta com novo formato com mais equipas divididas por dois grupos embora com jogos menos competitivo e, por isso, pouco ou nada ajudando ao desenvolvimento das melhores equipas, principalmente aquelas que já estão apuradas para o Mundial.
sexta-feira, 25 de novembro de 2022
FECHO DA SÉRIE DE OUTONO 2022
No final da Série de Outuno de 2022, dois jogos que valerão a pena ver. Desta vez Gales apresenta, embora sem poder contar, por ter terminado o período de dispensas obrigatório, com o excelente Rees-Zamitt, um XV mais competitivo do que o que apresentou na derrota que sofreu contra a Geórgia.
O Inglaterra-África do Sul em Twickenham servirá, quer o queira Eddie JOnes, quer não, de tira-teimas: quem, de entre os dois quinzes, pode mais? Lá ao fundo, o Mundial 2023 está à espreita…
De acordo com as previsões não há nestes dois jogos vencedores antecipados e vamos ter que ficar agarrados ao ecrã televisivo até ao fim de cada jogo para conhecer os vitoriosos.
segunda-feira, 21 de novembro de 2022
A SURPRESA FOI DA GEÓRGIA
A surpresa maior do fim‑de‑semana foi, sem margem para dúvidas, a vitória, em Cardiff, da visitante Geórgia sobre Gales — um 14º do ranking a vencer o 8º, é obra! e coloca de novo —o que parecia perdido com os resultados do passado fim‑de‑semana — a questão Geórgia/Itália para o 6 Nações.








