domingo, 9 de agosto de 2026

VENCERAM OS MELHORES QUALIFICADOS

 


A Austrália, a jogar com 14 jogadores durante 7 minutos da 1ª parte e toda a 2ª parte, viu-se em grande dificuldade para vencer o Japão, terminando com um resultado final de 35-32 e, no total com vantagem japonesa na posse da bola (53%) e no domínio territorial (55%) o que obrigou os australianos a 87% de sucesso nas placagens num total de 143 efectivas - os japonesas realizaram 96 efectivas com ambas as equipas a falharem 22 placagens.

No outro jogo, Argentina-África do Sul, os Pumas tiveram um excelente comportamento resistindo muito bem ao maior poder sul-africano e, até!, terminando o jogo com domínio da posse e do território que por muito pouco não permitiu o empate. Para este resultado contribuiu muito a capacidade defensiva argentina que fez 172 placagens efectivas num 91% de sucesso. Mas, como as estatísticas gerais indicam como norma, ganha quem marca mais ensaios. E assim foi…

Qualquer dos jogos foi interessante de ver com boas demonstrações de colocação da bola no pós-contacto, boa organização do apoio e muita preocupação de ataque ao espaço — mesmo os sul-africanos mostraram algumas vezes a preocupação do movimento da manobra em vez da colisão directa. Fraquito, fraquito foi o jovem árbitro inglês, Christophe Ridley  — apanhado por lesão do francês P.Brousset — que ignorou em permanência os habituais fora-de-jogo ou a má posição no chão dos sul-africanos.

Com estes resultados, só o Japão — ao perder 2 lugares no ranking da World Rugby — desceu, passando de 10º para 12º, na tabela geral.

Arquivo do blogue

Quem sou

Seguidores